Publicado por: juventudeonline | 17 junho, 2011

Juventude assembleiana do centenário

jovens da Bléia do Buenos Aires in Sigefredo Pacheco

Quando chegaram ao Brasil, Daniel Berg e Gunnar Vingren eram jovens cristãos com uma imensa vontade de cumprir aquilo que o Senhor lhes ordenara. Partiram dos Estados Unidos para Belém do Pará, aportando em terras brasileiras em 19 de novembro de 1910, a bordo do navio Clement.

Na ocasião, Daniel Berg tinha 26 anos e Gunnar Vingren, 31. No entanto, o desejo de realizar a obra do Senhor nasceu ainda na adolescência. Daniel aceitou a Jesus aos 15; aos 18, deixou seu país, embarcando para os Estados Unidos. Assim como a maioria dos jovens daquela época, o motivo da viagem foi a grande depressão financeira que dominava a Suécia naquele ano – 1902.

Como todo jovem da sua faixa etária, Daniel sonhava em realizar-se profissionalmente. Mas Deus tinha um plano diferente e especial para sua vida. Em 1909, ele conheceu o pastor batista Gunnar Vingren, que já havia recebido o chamado de Deus para viajar para o Estado do Pará. Em um dia, reunidos em oração na casa do irmão Adolfo Udine – o homem que Deus havia usado quando chamou Vingren para o Brasil – Daniel Berg também foi chamado pelo Senhor para acompanhar o amigo. A partir daí, teve início a história da maior denominação evangélica do Brasil.

Próximo da comemoração do Centenário da AD, no dia 18 de junho deste ano, a revista GeraçãoJC foi em busca do que faz e como atua o jovem assembleiano de hoje. Diferentes gerações Analisando a história da denominação, pode-se perceber a grande diferença entre a geração assembleiana de hoje e as anteriores. Atualmente, o jovem tem mais facilidades, mais acesso à informação e às novas tecnologias. No entanto, a juventude deste século tem de enfrentar desafios ainda maiores do que a geração de Daniel Berg e Gunnar Vingren. Um dos pontos analisados foi formação acadêmica da mocidade de hoje.

De acordo com o cientista social Josué de Souza, apesar de todo o acesso ao conhecimento, o número de jovens pentecostais com ensino superior ainda é muito baixo. Ele cita dados da Pesquisa da Juventude Brasileira que aponta que apenas 3% dos jovens pentecostais têm diploma universitário. “Nos últimos anos, temos visto essa facilidade de acesso ao conhecimento. E essa mudança também chegou aos membros da igreja. A juventude de hoje está mais atenta à necessidade do conhecimento e crescimento profissional”, afirma.

De acordo com Jesiel Paulino, que atua na diretoria da juventude da AD em Blumenau (SC), esse é um dos fatores que faz com que o jovem seja mais exigente quanto à dinâmica da vida cristã, bem como acerca dos seus mecanismos de expressão. “As verdades da fé cristã são imutáveis. Todavia, a forma de exposição e assimilação desse conhecimento precisa ser contextualizada”, explica, destacando que, para atender às necessidades da atual juventude, o trabalho em Blumenau tem como base cinco áreas diferentes: Evangelismo, Integração, Ação Social, Educação e Cultura e Comunicação Social.

Esse amplo trabalho com a juventude também pode ser visto em outras regiões do País. Na Assembleia de Deus Asa Sul, em Brasília, os jovens se envolvem diretamente com o trabalho social da igreja – com destaque para a Tarde da Graça Cristã, onde os jovens oferecem atendimento gratuito a comunidade mensalmente – e fazem parte do serviço diaconal. De acordo com o pastor Carlos Magno Ferreira Lins, coordenador do projeto, nos dias atuais, os jovens são preparados mais cedo para o mercado de trabalho. “Com isso, temos como diferencial, um novo tipo de obreiro na Casa do Senhor.

Antes, eram considerados apenas pastores, evangelistas, presbíteros ou diáconos. Hoje, podemos ver que temos vários profissionais liberais que usam a profissão para auxiliar também no crescimento da obra de Deus”, enfatiza. Conciliando ministério e carreira Mesmo com todas as exigências que o corre-corre dos dias atuais nos impõe, a juventude assembleiana tem conseguido conciliar o crescimento ministerial e profissional. Para o jovem pastor Moisés Silvestre, que assumiu a liderança da AD em Belo Horizonte em 2009, é fundamental que rapazes e moças busquem conhecimento cultural e educacional. Segundo ele, “em todos os aspectos, quem estiver mais preparado é que vai ocupar os melhores lugares”.

De acordo com o líder, a atual geração é muito privilegiada e não pode perder a oportunidade que os primeiros assembleianos não tiveram. “Precisamos buscar o nosso espaço e o preparo profissional. Deus vai usar esse conhecimento, assim como aconteceu com Paulo, para que essa geração faça a diferença”, atesta. Em busca de crescimento profissional, encontramos de Norte a Sul do Brasil exemplos de jovens que não abrem mão da carreira, mas também não deixam de lado o trabalho na obra do Senhor.

