Estudos Bíblicos

  As Festas Juninas

Introdução

Depois do Carnaval, o evento mais esperado do calendário brasileiro são as festas juninas,que animam todo o mês de junho com muita música caipira, quadrilhas, comidas e bebidas típicas em homenagem a três santos católicos: Santo Antônio, São João e São Pedro.

Naturalmente as festas juninas fazem parte das manifestações populares mais praticadas no Brasil.

Seria as festas juninas folclore ou religião? Até onde podemos distinguir entre ambos? Neste estudo não pretendemos atacar a religião católica, já que todos podem professar a religião que bem desejarem, o que também é um direito constitucional. mas tão somente confrontar tais práticas com o que diz a Bíblia.


Herança Portuguesa

A palavra folclore é formada dos termos ingleses folk (gente) e lore (sabedoria popular ou tradição) e significa “o conjunto das tradições, conhecimentos ou crenças populares expressas em provérbios, contos ou canções; ou estudo e conhecimento das tradições de um povo, expressas em suas lendas, crenças, canções e costumes.

Como é do conhecimento geral, fomos descobertos pelos portugueses, povo de crença reconhecidamente católica. Suas tradições religiosas foram por nós herdadas e facilmente se incorporaram em nossas terras, conservando seu aspecto folclórico. Sob essa base é que instituições educacionais promovem, em nome do ensino, as festividades juninas, expressão que carrega consigo muito mais do que uma simples relação entre a festa e o mês de sua realização.

Entretanto, convém salientar a coerente distancia existente as finalidades educacionais e as religiosas.

é bom lembrar também que nessa época as escolas, “em nome da cultura”, incentivam tais festas por meio de trabalhos escolares, etc… A criança que não tem como se defender aceita, pois se sente na obrigação de respeitar a professora que lhe impõe estes trabalhos (sobre festa Junina), e em alguns casos é até mesmo ameaçada com notas baixas, porquê a professora, na maioria das vezes, é devota de algum santo, simpatizante ou praticante da religião Católica, que é a maior divulgadora desta festa. Neste momento quando se mistura folclore e religião, a criança -inocente por natureza – rapidamente se envolve com as músicas, brincadeiras, comidas e doces. Aliás, não existiria esta festa não fosse a religião. Inclusive existe a competição entre clubes, famílias ou grupos para realizarem a maior ou a melhor festa junina da rua, do bairro, da fazenda, sítio, etc…

Além disso, não podemos nos esquecer de que o teor de tais festas oscila de região para região do país, especialmente no norte e no nordeste, onde o misticismo católico é mais acentuado.

As mais tradicionais festas juninas do Brasil acontecem em Campina Grande (Paraíba) e Caruaru (Pernambuco).

O espaço onde se reúnem todos os festejos do período são chamado de arraial. Geralmente é decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e palha de coqueiro. Nos arraiás acontecem as quadrilhas, os forrós, leilões, bingos e os casamentos caipiras.

Uma Suposta Origem das Festividades

Para as crianças católicas, a explicação para tais festividades é tirada da Bíblia com acréscimos mitológicos. Os católicos descrevem o seguinte:

“Nossa Senhora e Santa Isabel eram muito amigas. Por esse motivo, costumavam visitar-se com freqüência, afinal de contas amigos de verdade costumam conversar bastante. Um dia, Santa Isabel foi à casa de Nossa Senhora para contar uma novidade: estava esperando um bebê ao qual daria o nome de João Batista. Ela estava muito feliz por isso! Mas naquele tempo, sem muitas opções de comunicação, Nossa Senhora queria saber de que forma seria informada sobre o nascimento do pequeno João Batista. Não havia correio, telefone, muito menos Intemet. Assim, Santa Isabel combinou que acenderia uma fogueira bem grande que pudesse ser vista à distância. Combinou com Nossa Senhora que mandaria erguer um grande mastro com uma boneca sobre ele. O tempo passou e, do jeitinho que combinaram, Santa Isabel fez. Lá de longe Nossa Senhora avistou o sinal de fumaça, logo depois viu a fogueira. Ela sorriu e compreendeu a mensagem. Foi visitar a amiga e a encontrou com um belo bebê nos braços, era dia 24 de junho. Começou, então, a ser festejado São João com mastro, fogueira e outras coisas bonitas, como foguetes, danças e muito mais!”.

Como podemos ver, a forma como é descrita a origem das festas juninas é extremamente pueril, justamente para que alcance as crianças.

As comemorações do dia de São João Batista, realizadas em 24 de junho, deram origem ao ciclo festivo conhecido como festas juninas. Cada dia do ano é dedicado a um dos santos canonizados pela Igreja Católica. Como o número de santos é maior do que o número de dias do ano, criou-se então o dia de “Todos os Santos”, comemorado em 1 de novembro. Mas alguns santos são mais reverenciados do que outros. Assim, no mês de junho são celebrados, ao lado de São João Batista, dois outros santos: Santo Antônio, cujas festividades acontecem no dia 13, e São Pedro, no dia 28.

Na Europa antiga, bem antes do descobrimento do Brasil, já aconteciam festas populares durante o solstício de verão (ápice da estação), as quais marcavam o início da colheita. Dos dias 21 a 24, diversos povos , como celtas, bascos, egípcios e sumérios, faziam rituais de invocação da fertilidade para estimular o crescimento da vegetação, prover a fartura nas colheitas e trazer chuvas. Nelas, ofereciam-se comidas, bebidas e animais aos vários deuses em que o povo acreditava. As pessoas dançavam e faziam fogueiras para espantar os maus espíritos. Por exemplo: as cerimônias realizadas em Cumberland, na Escócia e na Irlanda, na véspera de São João, consistiam em oferecer bolos ao sol, e algumas vezes em passar crianças pela fumaça de fogueiras.

Plágio do Paganismo

As origens dessa comemoração também remontam à antiguidade, quando se prestava culto à deusa Juno da mitologia romana. Os festejos em homenagem a essa deusa eram denominados “junônias”. Daí temos uma das procedências do atual nome “festas juninas”.

Tais celebrações coincidiam com as festas em que a Igreja Católica comemorava a data do nascimento de São João, um anunciado da vinda de Cristo. O catolicismo não conseguiu impedir sua realização. Por isso, as comemorações não foram extintas e, sim, adaptadas para o calendário cristão. Como o catolicismo ganhava cada vez mais adeptos, nesses festejos acabou se homenageando também São João. É por isso que no inicio as festas eram chamadas de Joaninas e os primeiros paises a comemorá-las foram França, Itália, Espanha e Portugal.

Os jesuítas portugueses trouxeram os festejos joaninos para o Brasil. As festas de Santo Antonio e de São Pedro só começaram a ser comemoradas mais tarde, mas como também aconteciam em junho passaram a ser chamadas de festas juninas. O curioso é que antes da chegada dos colonizadores, os índios realizavam festejos relacionados à agricultura no mesmo período. Os rituais tinham canto, dança e comida. Deve-se lembrar que a religião dos índios era o animismo politeísta (adoravam vários elementos da natureza como deuses).

As primeiras referências às festas de São João no Brasil datam de 1603 e foram registradas pelo frade Vicente do Salvador, que se referiu aos nativos que aqui estavam da seguinte forma: “os índios acudiam a todos os festejos dos portugueses com muita vontade, porque são muito amigos de novidade, como no dia de São João Batista, por causa das fogueiras e capelas”.

