Página Inicial

 

Sejam bem vindos ao “Juventude Online” o Portal do Departamento de Mocidade da 1ª Congregação da Assembléia de Deus do Buenos Aires. Esperamos que este seja um lugar cativo de visita sempre que você estiver acessando à Internet.

O lançamento deste portal é um sonho que se realiza. Aqui você encontrará sempre algo interessante para ver e refletir, o Portal está dividido em oito Páginas principais. Segue, abaixo, uma breve explicação sobre cada uma delas:

  1. Página Inicial: esta é a página de abertura do Portal, aqui você encontra informações sobre este site.
  2. Quem Somos: aqui você encontra informações sobre nossa igreja e sobre o Departamento de Mocidade da 1ª Congregação do Buenos Aires, e algumas informações sobre o nosso Setor.
  3. Notícias: você não pode deixar de visitar esta página, pois nela você encontrará notícas do meio evangélico no Piauí, no Brasil e no Mundo.
  4. Estudos Bíblicos: na página Estudos Bíblicos, você terá acesso a vários estudos em formato de texto, em áudio e vídeo também; que você poderá ler e até baixar para o seu computador; estudos estes dos mais variados assuntos do nosso interesse. Não deixe de vir aqui!
  5. Galeria de Fotos: na galeria de fotos você terá acesso às fotos do últimos eventos realizados pela Mocidade e também eventos ocorridos no Setor “B” Norte. E se você quiser enviar uma foto, que seja de interesse de todos, você poderá envia-la pra nós no E-mail da mocidadejuventudead@hotmail.com, e nós colocaremos nesta seção. 
  6. Agenda: aqui você encontrará todos os eventos que ocorrerão no nosso Setor e outros que sejam do interesse da nossa igreja. Se você quiser avisar de algum evento, mande um E-mail pra nós, no endereço mencionado acima.
  7. Downloads: quer ter a Bíblia Sagrada em versão digital pra instalar no seu computador, um programa para baixar os vídeos do Youtube, aquele papel de parede bem legal, livros evangélicos gratuitos, e muitas outras coisas bem legais, você encontrará aqui.
  8. Links: você encontra nesta página links para vários portais evangélicos do Brasil, como o Portal da Escola Dominical, o Portal Apologético Cristão de Pesquisas, o Portal da CPAD e muitos outros sites bem interessantes; também há links para o Blog de alguns escritores da CPAD, Rádios e TV´s evangélicas online, que você poderá ouvir ou assistir enquanto estiver navagando na internet.
Enfim, tem muita coisa boa para você ver aqui, por isso sempre que estiver navegando não deixe de nos visitar, tenho certeza que você não vai se arrepender, lembrando que você pode escrever o seu comentário em cada página; se tiver alguma dica ou sugestão mande um E-mail para nós: juventudead@hotmail.com.
A Paz do Senhor a todos, e bom proveito!

A Liderança.

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Responses

  1. EVANGELISMO, VIDA ACADÊMICA, FAMÍLIA E TRABALHO-2
    Pr. Elinaldo Renovato de Lima

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    O UNIVERSITÁRIO CRISTÃO E A EXTENSÃO

    Os serviços de Estensão Universitária são de vital importância não só para a prática do ensino em diversas áreas, como Medicina, Biologia, Pedagogia, Engenharia, Economia, Administração e outras, como para fazer a ligação entre a universidade e a comunidade que, em última análise é quem financia a universidade pública, com seus impostos pagos aos governos federal, estadual e municipal. Esta é uma área da vida acadêmica em que o cristão universitário pode atuar de maneira mais adequada à sua fé. Há casos em que estudantes de Medicina vão ao Interior dos Estados mais pobres e ali prestam serviços gratuitos à comunidade carente; estudantes de Odontologia de igual modo ajudam a pessoas pobres, cuidando da saúde bucal, enquanto praticam o seu aprendizado teórico.

    O crente em Jesus pode fazer isso melhor que os outros não-crentes pois tem o amor de Deus no coração. Em momentos paralelos à extensão , o cristão pode aproveitar para levar sua fé, pregando o evangelho, visitando igrejas na localidade, etc..