Seriam os Bergs e Vingrens da atual geração. Para Jesiel Paulino, o jovem precisa entender o campo profissional como uma extensão da obra de Deus. “O jovem tem que investir tanto em seu crescimento acadêmico/profissional, quanto em seu crescimento cristão”, destaca. Expectativas para o futuro Nesses 100 anos de história, é notório o crescimento da AD no Brasil e sua contribuição com a nação em diferentes áreas. Hoje, a denominação tem importante representação em diversas camadas da sociedade. Além do crescimento quantitativo, configurando-se como a maior denominação no País, a AD tem visibilidade nas esferas pública e privada.

Por ocasião do seu primeiro Centenário, porém, convém saber o que a juventude espera para os próximos 100 anos. Otimista e um entusiasta da AD brasileira, pastor Moisés Silvestre acredita que a igreja vai manter o ritmo de crescimento nos próximos anos, “porque o Dono da obra se encarrega disso”. Segundo ele, a denominação precisa fazer uma plataforma bem feita, não deixando de fora aqueles não considerados aptos para o Corpo. “Não podemos fechar a porta para o jovem que ainda não teve uma mudança completa de vida. Precisamos ter paciência e deixar que a Bíblia se encarregue de proporcionar essa transformação. A nossa obrigação é pescar. Quem limpa o peixe é o Espírito Santo”, destaca.

Para o cientista social Josué de Souza, o maior desafio da AD nos próximos 100 anos é conseguir transformar o sucesso numérico numa mudança real de vida. “A igreja tem papel fundamental no incentivo à educação. Poderíamos pensar em uma cruzada nacional contra o analfabetismo. Com o acesso que a igreja tem às periferias das cidades, daríamos uma contribuição enorme para a nação”, enfatiza. Já Jesiel Paulino acredita que é necessário um resgatar os valores que sempre constituíram a missão da igreja por meio de um reavivamento. No entanto, ele entende que “este reavivamento precisa ser vivido à luz da realidade histórico, cultural e social do século 21”.

Pastor Moisés Silvestre complementa, deixando um recado para os jovens. “Se Deus tem nos dado a oportunidade de sermos uma geração com maior acesso à informação e às novas tecnologias, seria um pecado muito grande de negligência não usarmos esse potencial em prol do Reino de Deus”, finaliza.

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*Reportagem publicada na página 11 da revista GeraçãoJC, Ano XII, nº 82, CPAD. fonte: Revista geração JC (online).

Post: Gleison Gomes

Publicado por: juventudeonline | 2 junho, 2011

Oportunidade de emprego para você!

CONCURSO EM TERESINA, NÃO PERCA ESTA BENÇÃO E ESTUDE!!!!

MAIS INFORMAÇÕES CLIQUE EM HISTORIA COM CRISTO E VEJA O EDITAL!

Postagem: Jefferson Rodrigues – visitem o blog HISTORIA COM CRISTO(clique aqui)

Publicado por: juventudeonline | 27 maio, 2011

E agora?

Essa é pra refletir….

 

fonte: google imagens

 

 

Colaboração: Jefferson Rodrigues – visitem o blog HISTORIA COM CRISTO

Publicado por: juventudeonline | 26 maio, 2011

Livre estou! Livre sou! Pela graça de Jesus, livre sou!

Texto base: Não manuseie!”, “Não prove!”, “Não toque!”?

Caros irmãos e leitores, quando me propus a escrever sobre este tema, liberdade cristã, fiquei pensado como seria recepcionado no meio do qual eu faço parte (pentecostal e tradicional), contudo, não poderia ser covarde e me eximir de apresentar a minha visão – balizada, é claro, por uma leitura sadia da Palavra de Deus – sobre um tema tão polêmico e muitas vezes taxados de LEGALISMO ( termo que em parte eu concordo). Sabemos que Igrejas como a Assembléia de Deus, Congregação Cristã, Deus é Amor entre outras pentecostais, mantiveram e ainda matem uma postura rígida quanto a muitos costumes de seus membros. Porém, a pergunta que faço é: Tais posturas baseiam-se apenas em legalismo? Seria falta do conhecimento da Palavra de Deus? Ou seria apenas a manutenção de um costume social, que criou aspecto espiritual? São muitas indagações que poderíamos fazer, contudo, quero focar este artigo em dois extremos: De um lado aqueles que impõem dogmas tão pesado que não somos capazes de carregar. Do outro aqueles que pregam a liberdade excessiva, que permeia a libertinagem.