Religiões de várias regiões do Brasil, principalmente na Bahia, aproveitam-se desse período de festas juninas para manifestar sua fé junto com as comemorações católica. O Candomblé, por exemplo, ao homenagear os orixás de de sua linha, mistura suas práticas com o ritual católico. Assim, durante o mês de junho, as festas romanas ganham um cunho profano com muito samba de roda e barracas padronizadas que servem bebidas e comidas variadas. Paralelamente as bandas de axé music se espalham pelas ruas das cidades baianas durante os festejos juninos.

Sincretismo Religioso

Um fator fundamental na formação do sincretismo é que, de acordo com as tradições africanas, divindades conhecidas como orixás governavam determinadas partes do mundo. No catolicismo popular, os santos também tinham esse poder. “Iansã protege contra raios e relâmpagos e Santa Bárbara protege contra raios e tempestades. Como as duas trabalham com raios, houve o cruzamento. Cultuados nas duas mais populares religiões afro-brasileiros – a umbanda e o candomblé – cada orixá corresponde a um santo católico. Ocorrem variações regionais. Um exemplo é Oxóssi, que é sincretizado na Bahia com São Jorge mas no Rio de Janeiro representa São Sebastião. Lá, devido ao candomblé, o Santo Antônio das festas juninas é confundido com Ogun, santo guerreiro da cultura afro-brasileira.


Superstições

1- A Puxada do Mastro

Puxada do mastro é a cerimônia de levantamento do mastro de São João, com banda e foguetório. Além da bandeira de São João, o mastro pode ter as de Santo Antonio e São Pedro, muitas vezes com frutas, fitas de papel e flores penduradas. O ritual tem origem em cultos pagãos, comemorativos da fertilidade da terra, que eram realizados no solstício de verão, na Europa.

Acredita-se que se a bandeira vira para o lado da casa do anfitrião da festa no momento em que é içada, isto é sinal de boa sorte. O contrario indica desgraça. E caso aponte em direção a uma pessoa essa será abençoada.

Sobre as fogueiras há duas explicações para o seu uso. Os pagãos acreditavam que elas espantavam os maus espíritos. Já os católicos acreditavam que era sinal de bom presságio. Conta uma lenda católica que Isabel prima de Maria, na noite do nascimento de João Batista , ascendeu uma fogueira para avisar a novidade à prima Maria, mãe de Jesus. Por isso a tradição é acendê-las na hora da Ave Maria (às 18h).

2- As Fogueiras

Você sabia ainda que cada uma das três festas exige um arranjo, diferente de fogueira? Pois é, na de Santo Antonio, as lenhas são atreladas em formato quadrangular; na de São Pedro, são em formato triangular e na de São João possui formato arredondado semelhante à pirâmide.

Já os fogos dizem alguns, eram utilizados na celebração para “despertar” São João e chamá-lo para as comemorações de seu aniversário. Na verdade os cultos pirolátricos são de origem portuguesa. Antigamente em Portugal, acreditava-se que o estrondo de bombas e rojões tinha como finalidade espantar o diabo e seus demônios na noite de São João.

A saciedade “Amigos do Balão” nasceu em 1998 para defender a presença do ‘balão junino’ nessas festividades. O padre jesuíta Bartolomeu de Gusmão e o inventor Alberto Santos são figuras ilustres entre os brasileiros por soltarem balões por ocasião das festas juninas de suas épocas, portanto podemos dizer que eles foram os precursores dessa prática.

3- Os Fogos de Artifício

4- Os Balões

Hoje, como sabemos, as autoridades seculares recomendam os devotos a abster-se de soltar balões pelos incêndios que podem provocar ao caírem em urna floresta, refinaria de petróleo, casas ou fábricas. Essa brincadeira virou crime em 1965, segundo o artigo 26 do Código Florestal. Também está no artigo 28 da lei das Contravenções penais, de 1941. O infrator pode ir para a cadeia. Não obstante, essa prática vem resistindo às proibições das autoridades. Geralmente, os balões trazem inscrições de louvores aos santos de devoção dos fiéis, como por exemplo, “VIVA SÃO JOÃO!! !“, ou a outro santo qualquer comemorado nessas épocas.

Todos os cultos das festas juninas estão relacionados com a sorte. Por isso os devotos acreditam que ao soltar balão e ele subir sem nenhum problema, os desejos serão atendidos, caso contrário (se o balão não alcançar as alturas) é um sinal de azar.

A tradição também diz que os balões levam os pedidos dos homens até São João. Mas tudo isso não passa de crendices populares.


OS SANTOS

Santo Antônio

Alguns dizem que o nome verdadeiro desse santo não é Antônio, mas Fernando de Bulhões, segundo estes, ele nasceu em Portugal em 15 de agosto de 1195 e faleceu em 13 de junho de 1231.

Outros porém, afirmam que Fernando de Bulhões foi a cidade onde nasceu. Aos 24 anos, já na Escola Monástica de Santa Cruz de Coimbra, foi ordenado sacerdote.

Dizem que era famoso por conhecer a Bíblia de cor. Ao tomar conhecimento de que quatro missionários foram mortos pelos serracenos, decidiu mudar-se para Marrocos. Ao retomar para Portugal, a embarcação que o trazia desviou-se da rota por causa de uma tempestade, e ele foi parar na Itália. Lá, foi nomeado pregador da Ordem Geral.

Depois de um encontro com os discípulos de Francisco de Assis, entrou para a ordem dos franciscanos e foi rebatizado de Antônio. Viveu tratando dos enfermos e ajudando a encontrar coisas perdidas. Dedicava-se ainda em arranjar maridos para as moças solteiras. Sua devoção foi introduzida no Brasil pelos padres franciscanos, que fizeram erigir em Olinda (PE) a primeira igreja dedicada a ele. Faz parte da tradição que as moças casadouras recorram a Santo Antônio, na véspera do dia 13 de junho, formulando promessas em troca do desejado matrimônio. Esse fato acabou curiosamente transformando 12 de junho no “Dia dos Namorados”.

A fama de casamenteiro surgiu mesmo depois de sua morte, no século XIV. Diz a lenda que uma moça pobre pediu ajuda a Santo Antonio e conseguiu o dote que precisava para poder casar. A história se espalhou e hoje é o santo que homens e mulheres recorrem quando o objetivo é encontrar sua metade.

No dia 13, multidões se dirigirem às igrejas pelo pão de Santo Antônio. Dizem que é bom carregar o santo na algibeira para receber proteção.

Uma outra curiosidade é que a imagem deste santo sempre aparece com o menino Jesus no colo. Você sabe por quê? Existem duas versões para isso: uma, diz que o menino representa o quanto ele era adorado pelas crianças; a outra, que ele era um pregador tão brilhante que dava vida aos ensinos da Bíblia. O menino seria a personificação da palavra de Deus.

É bastante comum entre as devotas de Santo Antônio colocá-lo de cabeça para baixo no sereno amarrado em um esteio. Ou então jogá-lo no fundo do poço até que o pedido seja satisfeito. Depois cantam:

“Meu Santo Antônio querido,

As festas antoninas são urbanas, caseiras, domésticas, porque Santo Antônio é o santo dos nichos e das barraquinhas.