    Além de participar ativamente das atividades principais da universidade, o estudante cristão pode participar dos trabalhos de grupo, relacionando-se com os colegas não-cristãos e, através da amizade, conseguir espaço para falar de Cristo.

    3. O UNIVERSITÁRIO CRISTÃO E A FAMÍLIA

    A família cristã e a igreja são os dois campos-base ou pontos de apoio para o cristão universitário. É feliz aquele que é oriundo de uma família bem estruturada espiritual, emocional, social, econômica e financeiramente.

    Sem uma família bem estruturada, o jovem universitário pode ser sufocado pelo ambiente acadêmico. O materialismo pode suplantar a fé. O relativismo pode lançar dúvidas e inquietações que levam muitas vezes o jovem ao desencanto com a fé, a igreja, os valores éticos e morais.

    O isolamento da família, por parte daqueles que se deslocam de cidades distantes para estudar, pode levar muitos ao desespero se não tiverem a “âncora da alma, segura e firme, e que penetra até o interior do véu” (Hb 6.19).

    Quando estivemos em visita a diversas universidades canadenses, em 1989, pudemos observar que em todas elas havia um “serviço de prevenção ao suicídio”.

    Quando procuramos saber o por quê de tais serviços formos informados de que era

    grande o número de tentativas de suicídios e suicídios consumados entre os jovens

    universitários. Explicaram-me que a causa eram problemas emocionais, conflitos

    existenciais, e isolamento, pela distância da família.

    Na verdade, o “Campus universitário” em geral não é acolhedor. É ambiente frio, materialista, calculista, impessoal, político e competitivo.

    Num ambiente assim, o universitário cristão precisa valorizar a família, honrando seus pais como manda a Bíblia. Se casado, além de honrar pai e mãe, precisa amar, honrar e ser fiel à (o) esposa (o) e aos filhos.

    Li certa vez sobre uma pesquisa, comprovando que o índice de divórcios é alto entre os que fazem cursos de pós-graduação “Stricto Sensu” (Mestrado e Doutorado), tendo em vista longos períodos longe do lar, o relacionamento aproximado com pessoas do sexo oposto.

    Passei por universidades em que o problema do uso de drogas era alarmante, bem como do alcoolismo e da prostituição. Não temos dúvida que tudo isso é consequência da falta de uma família estruturada, com base nos saudáveis princípios da Palavra de Deus, o criador da família.

    O universitário cristão precisa ser um defensor e praticante dos princípios éticos emanados da Palavra de Deus. Tanto o jovem como a jovem precisa erguer a cabeça e assumirem a virgindade como valor cristão; a pureza do sexo, a santidade e o afastamento dos ambientes poluídos do mundo sem Deus. Tudo isso em defesa do casamento, da família e do lar, como instituições criadas por Deus.

    4. O UNIVERSITÁRIO CRISTÃO E O TRABALHO

    Em nosso livro “A Família Cristã nos Dias Atuais” (CPAD, 1986), escrevemos algumas orientações sobre o cristão e seu comportamento no trabalho.

    Ali, dissemos que no trabalho devemos observar os seguintes aspectos:

    a. Desafio à fé

    “Ocorre o mesmo que na escola, ou em outros lugares fora da igreja e do lar”. A fé é desafiada por “superiores”, por colegas e por subordinados. Muitas vezes o cristão é ridicularizado por não compartilhar de práticas desonestas. Um familiar nosso, que trabalhava numa empresa de ônibus, foi ameaçado de morte, porque criou, no computador, um sistema eficiente de controle de estoques, que evitava o roubo de peças e desvio de materiais. Não teve apoio nem do dono da empresa e teve que pedir demissão. Mas nós temos compromisso acima de tudo com a fé, com o nosso Deus.

    b. O cristão deve ser pontual e assíduo.