  •  “Pegando pesado”

Falamos aqui dos grupos radicais, que ainda estão muito ativos em varias denominações. Para tais pessoas a santidade será atingida pela guarda de diversos complementos para o sacrifício de Cristo. Para justificarem suas posições apresentam textos bíblicos totalmente fora de seu contexto, como por exemplo: “Não haverá traje de homem na mulher, e nem vestirá o homem roupa de mulher; porque, qualquer que faz isto, abominação é ao Senhor teu Deus.” (Deuteronômio 22:5). Ora, para os que sustentam, por exemplo, que saia é roupa de mulher, e calça de homem, o contexto do texto refere-se a se portar, a querer ser, fazendo uso de vestimentas do sexo oposto, assim como fazem aqueles que optam pela homossexualidade e assumem a conduta do sexo oposto ao seu. O texto não trata de moda, afinal a moda é uma questão social e cultural, nada tem haver com a intenção original do texto. Vejamos estas fotos do início do século Vinte ( 1911-30), onde são apresentadas mulheres que tiveram uma comunhão com Deus, como as missionárias Sara Berg e Frida Vingren, em comparação a outra mulher que não era evangélica:

 

Tanto as nossas irmãs missionárias, como a distinta senhora (aparentando ser bem mais jovem que as irmãs) usavam saias, pois esse era os costumes para senhoras respeitáveis na sociedade brasileira no inicio do século XX. Em contrapartida o uso de calça, bem como terno e gravata era trajes típicos das vestimentas masculinas, ou das mulheres adeptas dos movimentos revolucionários socialistas e anarquistas, que em sua essência era contrario a qualquer postura cristã, ou qualquer uma tida como moralmente aceitável pela sociedade brasileira. Vemos também atrizes de cinema usarem calças, que a grosso modo, era comparáveis a prostitutas, veja foto:

Portanto, qualquer família “de bem”, nas décadas de 20,30 não veria com bom olhos a decisão de sua filha usar calça, muitos menos com satisfação.

Esta mentalidade enraizou-se nos Arraiais evangélicos e se perpetuaram durante muito tempo como um dogma bíblico, contudo, não passava de uma questão cultural e temporal, portanto passível de ser abolido.

Outro ponto muito abordado seria o de assistir ou não televisão, quanto a este ponto não me prolongarei, pois ficou mais que provado que o mal não está em ver TV e sim no que se vê (Mateus 6.23). Nesta mesma linha seguem a proibição de jóias, maquiagem, prática de esportes e uma infinita lista, que de forma resumida serve para “santificar” os crentes. Mas será que serve mesmo? Responderei com o apostolo Paulo ao afirmar que: “Essas regras têm, de fato, aparência de sabedoria, com sua pretensa religiosidade, falsa humildade e severidade com o corpo, mas não têm valor algum para refrear os impulsos da carne.”(Colossenses 2:23). Com isto, não tiro o valor social que alguns hábitos possuem, como por exemplo, para dar identidade a um grupo, porém não há respaldo bíblico na dispensarão da Graça para “Não manuseie!”, “Não prove!”, “Não toque!”? (Colossenses 2:20). Estaria eu concordando com a liberdade excessiva? Vejamos, então….

  • · Agora é “oba, oba”!

Em oposição aos extremistas evangélicos tem a turma do “tudo me é permitido”, semelhante aos Coríntios (1corintios 6.12). Com base neste discurso, se entregam aos desejos da carne, através de uma sensualidade desenfreada, dando vazão aos frutos da carne (Gálatas 5:19). Seria uma contradição da Bíblia? Claro que não! Os bons costumes não devem ser impostos, porem eles devem brotar na vida do Cristão. Imaginem vocês, tem Igrejas batizando “irmãos” em toboágua, e o pior as irmãzinhas usando roupas extremante sensuais,CLIQUE AQUI e veja a cena patética. Outros fazem do culto uma verdadeira balada Gospel, veja reportagem daREVISTA ÉPOCA. São condutas que não condizem com o espirito que habita no Cristão.

A Palavra de Deus deve ser o padrão na vida do crente em Jesus, para isso Paulo nos aponta a solução, em uma Igreja que achava que por ser livre podia fazer tudo, vejamos o que diz: “Tudo me é permitido”, mas nem tudo convém. “Tudo me é permitido”, mas eu não deixarei que nada me domine.”(1 Coríntios 6.12). Com esta posição moderada Paulo dizia que nada seria proibido para um cristão que verdadeiramente nasceu de novo, porém, caberia a ele mesmo, julgar se tal atitude, se tal roupa, se determinado comportamento na Igreja deve ou não ser utilizado. Sendo que está decisão seria mediada única e exclusivamente pelo Espírito Santo de Deus, que faz morada no crente( 1 Coríntios 6:19).

  • · E agora o que devo fazer?

Você deve agir em conformidade com a Palavra de Deus que nos ensina que “Finalmente, irmãos, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas.”(Felipenses 4:8). Com esta afirmação entendemos que para o Cristão, não interessa o que nos dizem, mas sim o que a Palavra de Deus fala e ela não deixa espaço nem para legalismo excessivo nem para a liberdade exagerada. A moderação é o ponto chave de toda a questão, e o modelo Fruto do Espírito, que é: “[…] alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei.” ( Gálatas 5:22,23)

Autor: Jefferson Rodrigues- vistem o blog  HISTORIA COM CRISTO(clique aqui)

Publicado por: juventudeonline | 25 maio, 2011

Participe do I Canta UMADET de Teresina!!!