Meu santo de carne e osso,

Se tu não me deres marido,

Não te tiro do poço”.

Na A Tribuna de 14 de junho de 1997, página A8, lemos: “O dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro, foi lembrado.., com diversas missas e a distribuição de 10 mil pãezinhos. Milhares de fiéis compareceram às igrejas para fazer pedidos, agradecer as graças realizadas e levar os pães, que, segundo dizem os fiéis, simbolizam a fé e garantem fartura à mesa”. Ainda para Santo Antônio, cantam seus admiradores:

“São João a vinte e quatro,

São Pedro a vinte e nove,

Santo Antônio a treze,

Por ser o santo mais nobre”.


São João

A Igreja Católica o consagrou santo. Segundo essa igreja, João Batista nasceu em 29 de agosto, em 31 A.D., na Palestina, e morreu degolado por Herodes Antipas, a pedido de sua enteada Salomé (Mt 14.1-12). A Bíblia, em Lucas 1.5-25, relata que o nascimento de João Batista foi um milagre, visto que seus pais, Zacarias e Isabel, na ocasião, já eram bastante idosos para que pudessem conceber filhos.

Em sua festa, São João é comemorado com fogos de artifício, tiros, balões coloridos e banhos coletivos pela madrugada. Os devotos também usam bandeirolas coloridas e dançam. Erguem uma grande fogueira e assam batata-doce, mandioca, cebola-do-reino, milho verde, aipim etc. Entoam louvores e mais louvores ao santo.

As festas juninas são comemoradas de uma forma rural, sempre ao ar livre, em pátios e/ou grandes terrenos previamente preparados para a ocasião.

João Batista, biblicamente falando, foi o precursor de Jesus e veio para anunciar a chegada do Messias. Sua mensagem era muito severa, conforme registrado em Mateus 3.1-11. Quando chamaram sua atenção para o fato de que os discípulos de Jesus estavam batizando mais do que ele, isso não lhe despertou sentimentos de inveja (Jo 4.1), pelo contrário, João Batista se alegrou com a notícia e declarou que não era digno de desatar a correia das sandálias daquele que haveria de vir, referindo-se ao Salvador (Lc 3.16).

Se em vida João Batista recusou qualquer tipo de homenagem ou adoração, será que agora está aceitando essas festividades em seu nome, esse tipo de adoração à sua pessoa? Certamente que não!

É atribuída a São Pedro a fundação da Igreja Católica, que o considera o “príncipe dos apóstolos” e o primeiro papa. Por esse motivo, os fiéis católicos tributam a esse santo honrarias dignas de um deus. Para esses devotos, São Pedro é o chaveiro do céu. E para que alguém possa entrar lá é necessário que São Pedro abra as portas.

São Pedro

Uma das crendices populares sobre São Pedro (e olha que são muitas!) diz que quando chove e troveja é por que ele está arrastando os móveis do céu. Pode!

Na ocasião, ocorrem procissões marítimas em sua homenagem com grande queima de fogos. Para os pesca-dores, o dia de São Pedro é sagrado. Tanto é que eles não saem ao mar para pescaria. É ainda considerado o santo protetor das viúvas.

A brincadeira de subir no pau-de-sebo (uma árvore de origem chinesa) é a que mais se destaca nas festividades comemorativas a São Pedro. O objetivo para quem participa é alcançar os presentes colocados no topo.

Os sentimentos do apóstolo Pedro, eram extremamente diferentes do que se apregoa hoje, no dia 29. De acordo com sua forma de agir e pensar, conforme mencionado na Bíblia, temos razões para crer que ele jamais aceitada os tributos que hoje são dedicados à sua pessoa.

Quando Pedro, sob a autoridade do nome de Jesus, curou o coxo que jazia à porta Formosa do templo de Jerusalém e teve a atenção do povo voltada para ele como se por sua virtude pessoal tivesse realizado o milagre não titubeou, mas declarou com muita segurança sua dependência do Deus vivo e não quis receber nenhuma homenagem (cf. Atos 3:12-16 ; 10:25,26).


Os Evangélicos e as Festas Juninas

Diante de tudo isso, perguntamos: “Teria algum problema os evangélicos acompanharem seus filhos em uma dessas festas juninas realizadas nas escolas, quando as crianças, vestidas a caráter (de caipirinha), dançam quadrilha e se fartam dos pratos oferecidos nessas ocasiões: cachorro-quente, pipoca, milho verde etc?”. É óbvio que nenhum crente participa dessas festas com o objetivo de praticar a idolatria, pois tal procedimento, por si só, é condenado por Deus!

Quanto à essa questão, tão polêmica, é oportuno mencionar o comportamento de certas igrejas evangélicas, com a alegação de estarem propagando o evangelho durante o Carnaval, dedicam-se a um tipo duvidoso de evangelização nessa época do ano. Fazem de tudo, inclusive usam blocos carnavalescos com nomes bíblicos. Não devemos nos esquecer, no entanto, de que as estratégias evangelísticas devem ocorrer o ano todo, e não apenas em determinadas ocasiões, O mesmo acaba acontecendo no período das festas juninas. Ultimamente, surgiram determinadas igrejas evangélicas que, a fim de levantar fundo para os necessitados e distribuir cestas básicas aos pobres, estão armando barracas junto com os católicos em locais em que as festas juninas são promovidas por órgãos públicos. Os produtos que vendem, diga-se de passagem, são característicos das festividades juninas. Os “cristãos” que ficam nas barracas vestem-se a caráter e pensam que, dessa forma, estão procedendo biblicamente.

E o que dizer das igrejas que promovem festas juninas em suas próprias dependências com a alegação de arrecadarem fundos? As festas juninas têm um caráter religioso que desagrada a Deus. Nestas festas ocorrem rezas, canções e missas; as comidas e doces são oferecidos a estes santos -claro que os que comem não são os santos, mas os que participam dela. Este procedimento de “oferecer comida aos santos” é muito parecido aos despachos espíritas nos cemitérios e encruzilhadas; talvez a diferença seja o local da “festa”. Então, como separar o folclore da religião se ambas estão intrinsecamente ligadas? O povo de Israel abraçou os costumes das nações pagãs e foi criticado pelos profetas de Deus. A vida de Elias é um exemplo específico do que estamos falando. Ele desafiou o povo de Israel a escolher entre Jeová Deus e Baal. O profeta pôs o povo à prova: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o, e se Baal, segui-o”(lRs 18.21). É claro que o contexto histórico do texto bíblico em pauta é outro, mas, como observadores e seguidores da Palavra de Deus, devemos tomar muito cuidado para não nos envolvermos com práticas herdadas do paganismo. Pois é muito arriscada a mistura de costumes religiosos, impróprios à luz da Bíblia, adotada por alguns evangélicos. É preciso que os líderes e pastores aprofundem a questão, analisem a realidade cultural do local em que desenvolvem certas ativida­des evangelísticas e ministério e orientem os membros de suas respectivas comunidades para que criem e ensinem os filhos nos preceitos recomendados pela Palavra de Deus. O simples fato de proibirem as crianças de participar dessas comemorações na escola em que estudam não resolve o problema, antes, acaba agravando a situação.