    Nós somos cabeça e não cauda. Não devemos ficar dando desculpas por faltar ao trabalho , alegando ter que ir à igreja. A Bíblia diz que “há tempo para todo o propósito debaixo do céu”(Ec 3.1).

    c. O cristão deve ser eficiente no trabalho.

    Além dos conhecimentos e teorias comuns, adquiridos por qualquer pessoa, o servo de Deus tem à sua disposição a orientação do Espírito Santo, obtida através da oração. O cristão não deve se conformar em ser medíocre. Mas deve procurar estar entre os mais eficientes. isto contribui para a glória de Deus. Na Bíblia, temos o exemplo de José que, vendido no Egito, tornou-se mordomo-mor de Potifar e, depois, de prisioneiro e escravo, foi promovido a governador do País, tudo isso porque “O Senhor estava com ele” (Gn 39.3).

    d) O cristão deve ter cuidado com as “armadilhas do ambiente”

    É no trabalho que a pessoa passa a maior parte das horas úteis do dia, incluindo intervalo para as refeições. Nesse interim, há o contato com os mais diversos tipos de pessoas de caráter, personalidade e intenções diferentes.

    A armadilha mais comum é a “armadilha do sexo oposto”. Um afago, um convite insinuante e, depois, se não houver o controle necessário, vem o pecado.

    Conhecemos algumas pessoas que só permaneceram fiéis a Deus enquanto estavam desempregadas. Quando arranjaram emprego,pouco tempo depois, já estavam afastadas dos caminhos do Senhor, por cauda da queda moral, ante as terríveis “armadilhas do sexo”. O dinheiro e o poder são outros alçapões à espera do crente em Jesus. É preciso saber conviver com esses elementos da vida. A Bíblia diz que “o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males (1 Tm 6.10). É preciso ter fidelidade para não faze como Ananias e Safira, que pereceram por causa de mentira em relação ao uso do dinheiro. Diante disso, o cristão deve observar as seguintes sugestões para viver bem no trabalho:

    Orar antes de sair para o trabalho;

    Orar durante o trabalho;

    Orar ao sair do trabalho;

    Ser grato a Deus pelo trabalho (há tantos desempregados);

    Manter-se vigilante no trabalho.

    5. CONCLUSÃO.

    É difícil o cristão viver bem no meio universitário, harmonizando os papéis que precisa desempenhar como estudante ou professor, mantendo os valores familiares e éticos, bem como sair-se bem na vida profissional. Entretanto, a Bíblia diz: “Posso todas as coisas naquele que me fortalece” (Fp 4.13).

    BIBLIOGRAFIA

    – Bíblia Sagrada, ERC, Editora Vida, 1982.

    – CHAPMAM, Colin. O cristianismo tem a melhor resposta. S. Paulo, Edições

    Vida Nova, 1990.

    LIMA, Elinaldo Renovato de. A família cristã nos dias atuais. Rio, CPAD, 5a.

    Ed., 1996.

    Pedidos para:

    GRUPO PENTECOSTAL DE EVANGELIZAÇÃO UNIVERSITÁRIA

    Av. Rubens de Mendonça, sn. Grande Templo, Cuiabá-MT, 78040-000

    Fone: (065) 634 1985 e Fax (065) 644 1810

    Fonte: http://www.pesformosos.org

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  2. MISSÕES URBANAS
    Pr. Elinaldo Renovato de Lima

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    INTRODUÇÃO

    Jesus Cristo mandou pregar o evangelho a toda a criatura, em todo o mundo. Nenhum lugar pode ficar excluído e nenhuma pessoa deve ser considerada não-evangelizável. No Brasil, como em muitos países, 80% das pessoas vivem nas cidades, ao contrário do que havia há poucas décadas, quando a maior parte vivia nas áreas rurais. Este é um grande desafio para as igrejas cristãs. As cidades têm grandes e graves problemas, próprios do crescimento urbano desordenado a que são submetidas, tais como concentração excessiva de pessoas, desigualdades sociais, problemas de habitação, favelas, falta de saneamento, de saúde, etc. No que tange à evangelização, as cidades oferecem facilidades e dificuldades, como veremos adiante. As igrejas precisam ter estratégias de trabalho para alcançar as cidades. Há diferenças, entre evangelizar numa Metrópole e num lugar interiorano. Neste estudo, apenas damos uma pequena contribuição à reflexão sobre o assunto.