Principais regras do I Canta UMADET

  1. 1.    INSCRIÇÕES:

– Custará 10,00 reais e valerá até a final no dia 07/09/11, deverá ser realizada até o dia 12/06/2011

– Junto a inscrição o candidato deverá apresentar uma única musica, que ele (o candidato) defenderá até a final. Deve ainda, levar a musica original (cantor) gravada em CD (não podendo ser musica inédita) para ser analisada pelos jurados da UMADET.

  1. 2.    CANDIDATO:

– O candidato tem que ter entre 12 e 35 anos de idade, caso seja menor de idade, os pais deverão autorizá-lo a participar. Esta autorização é a assinatura na ficha de inscrição. Nada no edital impede um candidato que tenha cd gravado de participar.

3. Como será a classificação:

– Acontecerá em três etapas: a primeira acontecerá em cada setor (nosso caso B Norte), nesta etapa serão selecionados 3 candidatos para concorrer com os demais da zona Norte(setores A, C, D e E Norte). A segunda etapa será uma seleção entre os setores da Zona Norte(setores A,B, C, D e E Norte), desta etapa serão selecionados 3 caandidatos para disputarem a final em 07/09/2011

– A  grande final acontecerá no dia 07/09/11 e será a disputa entre as 4 zonas de Teresina ( Norte, Sul, Leste e Sudeste), totalizando 12 candidatos. Todos os finalistas participarão da gravação de um CD patrocinado pela UMADET. Os três primeiros colocados receberão a premiação de R$ 500,00, R$300,00  e R$ 200,00 respectivamente.

4. Itens a serem julgados:

a. Afinação; b. Ritimo; c. Interpretação. d. Domínio de palco

5. Edital

Demais itens e regulamentos constam no edital que está a disposição no site: http://www.assembleiadedeusthe.com.br

Por: Jefferson Rodrigues- visitem o blog Historia com Cristo, clique AQUI

Publicado por: juventudeonline | 24 maio, 2011

Os corajosos poderiam se levantar, por favor?

Recebi esse e-mail de um amigo meu resolvi postar aqui…

Por Sandro Baggio
25 de março de 2008

Não há como não se emocionar ao assistir os momentos finais do filme Coração Valente, quando William Wallace está sendo torturado diante de uma multidão de curiosos e seu carrasco quase que roga para que ele peça por misericórdia. Em vez disso, Wallace reune o que lhe resta de força e brada: “Liberdade!”
William Wallace não estava tentando ficar famoso ou escrever seu nome na história. Mas quando surgiu um momento decisivo, ele seguiu sua consciência e lutou pela liberdade do seu povo com bravura e coragem.
Vivemos hoje momentos decisivos na história da Igreja (pelo menos da sua ala Protestante Evangélica). Em quase todo o mundo, pessoas estão cada vez mais cansadas do que vêem sendo feito e pregado em nome do Cristo. Igrejas que se transformaram em verdadeiros partidos políticos e impérios pessoais. Líderes megalomaníacos que seduzem, manipulam e dominam rebanhos incapazes de discenir a mão direita da esquerda. Pastores envolvidos em escândalos financeiros, morais e políticos que apelam para teorias de perseguição religiosa em vez de se arrepender e voltar ao primeiro amor. Crentes mornos, sem paixão pela verdade, vivendo uma espiritualidade do templo completamente desconectada com o restante de suas vidas. Precisamos de uma nova Reforma, desta vez no seio no Evangelicalismo.
Francamente, estou cansado de ouvir pessoas dizendo: “Deus está no controle”, “A Igreja é de Deus” e “Nós devemos orar”, quando sua liderança maior está envolvida em escândalos, esquemas politicos e evidentemente enamorada com o poder.
Sim! Sim! E sim! Deus sempre está no controle! Ele é o Senhor da Igreja! E definitivamente devemos orar!
Lutero acreditava em todas essas coisas, mas ele não ficou calado quando a Igreja de seus dias estava mergulhada na política, venda de indulgências e poder papal. Ele agiu! É por isso que a história do Cristianismo foi mudada. É por isso que temos uma igreja livre do papado e de Roma hoje e podemos ler a Bíblia em nossa própria lingua.
Não deveríamos ter a mesma atitude se realmente queremos uma igreja renovada para nós, nossos filhos e para as gerações vindouras? Se não estamos contentes com a política na igreja (e com a política eclesiástica) que temos hoje, será que não deveríamos começar a fazer algo em relação a isso agora, antes que seja tarde demais?
Deus estava no controle durante a Segunda Guerra Mundial, enquanto Hitler dizimava seis milhões de judeus. Muitos pastores e líderes cristãos ficaram calados. Nós nem sequer ouvimos falar sobre eles. Sua atitude não nos inspira. Na verdade, podemos até pensar deles com um certo descaso, por causa de sua complacência e comprometimento com o sistema nazista. Mas quando pensamos naquela época, somos inspirados por pessoas como Corrie ten Boom e sua família que decidiram não assistir à matança calados ainda que acreditassem na autoridade e soberania de Deus sobre a situação. Eles agiram, arriscaram suas vidas, não se curvaram diante do sistema com a desculpa de que deveriam obedecer cegamente às autoridades.
Assim como eles, o jovem pastor luterano Dietrich Bonhoeffer também não ficou calado. Nós não ouvimos sua história hoje por causa de sua teologia. Ele tem sido uma inspiração em nosso tempo justamente porque decidiu enfrentar os desafios de seu tempo, ainda que isso tenha lhe custado a liberdade e, por último, sua própria vida.
Deus estava no controle quando negros estavam sendo tratados como animais no sul dos Estados Unidos. O também jovem pastor batista Martin Luther King acreditava na soberania de Deus, mas mesmo assim ele decidiu confrontar o racismo e se manifestar por igualdade de direitos civis. Suas manifestações pacíficas foram acusadas de promover distúrbio da ordem. Sua família foi ameaçada, ele foi perseguido e morreu sonhando com uma sociedade mais justa. Foi porque ele não ficou calado que seus filhos e netos podem hoje viver o que ele sonhou e um negro tem chances reais de se tornar Presidente dos Estados Unidos.