O que diz a Bíblia

Para muitos cristãos, pode parecer que a participação deles nessas festividades juninas não tenha nenhum mal, e que a Bíblia não se posiciona a respeito. O apóstolo Paulo, no entanto, declara em I Coríntios 10.11 que as coisas que nos foram escritas no passado nos foram escritas para advertência nossa. Vejamos o que ele disse: “Ora, tudo isto lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos”.

O que nos mostra a história do povo de Israel em sua caminhada do Egito para Canaã? Quando os israelitas acamparam junto ao Monte Sinai. Moisés subiu ao monte para receber a lei da parte de Deus. A demora de Moisés despertou no povo o desejo de promover uma festa a Deus. Arão foi consultado e, depois de concordar, ele próprio coletou os objetos de ouro e fabricou um bezerro com esse material, O texto bíblico diz o seguinte:

“Ele os tomou das suas mãos, e com um buril deu forma ao ouro, e dele fez um bezerro de fundição. Então eles disseram: São estes, ó Israel, os teus deuses, que te tiraram da terra do Egito. Arão, vendo isto, edificou um altar diante do bezerro e, apregoando, disse: Amanhã será festa ao Senhor” (Êx 32.4-5).

Qual foi o resultado dessa festa idólatra ao Senhor? Deus os puniu severamente: “Chegando ele ao arraial e vendo o bezerro e as danças. acendeu-se-lhe a ira, e arremessou das mãos as tábuas, e as quebrou ao pé do monte. Então tomou o bezerro que tinham feito, e o queimou no fogo, moendo-o até que se tomou em pó, e o espargiu sobre a água, e deu-o a beber aos filhos de Israel.

O teor religioso das festas juninas não passa de um ato idólatra quando se presta culto a Santo Antônio, São João e São Pedro.

Como crentes, devemos adorar somente a Deus: “Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás” (Mt 4.10). Assim, nossos lábios devem louvar tão-somente o Senhor Deus: “Portanto, ofereçamos sempre por meio dele a Deus sacrifício de louvor, que é o fruto dos lábios que confessam o seu nome” (Hb 13.15). O texto de Apocalipse 7.9 é um bom exemplo do que estamos falando: “Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestes brancas com palmas nas suas mãos. E clamavam com grande voz, dizendo: Salvação ao nosso Deus, que está assentado no trono, e ao Cordeiro”.

É possível imaginar um cristão cantando louvores a São João Batista? O cântico seria mais ou menos assim:

“Onde está o Batista?”.

Ele não está na igreja,

Anda de mastro em mastro,

A ver quem o festeja”.

Lembramos a atitude de Paulo e Barnabé diante de um ato de adoração que certos homens quiseram prestar a eles: “E as multidões, vendo o que Paulo fizera, levantaram a sua voz, dizendo em língua licaônica: Fizeram-se os deuses semelhantes aos homens, e desceram até nós. E chamavam Júpiter a Bamabé, e Mercúrio a Paulo; porque este era o que falava. E o sacerdote de Júpiter, cujo templo estava em frente da cidade, trazendo para a entrada da porta touros e grinaldas, queria com a multidão sacrificar-lhes. Porém, ouvindo isto os apóstolos Barnabé e Paulo, rasgaram as suas vestes, e saltaram para o meio da multidão, clamando, e dizendo: Senhores, por que fazeis essas coisas? Nós também somos homens como vós, Sujeitos às mesmas paixões, e vos anunciamos que vos convertais dessas vaidades ao Deus vivo, que fez o céu, a terra, o mar e tudo o que neles há” (At 14.11-15).

Normalmente, as pessoas que participam das festas juninas querem tributar louvores a seus patronos como gratidão pelos benefícios recebidos. Admitem que foram atendidas por Santo Antônio, São João Batista e São Pedro. Crêem também que esses santos podem interceder por elas junto a Deus. Entretanto, os santos não podem fazer nada pelos vivos. Pedro e João, como servos de Deus obedientes que foram, estão no céu, conscientes da felicidade que lá os cercam (Lc 23.43; 2Co 5.6-8; Fp 1,21-23). Não estão ouvindo, de forma nenhuma, os pedidos das pessoas que os cultuam aqui na terra. O único intercessor eficaz junto a Deus é Jesus Cristo. Diz a Bíblia: “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem” (um 2.5).

Os Santos não Podem Ajudar

E mais:

“É Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os monos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós” (Rm 8.34).

“Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, ternos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo. E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos. mas também pelos de todo o mundo” (lJo 2.1-2).

Foi o próprio Senhor Jesus quem nos disse que deveríamos orar ao Pai em seu nome para que pudéssemos alcançar respostas aos nossos pedidos: “E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em meu nome eu o farei”(Jo 14.13-14).

Quanto ao teor religioso das festas juninas, podemos declarar as palavras de Deus ditas por meio do profeta:

“Odeio, desprezo as vossas festas, e as vossas assembléias solenes não me exalarão bom cheiro” (Arn 5.21).

Como seguidores de Cristo, suplicamos, diante desta delicada exposição, que Deus nos conceda sabedoria para que consigamos proceder de uma maneira que o agrade em todas as circunstâncias, pois: “toda ação de nossa vida toca alguma corda que vibrará na eternidade” (E. H. Chapin).

Algo em Que se Pensar

O Brasil é um dos maiores paises agrícola do mundo. Até conhecemos aquela frase elogiando as terras brasileiras: nas quais, “… em se plantando tudo dá”. No entanto (pasmem), o governo está importando (isto é, comprando) de outros países arroz, feijão, trigo, café, cacau etc. Era para estarmos exportando, vendendo, aumentando o capital, e não comprando, pois temos terras de excelente qualidade. Um dos problemas da falta de produção agrícola é a desvalorização do “homem do campo”. Sabemos que existe um êxodo rural muito grande, 80% da população brasileira vive nas cidades e somente 20 % vivem no campo. Não estaria as festas juninas contribuindo para formar uma imagem negativa de nosso povo da zona rural? Não é exagerado o ponto de vista em que sugere que a imagem do homem do campo por vezes é humilhada nas festas juninas.

Veja: qual criança se espelharia no típico caipira das quadrilhas de festas juninas? Quais delas diria: “quando crescer quero ser um caipira, ou homem do campo, com as roupas remendadas”? As crianças querem ser médicos, professoras, atrizes, pois estes não são humilhados nas festas juninas. As Festas Juninas inconscientemente ou não, servem mais para humilhar as pessoas do campo do que para honrá-las como pretendem; o caipira, quando não é banguela, é desdentado, seu andar é torto, corcunda por causa da enxada, a botina é furada, suas roupas são rasgadas e remendadas, uma alusão ao espantalho, um pobre coitado! – pois talvez seja assim que os grandes latifundiários vêem o caipira, e essa visão é reproduzida por nossas crianças nas escolas. Poderia isto ser chamado de FOLCLORE e CULTURA?

A Bíblia diz categoricamente que “o que escarnece (humilha) do pobre insulta ao que o criou” (Pv. 17:5). Disso decorrem problemas urbanos graves como o favelamento e os menores abandonados, pois como os “caipiras” não conseguem sobreviver no campo, pensam que na cidade encontrarão trabalho. A esse processo dá-se o nome de “Êxodo Rural”. E o nosso país agrícola é desmatado, onde só se planta pasto para boi gordo, e expulsa o homem do campo.