    1.0 FENÔMENO DAS CIDADES

    No inicio de tudo, os homens viviam em áreas agro-pastoris. Com o passar do tempo, a escassez de bens os obrigava a sair, em busca de outros locais para sobrevivência. Sempre houve uma tendência para os homens se concentrarem em tomo de um núcleo populacional. A famosa TORRE DE BABEL foi uma tentativa de concentração urbana, não aprovada por Deus. Este queria que os homens se multiplicassem, enchendo a Terra. Damy FERREIRA (P. 139) vê a evolução das cidades em várias etapas.

    A primeira, de 5.000 a.C. a 500 d.C, até à queda de Roma, quando se estabeleceram grandes cidades como Jericó, Biblos, Jerusalém, Babilônia, Nínive, Atenas, Esparta e Roma. Eram as chamadas “polis”.

    A segunda, quando encontramos, na Renascença, já na Idade Moderna, as cidades de Roma, Florença, Constantinopla, Londres, Paris, Toledo, entre outras. Eram as chamadas “neópolis”.

    A terceira, com a Revolução Industrial, por volta de 1750, quando apareceram cidades-pólos, como Nova lorque, Chicago, Londres, Berlim, Paris, Tóquio, Moscou, etc. São as “metrópoles”, verdadeiras cidades-mães. A última etapa, já na época atual, surgem as “megalópoles”, com cidades-satélites e bairros ligados uns aos outros. Dentre elas, destacam-se S. Paulo, Rio de janeiro, Tóquio, Londres, N. lorque, etc. As cidades em geral são tratadas como de pequeno, médio e grande porte, dependendo da população, tamanho, influência, etc.

    2.0 AS CIDADES NA BÍBLIA

    Há quem pregue que as cidades são de origem humana, sem a aprovação divina, alegando que a primeira cidade foi criada por um homicida, Caim. E que Deus planejou um jardim e não uma Cidade (Gn 4.17).Depois do Dilúvio, os homens procuraram fazer cidades.
    Nessa visito, diz-se que há um plano diabólico para as cidades. Elas, quanto maiores, são o refúgio ideal para criminosos, centros de prostituição, do crime, da violência. De fato, as aglomerações urbanas, nos moldes em que sido construídas, resultam em lugares perigosos, onde a qualidade de vida, em geral, torna-se difícil para o bem-estar espiritual e humano.
    Discordando da opinião dos que vêm a cidade como centros mais favoráveis ao diabo, Ferreira (P. 140) diz que Deus tem planos importantes para as grandes cidades. O Cristianismo surgiu numa grande cidade – Jerusalém – , espalhando-se por grandes centros, como Samaria, e Antioquia. Por outro lado, Deus mandou Abraão sair de Ur, uma grande cidade, e mandou começar a conquista de Canal por Jericó, de porte considerável para sua época.
    Linthicum, (p. 27) diz que “a Cidade é campo de batalha entre Deus e satanás” e que Ele se preocupa com o bem-estar da Cidade (Jn 4.10) e que a atividade redentora de Deus centraliza-se em muito nas cidades (51 46.4-5; Zc 8.3; Mc 15.21.39) ~.31>, lembrando que a vinda do reino de Deus é descrita como a vinda de uma Cidade redimida – a Nova Jerusalém (Ap 21-22). -2- Deus permitiu que Israel construísse cidades (Am 9.14); em Canaã, em meio as cidades tomadas, Deus determinou que houvesse “cidades de refúgio (Nm 35.11).

    3. JESUS E AS CIDADES

    No seu ministério terreno, Jesus desenvolveu a evangelização tanto na área rural como nas cidades. Andava de cidade em cidade Lc 8.l); Chegou à cidade, viu-a e chorou sobre ela (Lc 19.41); mandou pregar em qualquer cidade ou povoado (Mt 10.11). Seguindo o exemplo de Jesus, a igreja atual precisa enfrentar o desafio da evangelização ou das missões urbanas.