Martin Luther King disse: “O que me preocupa não é o grito dos maus. É sim o silêncio dos bons.”
O que dizer do jovem pastor de ovelhas filho de Jessé? Ele poderia ter se escondido atrás da desculpa: “Esse problema não é da minha conta”, quando ouviu Golias desafiar os exércitos de Israel. Ele poderia ter dito: “Eu não sou soldado.” Ele poderia ter dado qualquer desculpa para não se envolver na luta. E se tivesse feito isso, nós não estaríamos ouvindo sobre ele ainda hoje. O que mais gostamos de contar para nossos filhos sobre Davi não é sobre seu reinado glorioso. O que inspira nossas vidas e nossos filhos é que ele enfrentou o desafio de seu tempo, mesmo que não fizesse parte do exército de Israel. Será que podemos sequer pregar sobre Davi se nós mesmos não estamos dispostos a nos envolver e enfrentar os desafios que temos diante de nós para uma Igreja melhor hoje?
E o que dizer de Sadraque, Mesaque e Abedenego, jovens companheiros de Daniel no exílio Babilônico? Eles poderiam simplesmente ter se curvado diante da estátua de ouro sob a desculpa de ter que obedecer as autoridades superiores. Mas não foi isso que fizeram. Pelo contrário, eles escolheram obedecer a Deus em vez de se curvar diante de homens ambiciosos e seus ídolos dourados. É por isso que a história deles nos inspira hoje, não é mesmo? Gostamos de ensiná-la nas escolas bíblicas para incentivar nossas crianças e jovens a não se curvar diante do sistema do mundo, não se render às tentações, não ceder às pressões a sua volta. Sugiro que a menos que estejamos dispostos a não nos curvar diante do sistema religioso profanado pela política e embriagado pelo poder, devemos parar de ensinar essa história em nossas igrejas e escolas bíblicas.

Quando a história da Igreja de nossos dias for escrita, o que será dito a nosso respeito? Como seremos retratados? Será como homens e mulheres de coragem e honra, dispostos a confrontar as potestades, arriscar nossa segurança e nos empenhar por uma igreja melhor, livre da política e do evangelho deturpado da prosperidade? Uma igreja comprometida com a Missão de Deus no mundo?
Será que podemos ouvir ecos do que disse Mordecai?
“Se você se calar, Deus levantará socorro de outro lugar… Mas quem sabe não foi para um momento como este que Deus lhe colocou aqui?”
Estamos dispostos a responder como a jovem Ester?
“Ore por mim… Eu falarei, não me calarei… Se perecer, pereci.”
A geração de cristãos comprometidos com o Evangelho de Cristo poderia se levantar, por favor?

 No Site:
 http://serjin.multiply.com/journal/item/5

Por Lívia Cavalcante.

Publicado por: juventudeonline | 20 maio, 2011

Mudei de endereço!!!

Caros irmãos e leitores do Juventudeonline, aviso a todos os amados que

o blog Historia com Cristo (do irmão Jefferson) mudou seu endereço, agora é:

historiacomcristo.blogspot.com

Desde já, agradeço a todos, em especial, a equipe Juventudeonline!

Em Cristo, Jefferson Rodrigues

Publicado por: juventudeonline | 18 maio, 2011

Olha Jesus na Austrália ai geeeeenteeee!!!!

Tem doido pra tudo neste mundo! Quem acreditou no Inri Cristo ” made in Brazil”, pode esquecer, o OMI é australiano e tem cara de surfista…rsrsr…e…. traz a novidade de ser casado…………..adivinha com quem?? Pode votar se quiser:

a) ( ) Maria da dona Chica

b) ( ) Maria Gasolina

c) ( ) Maria Vai com as outras

d) ( ) Maria Madelena

O GLOBO

Quando o pessoal da Bola de Neve souber que Jesus pega onda, vai ser um Alan Miller nos acuda…

Um casal que se diz a reencarnação de Jesus Cristo e Maria Madalena se estabeleceu no Cinturão Cristão de Queensland (Austrália).
Os dois estão atraindo discípulos do país inteiro. Os “novos” Jesus e Maria Madalena foram batizados como Alan John Miller, de 47 anos, e Mary Suzanne Luck, de 32. Eles estão baseados em uma propriedade rural em Wilkesdale.
Tss Tss… Gizuz australiano não respeita o código florestal!