Motivos para não Participar de Festas Juninas

Diante de tudo o que foi dito acima daremos uma recapitulação expondo o “porquê” de não participarmos de festas juninas. Vejamos então:

Plágio do Paganismo – Como vimos, as bases das festas juninas estão fincadas nas práticas das festividades pagãs, onde os pagãos na mesma data ofereciam seus louvores e suas festas em honra daqueles deuses. Eram as festas pelas colheitas. As festas juninas usurpou isto dos gentios, com apenas o detalhe de transvestir tais festas com roupagem cristã. No entanto, quando Deus introduziu o povo de Israel na terra prometida adverti-os severamente para que não usassem esse tipo de costume, diz Ele: “Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te dá, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos.” [Deut. 18:9]. Independentemente das intenções, fossem elas boas ou não, o plágio fora terminantemente proibido por Deus.

Os Santos não Intercedem – É notório que estas festividades são para homenagear os três santos. Nestas datas as pessoas invocam sua proteção através de missas e fazem promessas e pedidos confiando em sua suposta intercessão. Não obstante, temos razões bíblicos em abundancia para rejeitarmos estas mediações que os devotos tanto acreditam. A Bíblia nos diz que existe um só mediador entre Deus e os homens: “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem,” [I Tm. 2:5]. Este verso exclui todos os demais mediadores forjados pela mente humana. Se temos que pedir alguma coisa a alguém, esse alguém tem de ser Jesus Cristo, veja o que Ele mesmo diz: “…e tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu a farei.” [João 14:13,14]. Em toda a Bíblia não se encontra nenhum incentivo para fazermos nossos pedidos, promessas e votos a terceiros.

Os Santos não Escutam Orações – Um devoto junino acredita piamente que seus “santos” ouvem suas petições por ocasião destas festividades natalícias ou fora delas, mesmo sabendo que estas personagens já morreram há séculos! Mais uma vez a Bíblia rejeita este conceito por declarar a posição correta dos mortos em relação aos vivos: “Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco têm eles daí em diante recompensa; porque a sua memória ficou entregue ao esquecimento.
6 Tanto o seu amor como o seu ódio e a sua inveja já pereceram; nem têm eles daí em diante parte para sempre em coisa alguma do que se faz debaixo do sol.” [Eclesiastes 9:5,6]. Veja que o verso nos diz que os que já morreram não sabem coisa nenhuma do que acontece aqui em nosso mundo, na terra (debaixo do sol). é claro que há consciência onde eles estão, mas aqui em nosso mundo eles não podem ajudar ou atrapalhar ninguém.

Invocação de Espíritos dos Mortos – Como já vimos, há uma crença em que o espírito de São João possa ser despertado por ocasião da soltura de foguetes, afim de vir participar daquela festividade em sua homenagem. Folclore ou não, isto reflete de modo perfeito a crença católica da invocação dos santos. é claro que se o santo já morreu, o que é invocado é o espírito dele, e isto bate de frente com a advertencia bíblica a respeito da consulta aos mortos. Vejamos: “Quando vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os feiticeiros, que chilreiam e murmuram, respondei: Acaso não consultará um povo a seu Deus? acaso a favor dos vivos consultará os mortos?” [Isaías 8:19]. E mais: “Não se achará no meio de ti nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti.” [Deut. 18:9,-12]. No fundo a prática de invocar o espírito dos santos nada mais é do que uma prática espírita e como tal, é reprovada por Deus.

Outro Espírito Recebe em Lugar do Santo – Como ficou demonstrado biblicamente os espíritos dos santos não sabem de nada do que acontece em nosso mundo, portanto não podem interceder por ninguém. Já que eles são neutros nisso tudo, para quem vai então às honras e os louvores destas festividades afinal? O apostolo Paulo estava ensinando quase a mesma coisa aos cristãos de Corinto quando disse: “Antes digo que as coisas que eles sacrificam, sacrificam-nas a demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios.” Um pouco antes, ele acabara de dizer que o ídolo nada é ( 8:4 ), ou seja, quando os gentios sacrificavam suas oferendas e suas festividades a tais deuses, eles na verdade estavam sacrificando aos demônios (que eram os únicos a receberem tais oferendas), pois o ídolo nada é. Não estaria acontecendo algo similar nas festas juninas? Quando um devoto oferece sua colheita, suas oferendas e festividades a tais santos que segundo a Bíblia, não pode interceder e saber o que está acontecendo, quem então as recebe? Ou então, quando o pedido é atendido, quem concede estas “graças” às pessoas nas festas juninas? De uma coisa temos certeza: dos santos é que não são!

Comidas e Imagens –
Por último temos duas práticas rejeitadas pela Palavra de Deus. As comidas que são oferecidas nas festas juninas por vezes são benzidas e oferecidas ao santo que nada mais é do que um ídolo, pois a ele se fazem orações, carregam sua imagem em procissões, beijam-na, prostram-se diante dela etc. Como exemplo, temos o famoso pãozinho de Santo Antonio! Entretanto, a Bíblia diz: “Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos…não podeis participar da mesa do Senhor e da mesa de demônios.” [Atos 15:29 ; I Co. 10:21]. Quanto às imagens dedicadas aos santos, elas são proibidas pela Bíblia nos seguintes termos: “Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra; não te encurvarás diante delas, nem as servirás;” [Deut. 5:8,9]. Estes são resumidamente alguns poucos motivos, para todo cristão genuíno não participar de tais festividades.


Conclusão

Pare e pense: como vimos, todas as práticas encontradas nas festas juninas são rejeitadas pela Palavra de Deus. Será que Deus se agradaria de tais festividades, quando sabemos que elas desobedecem explicitamente o que Ele ordenou em sua santa Palavra? Será que os católicos realmente estão honrando a Deus com isso? Pense novamente: Se Deus rejeitou as festas de Israel que eram dedicadas somente a Ele [Amós 5:21-23] , mas que haviam sido mescladas com elementos dos cultos pagãos dos países vizinhos, não rejeitaria com mais veemência ainda as ditas festas “cristã” dedicada aos santos?

Matéria compilada e adaptada pela equipe editorial do CACP.

Fontes de consultas:

Defesa da Fé – junho de 2002 nº45;

Jornal – Folha de Rio Preto, 22/06/2003;

Revista – Galileu Junho 2003 nº143;

Artigo do CACP – “As Maldições das Festas Juninas” – Pr. Afonso Martins;

Anotações particulares do Pb. Paulo Cristiano da Silva.

Fonte: http://www.cacp.org.br/

Colaboração: Marcos Cessar.

 

O Oculto do pretérito

“Ainda tenho muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora. Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir. Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu, e vo-lo há de anunciar”.  (João 16:12-14)

O tempo vem e esta é a hora em que os posicionamentos dentro da Igreja ficarão muito claros.

Quem tem vivido confortavelmente em cima do muro já não poderá descer dele sem quebrar uma perna e ainda assim achará que valeu a pena pagar o preço para descer dali, pois verá quão triste é o destino dos que lá permanecerem.

Os indiferentes já não terão visão e audição para ver e ouvir os argumentos que fariam com que passassem a crer e então a sua opinião já não fará mais diferença.

Os extremistas serão desacreditados, tal e qual cegos e surdos, porque não quiseram ver e ouvir além do erro que está em seu coração.