    4.0 DESAFIO DAS MISSÕES URBANAS

    As cidades, com sua complexidade social, cultural , econômica, emocional e espiritual, constituem-se campo propício para atuação da igreja ou do inferno; dos cristãos ou dos feiticeiros; dos homens de bem ou dos assassinos. A cidade em que vivemos é campo de batalha entre Deus e o diabo; a cidade pertencerá aos céus ou ao inferno; depende de quem agir com mais eficiência e eficácia, com as forças dos céus ou do inimigo. Segundo LINTHICUM (p. 23), os sistemas sociais, econômicos, políticos, educacionais. e outros, na Cidade, estio sob a influência dos demônios, das potestades das trevas. É preciso muito poder, muita oração, muito jejum e muita ação para que as estruturas das cidades sejam tomadas do poder do inimigo. O desafio é grande. 1′– o que está conosco é maior do que ele.

    4.1. PONTOS FAVORÁVEIS PARA AS MISSÕES URBANAS

    HESSELGRAVE (p. 71), diz que as cidades são pólos de influência sobre toda uma área a seu redor, sendo, por isso> mais favoráveis para a implantação de igrejas, pelas seguintes razões: 1) Abertura as mudanças; 2) Concentração de recursos; 3) Potencial para contato relevante com as comunidades em redor.
    4.2. PONTOS DESFAVORÁVEIS PARA AS MISSÕES URBANAS

    1) Populações concentradas verticalmente em edifícios fechados. Os condomínios, hoje, são quase impenetráveis aos que desejam evangelizar pessoalmente.

    2) Excesso de entretenimento. Antigamente, só havia um pequeno campo de futebol em cidades de médio porte. Hoje, há estádios grandes, que atraem muita gente; a televisão tirou as pessoas das ruas e as confinou dentro de suas casas. O evangelismo pessoal é muito dificultado nessas condições. O uso da televisão é muito caro para atingir as pessoas confinadas em suas casas.

    3) A concentração de igrejas diferentes, além das seitas diversas, causam confusão junto à população. Cada uma evangelizando com mensagens diferentes e contraditórias Parece que há um “supermercado da fé”. Há quem ofereça religião como mercadoria mais barata, em “promoção”, com descontos (sem exigências, sem compromissos) e há os que “cobram” caro demais, com exigências radicais.

    4)0 elevado grau de materialismo e consumismo, do homem urbano faz com que o mesmo sinta-se auto-suficiente, sem a necessidade de Deus.

    5) Os movimentos filosófico- religiosos, tipo Nova Era, apontam para uma vida isenta de responsabilidades para com o Deus pessoal, Senhor de todos. Como enfrentar essas dificuldades?

    5.0 ESTRATÉGIAS PARA AS MISSÕES URBANAS

    1) ORAÇÃO E JEJUM PELA CIDADE. O homem pecador se opõe a Deus (1 Co 2.14; Rm 8.7; Ef 2.1). O diabo força o homem à não buscar a Deus (Ef 2.2; 2 Co 4.4). Qualquer plano de evangelização por melhor que seja, com recursos, métodos, estratégias, fracassará, se não tiver o PODER DE DEUS. Este só vem pela busca, pela Oração. Deus age. Fp 1.29; Ef 2.8; Jo 6.44. Os demônios infestam as cidades. Só são expulsos pelo poder da oração (Sl 122; Jr 29.7; Lc 19.41). A oração é a base.