“Meu nome é Jesus e estou falando sério”, declarou Alan John, segundo o “Courier Mail”.

“Jesus” comprou uma propriedade de 16 hectares em 2007. Desde então, os seus seguidores compraram terrenos na vizinhança. Corretores locais revelaram um boom na procura por áreas em Wilkesdale.
Obviamente, “Jesus” e “Maria Madalena” vivem de doações. Os seguidores da Verdade Divina arrecadaram o equivalente a 690 mil reais e adquiriram uma propriedade de 240 hectares, onde realizam os cultos. Em uma aparente “coincidência”, o desmatamento do terreno acabou criando uma cruz gigante. Os moradores insistem que nada foi proposital.
As igrejas católica e anglicana da Austrália acenderam o sinal de alerta
O escritor Dan Brown, em “O Código Da Vinci”, sugere que, no famoso quadro que retrata Jesus na última ceia, de Leonardo da Vinci, havia um apóstolo com traços femininos. Ele seria simplesmente Maria Madalena, a suposta prostituta que Jesus salvara.

Fonte: O Globo

Colaboração: Jeffereson Rodrigues – visitem o blog Historia com Cristo: jeffersonjeronimo.blogspot.com

Publicado por: juventudeonline | 12 maio, 2011

Dois surdos: os religiosos e o movimento gay

A decisão do STF, de ser comemorada e criticada, é apenas mais um round na luta irracional que se desenvolve entre religiosos e o movimento gay. O STF acertou na decisão, mas errou em sua abordagem. Ao invés de interpretar a Constituição, ousou reescrevê-la sem legitimidade para tanto. Mas, que razões levaram a Corte Suprema a isso? A imperdoável incapacidade dos contendores de agir de forma tolerante, democrática e respeitosa. A terrível intenção, de ambos os lados, de forçar o outro a seguir seus postulados, em atentado contra a liberdade de escolha, opinião e crença.

Quem ler os relatos contidos em anais da constituinte verá que incluir o casamento gay na Constituição foi assunto derrotado nas votações. O STF mudar esse conceito e ignorar a decisão do constituinte originário é ativismo judicial da pior espécie, mas o STF tem suas razões: os religiosos, ao invés de negociar uma solução, se negam a mexer na Constituição.

O erro da intolerância, o movimento gay também comete ao tentar impor um novo conceito de casamento ao invés da aceitação da união civil estável homoafetiva, e mais ainda, ao defender um projeto de lei contra homofobia que desrespeita a liberdade de opinião e religiosa (PLC 122). Isso para não falar do “kit gay”, uma apologia ofensiva e inaceitável para grande parcela da população. Não há santos aqui, só pecadores. Em ambos os lados.

Erram os religiosos ao querer impedir a união civil homossexual, calcando-se em suas crenças, as quais, evidentemente, não podem ser impostas à força. Mas erra também o movimento gay em querer enfiar goela abaixo da sociedade seus postulados particulares. Vivemos uma era de homofobia e teofobia, uma época de grupos discutindo não a liberdade, mas quem terá o privilégio de exercer a tirania.

Negar o direito dos gays é tirania dos religiosos. De modo idêntico, impor sua opinião aos religiosos, ou calá-los, ou segregá-los nas igrejas como se fossem guetos é tirania do movimento gay. Nesse diálogo de surdos, o STF foi forçado a decidir em face da incompetência do Congresso, dos religiosos e do movimento gay, pela incapacidade de se respeitar o direito alheio.

Anotemos os fatos. O STF existe para interpretar a Constituição, não para reescrevê-la. Onze pessoas, mesmo as mais sábias, não têm legitimidade para decidir em lugar dos representantes de 195 milhões de brasileiros. Os conceitos “redefinidos” pelo STF são uma violência contra a maioria da população. Nesse passo, basta ler o artigo Ulisses e o canto das sereias: sobre ativismos judiciais e os perigos da instauração de um terceiro turno da constituinte, de Lênio Luiz Streck, Vicente de Paulo Barreto e Rafael Tomaz de Oliveira, disponível em meu blog. O resumo: apenas Emenda à Constituição pode mudar esse tipo de entendimento. O problema: a maioria se recusa a discutir uma solução contemporizadora que respeite e englobe a todos.

O Supremo agiu bem em alertar sobre a incapacidade das partes de resolverem seus problemas no Congresso, mas errou em, ao invés de se limitar a assegurar direitos de casais discriminados, invadir o texto da Constituição para mudá-lo manu militari.