Quem amar mais a sua denominação do que o Evangelho de Jesus receberá um mero brasão sem valor por recompensa, pois DEUS não busca salvar a quem ostenta brasões de denominações com mais orgulho do que proclama palavras de bênçãos e salvação aos perdidos. DEUS busca aqueles que amam o evangelho, ainda que desconheçam princípios considerados teologicamente básicos ou “radicais demais” pela maioria. Porque Ele capacita os seus escolhidos e nenhum desses foge ao cumprimento de sua missão até o último ponto.

Por mais que doa ouvir ou ler certas passagens no texto sagrado, por termos passado tudo que já passamos, visto o que já vimos, errado o que já erramos e corrigido o que já corrigimos, há mutio proveito nos ensinamentos ali contidos.

Certa vez, a banda da qual eu participava foi convidada a participar de um encontro de louvor e adoração num Centro Cultural de uma comunidade carente do Rio de Janeiro. Ao chegarmos lá, encontramos uma das pessoas responsáveis pela organização daquele evento que, vim a saber depois, era o que se convencionou chamar mais tarde de “baile gospel”, algo surreal dentro do que se poderia supor, dentro uma proposta minimamente bíblica. Essa organizadora mostrou-se uma extremista radical da sua denominação, o que soava estranho para alguém que organizava eventos interdenominacionais. Falávamos de evangelho e ela, visivelmente agitada, retrucava com palavras de ordem e aforismos típicos de um fundamentalista. Aquela atitude me preocupou sobre o andamento e os propósitos daquele evento, voltada para a parcela adolescente e jovem daquela comunidade.

Quando finalmente o evento iniciou e a primeira banda subiu ao palco, a iluminação regular foi apagada e deu lugar a luzes piscantes coloridas, estroboscópicas, enquanto o vocal líder literalmente urrava as letras do que deveriam ser louvores. Aquela atitude intimidou os jovens ali presentes, que se espalharam pelos cantos daquele centro cultural, talvez imaginando qual seria o propósito daquilo tudo. Ao ver que as pessoas não correspondiam à sua expectativa – não dançavam, não pulavam, não gritavam -, aquele cantor interrompeu sua performance e passou a advertir agressivamente a platéia: “Olha só, nós estamos aqui para louvar e dançar para DEUS!” e prosseguiu, gritando de maneira ameaçadora: “Se vocês não dançarem, então o problema é de vocês!”. Depois disso, cantou ainda mais duas canções e encerrou sua participação.

Chegara a nossa vez de participar do louvor. Pedimos que a iluminação  regular fosse acesa, saudamos os presentes, pedimos que eles se aproximassem do palco, oramos juntos e iniciamos nossa participação. As pessoas em pouco tempo já louvavam conosco e foi então que, sem nossa autorização, apagaram as luzes e religaram os efeitos luminosos. Foi a minha vez de interromper a música e solicitar que cessassem os efeitos e religassem a iluminação regular, pois não estávamos ali para provocar outra sensação que não fosse a da presença do Espírito Santo de DEUS na vida daqueles jovens. Atendido o nosso pedido, retomamos os louvores e dessa vez fomos até o fim, com a participação espontânea da juventude daquela comunidade. Ao final da nossa participação, distribuímos entre os presentes alguns CDs de nosso último trabalho, desmontamos nosso equipamento e nos retiramos dali, enquanto o DJ novamente apagava as luzes, ligava os efeitos e lançava novos petardos musicais, fazendo com que os presentes novamente se encolhessem nos cantos. Senti pena daqueles jovens, pela pressão exercida pelos organizadores daquele evento para que aceitassem calados e sorridentes aquela modalidade de adoração, empurrada goela abaixo. Tentei imaginar em quanto tempo eles teriam cedido ao poder daquilo tudo e passassem a achar normal o que até então estranhavam e visivelmente evitavam.

Certos assuntos não podem e não devem ser tratados em tons pastéis. O que vimos ali não era uma evolução na forma de adorar a DEUS. Era a viva imposição de um modelo de negócio, voltado ao conteúdo dos bolsos e carteiras dos jovens evangélicos daquela comunidade, disfarçado de “adoração moderna”. O nome disso não é outro que não desvio de finalidade. É a venda de um modelo de comportamento onde se anula a morte do indivíduo para as práticas abomináveis do mundo e o seu renascimento para uma vida santa, montando todo um ambiente propício à promiscuidade e todos os demais desdobramentos, de forma a devolvê-lo ao estágio anterior à sua decisão por seguir Jesus Cristo.

Você tem assistido a coisas semelhantes à sua volta? Qual é a sua atitude em relação a essas práticas? O que o Espírito Santo tem lhe dito a esse respeito? É esse o tempo para uma tomada de atitude, primeiro em relação a você mesmo e depois em relação aos seus próximos?

Que DEUS prossiga iluminando os seus caminhos. Amém.

Escrito por: Robson Lelles

Fonte: www.elnet.com.br

 Colaboração: Marcos Cesar

 

                                                          O livre arbítrio

 

Texto base: “ e conhecereis a verdade  e a verdade vos libertará”(Jo 8:32).

    

Desde o século XVII temos contemplado diversas polêmicas a respeito desse tema e isso tem levado um grande numero de jovens a entrar em conflito, pois se deparam com o seguinte questionamento: Afinal tenho ou não o livre arbítrio? Para responder a essa questão tentaremos de forma simples apresentar a vocês algumas abordagens bíblicas que poderá esclarecer algumas dúvidas a respeito do tema.

 

  • No Príncipio:

Deus criou o homem um ser perfeito a sua imagem e semelhança (Gen. 1.27), e já que ele era semelhante ao Criador, Dele também herdou a liberdade, prova disso é o que o Senhor disse a Adão e Eva: “…De toda a arvore do jardim comerás livremente, mas da arvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás…”(Gen.2.16,17). Este versículo mostra que o Senhor não criou o homem como uma maquina, pois Ele determinou ao homem o que ele deveria fazer (v.16), mas o homem por sua decisão livre desobedeceu a Deus (Gen.3.6) e a partir desse momento passou a ser influenciado pelo pecado e não gozava mais da semelhança do Senhor pois o Senhor é Santo e não há pecado Nele (Is 59.2; I Pe. 1.15), passando assim a não mais gozar de plena liberdade, pois a natureza pecaminosa lhe direcionava os passos a ponto se encontrarem nesta situação: “A terra estava corrompida diante da face de Deus: e encheu-se a terra de violência” (Gen.6.11). E assim permaneceu o homem escravo do pecado por um longo período, pois mesmo o homem tendo diante de si a escolha da benção (Deut.30.19), ele sempre se direcionou para a maldição, a ponto do Senhor não encontrar um justo sequer (Rom.3:10) . Um ponto intrigante a ser discutido é se neste momento o homem tinha ou não a liberdade de escolha, pois é notório que ele sempre fazia o que era desagradável a Deus. Basta a você ter em mente que Deus lhe deixou livre para escolher ou tomar decisão: “Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor.”(Js 24.15), note que Deus não lhe retirou o direito de escolher ou seja seu livre arbítrio, porem o pecado influenciava aqueles homens, impedindo que servissem ao Senhor e por mais que tentassem nada poderiam fazer para se livrar desse peso, porque há coisas que são impossíveis aos homens, mas não à Deus(Mt 19.26), mesmo a Lei não foi capaz de livrar o homem dessa escravidão, por que se assim o fosse Jesus não teria oferecido liberdade a aqueles que já viviam debaixo da Lei(Jo 8.32,37). Assim entendemos que antes que Jesus cumprisse sua missão aqui na Terra, o homem gozava da liberdade de escolha (Deut.30.19; Js 24.15; I Sam 12.14,15;I Re 18.21), porém suas obras sempre foram influenciadas pelo pecado e voltados a fazer o que parecia mal aos olhos do Senhor(Jz 2.11), mas o Senhor nunca os abandonou, mostrando que a sua misericórdia sempre esteve presente pronta para os ajudar(II Cro 7.14; Is 59.1; Prov 28.13).