    2) PREPARO DAS PESSOAS PARA A EVANGELIZAÇÃO DAS CIDADES. Esse preparo refere-se ao estudo da Palavra de Deus. É o preparo na Palavra (2 Tm 2.15). As seitas preparam bem seus adeptos. As igrejas precisam gastar tempo e recursos no preparo dos que evangelizam.
    3) PLANEJAMENTO DA EVANGELIZAÇÃO. O sucesso da evangelização depende do Espírito Santo. Só Ele convence o pecador (Jo 16.8). Entretanto, no que depende de nós, precisamos fazer o que está ao nosso alcance, a nossa parte.

    a) Definir áreas a serem evangelizadas. (Bairro, quarteirão, ruas)

    b) Definir os grupos de evangelização

    c) Distribuir as áreas com os grupos (Rua tal com grupo tal; ou quarteirão tal com tal grupo, etc.

    d) Estabelecer metas ou alvos (nº de decisões, pessoas batizadas, etc..)

    e) Preparar os meios necessários: literatura, equipamentos, recursos financeiros, etc.

    f) Mobilizar todos os setores da igreja para a execução do que for planejado: jovens, adolescentes, adultos, com a LIDERANÇA À FRENTE.

    6.0 MÉTODOS DE EVANGELISMO PARA AS MISSÕES URBANAS

    6.1. EVANGELISMO PESSOAL. E o mais tradicional e muito eficiente, principalmente nos bairros mais pobres. Inclui pessoa a pessoa; casa-em-casa; evangelização em aeroportos, em bares e restaurantes; co~tagem (venda de livros); ev. em estações rodo e ferroviárias; na entrada de estádios ; em feiras-livres; em filas (INAMPS, bancos, ônibus, etc.); em hospitais, penitenciárias, em escolas (intervalos de aula);

    6.2. EVANGELISMO EM GRUPO. Inclui evangelização de grupos de pessoas: grupos de alunos, de professores, de menores abandonados, de homossexuais, de prostitutas, e também os já conhecidos GRUPOS FAMILIARES, ou células de evangelização; reuniões especiais em restaurantes, chás, classes na Escola Dominical (foi criada para isso); evangelização com fitas cassete e de vídeo (reúne-se um grupo);

    6.3. EVANGELISMO EM MASSA. Inclui cultos ao ar-livre, série de palestras ou conferências nas igrejas; cruzadas evangelísticas, campanhas. Só tem valor se houver uma preocupação séria com o DISCIPULADO. E melhor preparar , primeiro, as pessoas para fazer o discipulado antes de fazer a evangelização.

    7. DISCIPULADO.

    É indispensável que, em cada igreja ou congregação, haja grupos ou setores de discipulado, que integrem o novo converso de maneira segura e acolhedora. Sem esse trabalho, toda a evangelização fica frustrada. Perdem-se mais de 90% das decisões em pouco tempo.

    8. MEIOS PARA A EVANGELIZAÇÃO URBANA

    1) Programas de rádio e de televisão;
    2) Adesivos para veículos;
    3) Revistas, e jornais para autoridades, consultórios médicos;
    4) Apresentações de corais, bandas e conjuntos em público, em praças, em escolas, em bancos, em repartições;
    5) Distribuição de Bíblias a autoridades;
    6) Literatura (folhetos) bem selecionados;
    7) Exposição de Bíblias e de literatura evangélica;
    8) Artigos em jornais da cidade;
    9) Telefone;
    10) Cartas e cartões-postais; e muitos outros…

    BIBLIOGRAFIA
    FERREIRA, Dam. Evangelismo total Rio, Juerp, 1990.
    HESSELGRAVE, David J. Plantando igrejas. 5. Paulo, Vida Nova, s.d.
    LINTHICUM, Roberto. A transformação da cidade. Belo Horizonte, Missão Editora, 1990.

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    .

  3. Por favor, gente…leiam os textos q o meu pai colocou, tá?

  4. Sou eu.

  5. Eu havia esquecido q tem a Lívia Soares…

  6. Jefferson ou Marquinhos, eu queria ver a possibilidade de eu postar algumas muitas fotos nossas…rsrsrs. Valeu.

  7. Tudo bem Livia, estará nos ajudando muito depois combinamos como fará, mas se vc quizer mandar pro meu email ou pro do portal já estão postadas!! rsrsr.. jeffersonbond@hotmail.com
    A paz do Senhor!!!!

    Ir. Jefferson rodrigues

  8. ok


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