O STF não se limitou a garantir a extensão de direitos, mas quis reescrever a Constituição e modificar conceitos, invadindo atribuições do Poder Legislativo. Conceder aos casais homossexuais direitos análogos aos decorrentes da união estável é uma coisa, mas outra coisa é mudar conceito de termos consolidados, bem como inserir palavras na Constituição, o que pode parecer um detalhe aos olhos destreinados, mas é extremamente grave e sério em face do respeito à nossa Carta Magna. “Casamento” e “união civil” não são mera questão de semântica, mas de princípios, Nem por boas razões o STF pode ignorar os princípios da maioria da população e inovar sem respaldo constitucional.

Enfrentar discriminações é louvável, mas agir com virulência contra os conceitos tradicionais, e, portanto, contra o Congresso e a maioria da população, diminui a segurança jurídica diante da legislação. A tradição existe por algum motivo e não deve ser mudada pelo voto de um pequeno grupo, mas pela consulta ao grande público ou através de seus representantes, eleitos para isso.

O art. 1.726 do Código Civil diz que uma união estável pode ser convertida em casamento mediante requerimento ao juiz. Ora, pelo que o STF decidiu, foi imposto, judicialmente, o casamento gay. Até os ativistas gays, os moderados, claro, consignam o cuidado de não se chamar de casamento a união civil. Os ativistas não moderados, por sua vez, queriam exatamente isso: enfiar goela abaixo da maioria uma redefinição do conceito de casamento. Não se pode, nem se deve, impedir que um casal homossexual viva junto e tenha os direitos que um casal heterossexual tem, mas também não se pode impor um novo conceito que a maioria recusa.

Abriu-se, em uma decisão com intenção meritória, o precedente de o STF poder substituir totalmente o Congresso. Salvo expressa determinação da Constituição para que o faça, quando o Congresso não legisla sobre um tema, isso significa que ele não quer fazê-lo, pois se quisesse o teria feito. Há um período de negociação, existem trâmites, existem protocolos. O STF não pode simplesmente legislar em seu lugar, tomar as rédeas do processo legislativo. Mas, que o Congresso e as maiorias façam sua mea culpa em não levar adiante a solução para esse assunto.

O STF deve proteger as minorias, mas não tem legitimidade para ir além da Constituição e profanar a vontade da maioria conforme cristalizada na Constituição. O que houve está muito perto de criar, pelas mãos do STF, uma ditadura das minorias, ou uma ditadura de juízes. O STF é o último intérprete da Constituição, e não o último a maculá-la. Ou talvez o primeiro, se não abdicar de ignorar que algumas coisas só os representantes eleitos podem fazer.

Precisamos caminhar contra a homofobia e o preconceito. E também precisamos lembrar que cresce em nosso meio uma nova modalidade de preconceito e discriminação: a teofobia, a crençafobia e a fobia contra a opinião diferente – o que já vimos historicamente que não leva a bons resultados.

O PLC 122, em sua mais nova emenda, quer deixar ao movimento gay o direito de usar a mídia para defender seus postulados, mas nega igual direito aos religiosos. Ou seja, hoje, já se defende abertamente o desrespeito ao direito de opinião, de expressão e de liberdade religiosa. Isso é uma ditadura da minoria! Isso é, simplesmente, inverter a mão do preconceito, é querer criar guetos para os religiosos católicos, protestantes, judeus e muçulmanos (e quase todas as outras religiões que ocupam o planeta) que consideram a homossexualidade um pecado. Sendo ou não pecado, as pessoas têm o direito de seguir suas religiões e expressar suas opiniões a respeito de suas crenças.

E se o STF entender que o direito de opinião e expressão não é bem assim? Isso já é preocupante, porque o precedente acaba de ser aberto. E se o STF quiser, assim como adentrou em atribuições do Congresso, adentrar naquilo que cada religião deve ou não professar?

O fato é que as melhores decisões podem carregar consigo o vírus das maiores truculências. Boa em reconhecer a necessidade de retirar do limbo os casais homossexuais, a decisão errou na medida. Quanto ao mérito da questão, os religiosos e ativistas moderados deveriam retomar o comando a fim de que a sociedade brasileira possa conviver em harmonia dentro de nossa diversidade.

Fonte e autoria: William Douglas é juiz federal , mestre em Direito, especialista em políticas públicas e governo. www.williamdouglas.com.br

 


Colaboração: Jefferson Rodrigues

Publicado por: juventudeonline | 6 maio, 2011

Sou um escolhido de “deus”!


Texto base: É necessário que ele cresça e que eu diminua”. (João 3.30)

“Sou escolhido de ‘deus’ para ocupar este cargo”! Eita frasezinha usada, no meio do nosso povo evangélico! Quantas atitudes injustas foram produzidas pautadas nesta afirmação ou em outras de mesmo sentido, como por exemplo, “não toques no ungido do Senhor”. São pessoas que se utilizam de sua posição diante da comunidade cristã para cometer as mais diversas barbaridades. São homens e mulheres que preferem ver sua vida crescendo ao invés de verem o nome de Jesus sendo exaltado. Nos últimos dias temos acompanhado pela televisão e internet inúmeros debates e discussões entre homens que se dizem escolhidos por Deus, todos com o único objetivo: disputa pelo poder! Mas este é o padrão deixado por Cristo? É claro que não! Este é o modelo típico de homens. Homens que buscam sua própria gloria ao invés de buscarem glorificar o nome do Senhor Jesus através de suas boas obras (Mateus 5:16).