 

  • A Graça:

Diante de tamanha escravidão em que se encontrava a nação eleita por Deus para levar seu nome e  todos os povos da terra, Deus então decide dar ao homem a oportunidade de ter liberdade plena, aquela que gozara no inicio, mas pra isso acontecer tinha que ser pago o preço, e este preço só poderia ser pago por Jesus. Quando contemplamos Mt 4.16 temos um noção da situação em que estava o povo de Israel : “ o povo que estava assentado em trevas viu uma grande luz; e aos que estavam assentados na região e sombra da morte a luz raiou” . Jesus então surge como uma luz para esse povo, observe que eles estavam debaixo da Lei, porem suas obras estavam nas trevas, o que significa dizer que o pecado influenciava suas atitudes. Outro ponto a ser observado está em Lc 4.19 quando então ele anuncia uma de suas missões “… apregoar liberdade aos cativos”, esse cativos seriam por acaso prisioneiros das cadeias romanas? É evidente que não, pois o próprio Jesus já deixara bem claro que o seu reino não era desse mundo, e em Ef. 6.12 temos nítido qual era o inimigo a ser enfrentado “portanto não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas sim contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes das maldades nos lugares celestiais. Portanto concluímos que essa liberdade seria para a humanidade que estava aprisionada espiritualmente, observando o nosso texto base vemos um dialogo de Jesus com homens que se achavam livres por se julgarem descendência de Abraão (Jo. 8.33), porem Jesus os chamas de escravos ao lhes oferecer liberdade e afirma que estes eram escravos por que cometiam pecado. Assim o homem sem Jesus não pode gozar de liberdade, pois por mais religioso que seja, estará sempre cometendo pecado e sujeito a sua influencia.

A grosso modo essa situação levaria a um aparente desespero pois alem do homem ser escravo do pecado, não poderia ter salvação, mas é justamente ai que entra a Divina providencia, pois Jesus afirma: “… se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos; e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”(Jô. 8.31,32), esta verdade seria o próprio Jesus e a sua palavra, pois o homem só poderá ter aquela plena liberdade a partir do momento que a palavra de Jesus lhe é apresentada, prova disso é quando o Mestre diz aos seus discípulos “vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado”(Jo. 15.3) mostrando que somente pelo conhecimento da Sua palavra eles foram limpos de seus pecados, daí a necessidade de ser pregado o evangelho a toda criatura para que o homem possa ter a liberdade de escolher entre o certo e o errado, pois sem a Palavra lhe ser apresentada esse homem estará sempre sujeito a ação do pecado impossibilitando a escolha do que agrada a Deus. Um texto que expressa de forma clara esta situação está em Rom. 10.9,14 onde é apresentado a formula da salvação. Em primeiro lugar é apresentado a partícula condicional “SE”, “…se com a tua boca confessares”, “se com a tua boca creres”, mostrando que cabe ao homem tomar a decisão de aceitar o sacrifício de Cristo e posteriormente apresenta a situação desse homem, ou seja, cego e surdo aos apelos do Senhor, onde que somente com a apresentação da palavra de Deus ele poderá crer no evangelho “…como crerão naquele de quem não ouviram?…” e ai sim tornar-se livre para escolher a Cristo e O confessar como Senhor e salvador de sua vida, note que não significa dizer que ele aceitará, prova disto é o  que diz a bíblia “Mas nem todos obedecem ao evangelho…”(Rom. 9.16a), pois ele sendo livre, Deus não quer ninguém como escravo, mas sim como servo, ou seja permanecendo com o Senhor por livre vontade.

Podemos então concluir que o homem só é livre quando o Evangelho lhe é apresentado e ele permanece em Jesus (jo 8.31) e que o evangelho lhe mostra o caminho dessa liberdade, cabendo ao homem decidir se aceita ou não esta Palavra. Daí surge outra questão, como então pessoas que viveram no Evangelho se desviam? Esta questão daria outro estudo!!! Porém podemos afirma o que antes falamos, Deus não quer ninguém como escravo, mas sim servo, e se o homem goza da liberdade da Palavra ele poderá deixar a Cristo conscientemente, prova disso é o caso do inimigo de nossas almas, que sendo anjo de Deus rebelou-se contra o Criador, porém o preço a ser pago é muito alto , pois Pedro nos diz: “Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro.Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça, do que conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado”(II Pe.2.20,21). Este versículo destrói qualquer doutrina de que uma vez salvo, salvo para sempre, pois a salvação é eterna, porem isto é quando formos transformados em corpos incorruptíveis como nos diz a bíblia em I Cor.15.53,54 , a partir dai seremos novos corpos junto com o Senhor e não estaremos mais sujeitos as ações do mundo, então cabe a você jovem do Senhor guardar a tua Salvação, pois o Senhor nos disse que “aquele que persevera até o fim será salvo”(Mt 24.13), não abuse da liberdade que você tem, e saiba que muito mais valor tem aquele que serve por amor, por ser livre , do que aquele que é obrigado a servir.

 

Autor: Jefferson Rodrigues – Aux. Ministerial da Ass. de Deus e Acadêmico em Historia pela UESPI

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O JOVEM CRISTÃO E O BOM TESTEMUNHO.

Nada de mau testemunho

 

O jovem que serve a Deus precisa tomar suas decisões pensando no que vai acontecer depois.

Estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana suscetível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto; segundo o dicionário Aurélio este é o significado de “ética”. E quando se fala em atitudes cristãs é preciso que nunca esqueçamos desta palavra.      

Afinal, a conduta do jovem de Deus deve ser íntegra sempre prestando atenção para que nenhuma atitude venha envergonhar o nome do seu Senhor. O bom testemunho dado pelo servo de Deus em casa, na escola, na faculdade, em seu local de trabalho e aonde mais ele costume freqüentar vai fazer com que a notem a luz de Deus em sua vida e assim a cada dia pessoas venham se converter de seus maus caminhos e aceitar ao Senhor Jesus como Salvador.

Repare na orientação que é passada pelas Escrituras Sagradas: Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte. E, também, ninguém acende uma candeia e a coloca debaixo de uma vasilha. Ao contrário, coloca-a no lugar apropriado, e assim ilumina a todos os que estão na casa. Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus (Mt 5.14-16).

Então fica claro que o jovem que serve a Deus precisa tomar suas decisões pensando no que vai acontecer depois. É preciso que se tenha como manual de sobrevivência neste mundo a Bíblia se guiando em tudo pela Palavra de Deus. 