 Entre os próprios discípulos de Jesus houve disputa por poder, queriam saber quem era o maior no Reino do céu (Mateus18: 1). Agora observem, eles andavam com Jesus, ouviam seus ensinamentos, viam o que Jesus fazia, mas mesmo assim não compreenderam a mensagem do amado Mestre. Em meio a discussão entre os discípulos, Jesus foi obrigado a dizer que eles não eram convertidos (Mateus 18:3) e que era necessário eles se fazerem iguais a meninos. Com esta atitude, Jesus deixava claro que não era com disputa por poder ou por ocupar o melhor cargo, usar a melhor roupa, possuir a maior igreja, que um discípulo entraria no Reino do céu, ou seja, que seria verdadeiramente salvo. Antes era sua conduta sincera, sua humildade (v. 4) que lhes garantiriam esta possibilidade.

 Infelizmente amados, a coisa tem sido bem diferente em nossos dias, é o homem que se sobressai ao direcionamento de Deus. São pastores e obreiros se digladiando, se ofendendo, e até mesmo deixando de se relacionarem apenas porque o outro não concorda com sua opinião! Meus amados precisamos conviver com o diferente, o que não implica eu concordar sempre com o que ele me diz. Um filosofo francês do século XVIII chamado Voltaire disse a seguinte frase: “Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.” Com esta afirmação, Voltaire defendia o direito de expressão alheia, contudo, não se colocava na condição de capacho de ninguém, pois poderia discordar com o outro, sem contudo o impedir de se expressar. Veja bem, este pensamento foi desenvolvido e defendido por alguém que não se dizia cristão, por um homem que nem mesmo acreditava nos ensinamentos de Jesus! Agora me digam será razoável em nosso meio haver “ditadura” da palavra, onde somente o que você diz é o que está correto? Como diz a Palavra de Deus “[…] porque os filhos deste mundo são mais prudentes na sua geração do que os filhos da luz.”(Lucas 16:8b).

Você pode estar se perguntando: Mas de que você esta falando mesmo? Bem, não irei me reportar a nenhum evento específico [pelo menos neste espaço], mas quero dizer que nós enquanto povo de Deus somos livres (João 8:32; Romanos 8:1) e temos liberdade de expor nossa opinião, liberdade para escolher nossos líderes, sem estar sendo ameaçado de um castigo eterno, como fez a igreja católica, durante a Idade Média. E quanto a estes “líderes”, que se utilizam de manobras psicológicas ou políticas para oprimir, ou supostamente conduzir, o povo de Deus, eles sim irão prestar contas diante do Senhor (Hebreus 13:17) por cada ovelha que lhes foram entregues e foram negligenciadas por razões pessoais.

Saiba que nem todos que exercem um cargo de liderança são  escolhidos de Deus, muitos casos são frutos de interesse meramente humanos. Temos diversos exemplos na Palavra que nos mostra como o Senhor Deus PERMITIU e não ESCOLHEU, alguns homens responsáveis por liderar o povo Dele, como foi o caso da maioria dos reis de Israel depois de Salomão (cf. os livro de Crônicas e Reis). Contudo Deus responde aos anseios do povo, fazendo com que eles aprendam com suas próprias escolhas. Por isso meu irmão não entre nesta onda de escolhido de ‘deus’, saiba que a palavra nos dá a receita para saber quem são homens e mulheres escolhidas verdadeiramente, não de ‘deus’, mas do Deus Todo Poderoso, e a receita é bem simples. Entre vários “ingredientes” que um líder escolhido por Deus deve possuir citarei 3 que, a meu ver, são fundamentais:

a)    TEM HUMILDADE – “É necessário que ele [Jesus] cresça e que eu diminua”. (João 3.30)

b)    DÁ BONS FRUTOS – “Cuidado com os falsos profetas. Eles vêm a vocês vestidos de peles de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores. Vocês os reconhecerão por seus frutos. Pode alguém colher uvas de um espinheiro ou figos de ervas daninhas?”(Mateus 7:15,16, NVI)

c) PRIORIZA O EVANGELHO – “O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios. Tais ensinamentos vêm de homens hipócritas e mentirosos, que têm a consciência cauterizada […] Rejeite, porém, as fábulas profanas e tolas e exercite-se na piedade.” (1 Timóteo 1,2,7, NVI)

Se o seu líder possui estes ingredientes, então ele realmente é um escolhido de Deus e fará o que é melhor para o povo de Deus! Reflitam sobre isto e que o Senhor nos dê entendimento para compreender o que é do homem e o que provém do Eterno.

Autor: Jefferson Rodrigues – visitem o blog Historia com Cristo: jeffersonjeronimo.blogspot.com

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