Imagine um cristão desordeiro, rebelde, que não cumpre com suas responsabilidades ou mente, por exemplo. Ele não irá ganhar ninguém para o Reino de Deus; uma pessoa com essas atitudes não irá “ fazer a diferença”;além disso ele não poderá cobrar a justiça do Senhor em sua vida. Sem falar que uma pessoa que vive tentando se livrar de situações difíceis com mentira não vai conseguir o feito por muito tempo. 

Veja mais um dos ensinamentos do Senhor Jesus:”…nada há encoberto, que não venha a ser revelado; nem oculto, que não venha a ser conhecido.” (Mateus 10.26).Ou seja mais cedo ou mais tarde a verdade vai aparecer, não tem jeito.

Falando novamente em desordem, deve se destacar que Deus não é um Deus de confusão, e sim de paz. Para Ele, tudo deve ser feito com ordem e decência. (1 Coríntios 14:4). Sem esquecer que todos darão contas de si mesmo a Deus. Tudo que o homem semear, ele também colherá ( Romanos 14:12). 

Sabe-se que o ser humano possui uma tendência ao erro, as Escrituras Sagradas dizem que o coração do homem é desesperadamente corrupto. Porém, o primeiro passo para essa mudança é a conversão dos maus caminhos.Segundo o o apóstolo João, aquele que está em Cristo deve andar também como Ele andou. Ou seja em santidade. A palavra santo quer dizer separado . Ninguém pode ser liberto do mal e continuar fazendo a sua vontade. Aquele que deseja ser um servo fiel precisa saber caminhar nos passos do seu Senhor. Pense nisso! 

Fonte: Portal Elnet.

Colaboração: Marcos Cesar.

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  • VIRGINDADE NÃO É OPÇÃO, É BENÇÃO!

Aliança é uma das coisas mais importantes no relacionamento entre duas pessoas do sexo oposto.

E quando falo em aliança, não estou me referindo ao anel de ouro que nossos pais usam. O anel é um símbolo desse pacto, mas a aliança em si é a decisão de que eu vou amar essa pessoa pelo resto da minha vida. Nada, além da morte, pode quebrar uma aliança. Ela não pode ser desfeita. E a sua origem está na aliança que Deus fez e continua mantendo com o seu povo, de que Ele nunca nos deixará. Ele nunca nos abandonará (Hebreus 13:5). Ela é inquebrável. E é por isso que está em extinção nos dias de hoje. Com os divórcios e separações, a aliança tornou-se quebrável, clausurável, e discutível, tornando-se um mero contrato.

 

Agora, onde entra a virgindade nisso tudo? O que o fato de me guardar Virgem até o meu casamento tem a ver com a aliança? É aí que está uma das coisas mais belas e tremendas que eu ainda não tinha percebido. Se você está por dentro das histórias da Bíblia, sempre que alguém fazia uma aliança com Deus, havia um derramamento de sangue, um animal era morto. Era o símbolo da obediência ao Senhor. Na aliança que Deus estabeleceu conosco, o sacrifício e o derramamento de sangue foram de Jesus, o que nos deu a certeza de que Deus nunca nos deixará, porque Ele deu seu único Filho para morrer por nós. Pensando nisso, você já imaginou o porquê da virgindade ser tão importante para nós? Quando o rapaz e a moça se guardam sexualmente até a noite de núpcias e têm sua primeira relação sexual, eles estão selando a aliança com Deus (a da obediência) e a aliança que fizeram um com o outro, não com sacrifício, mas com prazer, já que Jesus veio sacrificar-se em nosso lugar.

 Fonte:  Ariane Nishimura – www.assembleiadedeuslondrina.com.br

Colaboração: Marcos Cesar.

P.S: Certa vez num estudo para adolescentes no nosso Templo Central, uma adolescente mandou uma pergunta à preletora sobre o que deveria fazer, pois o seu namorado “crente” disse para ela que se ela não fizesse sexo com ele, ele ia lhe dar um fora. É aterrador que exista coisas como estas no nosso meio. Por isso meu irmão, minha irmã se você receber uma proposta destas, chuta, chuta logo que é laço. Um crente, de verdade, não faz uma coisa dessas. 

A Paz do Senhor a todos.

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  • Coração Dividido: Um Estudo Sobre Namoro Misto

 

Muitos crentes têm o seu coração dividido entre a paixão por uma pessoa descrente e o amor a Deus. O principal objetivo deste estudo visa ajudar jovens crentes que se encontram envolvidos em namoro com descrentes.

Namoro: vantagens e perigos

A Bíblia nada nos fala sobre namoro, a razão é porque nos tempos bíblicos os costumes eram outros, o pai era quem escolhia a noiva para seu filho. Uma vantagem no namoro de hoje é o conhecimento mútuo e a liberdade para poder acabá-lo.Um perigo se encontra nas carícias íntimas e um outro em achar que se pode namorar o quanto mais, melhor. Os prejuízos acarretados por uma pessoa assim refletem em uma imagem bastante depreciada, tempo sacrificado, constante exposição à sensualidade.

Namoro misto e separação

Separação: um dos princípios básicos das Escrituras. Baseando-se nos princípios de separação existe uma exigência divina em que os crentes não devem ter uma comunhão íntima com os não-crentes (Gn 12.1; 2Co 6.14-18).Paulo indica que pessoas diferentes, ou seja, um crente e um descrente, que se encontram ligados entre si, sujeitos as mesmas obrigações e responsabilidades, constitui uma união não aprovada por Deus, um par desigual. Na relação entre crente e descrente o que se requer é: nada de jugo desigual, sociedade, comunhão, harmonia, união ou ligação. Existem relacionamentos que são aprovados entre o crente e o descrente: amizade comum, transação comercial, profissional, grêmios culturais e esportivos em colégios, etc. Da mesma forma os não aprovados: sociedade comercial, casamento, comunhão espiritual. Em uma amizade íntima de um crente com um descrente há três grandes perigos:
1. Esse tipo de amizade desenvolve uma forte influência de um para com o outro.
2. O crente sente-se de várias formas tentado a se comportar de forma não recomendável para acompanhar o seu amigo descrente.
3. Esse tipo de amizade toma muito tempo do crente. O namoro desigual colide com outros princípios bíblicos.

Mais três princípios:

Namoro Misto e o Propósito das Ações

Um namoro cheio de propósitos puros gera automaticamente atitudes corretas (1Sm 10.7b). O propósito de todo namoro deve ser o casamento e quando esse propósito não está na mente dos namorados, então o namoro fica distorcido.

Namoro Misto e a Pureza do Crente

No namoro, o sexo mesmo sendo entre crentes, constitui-se em uma das áreas mais delicadas da vida cristã. Sabemos que o sexo em si não é de forma alguma pecaminoso, pois foi dado por Deus, porém este deve ser praticado exclusivamente entre casados. Entre o casal de namorados há sempre uma forte atração sexual. Deve-se cuidar com carinhos que no início são sempre ingênuos, logo avançam e transforma-se em intimidades sexuais. Paulo incita aos crentes a fugirem de toda sorte de imoralidade. Existe uma probabilidade bem grande do crente contaminar a sua pureza com o descrente. Deus exige que seus filhos mantenham-se incontaminados e o descrente dificilmente contribui para isso.

Namoro Misto e o Bom Testemunho

O namoro misto para o crente, provoca mau testemunho e sofrimento para sua igreja. Ele afeta o testemunho para com os de fora, ocorrendo então vários comentários e cobranças para com o crente. Para com os de dentro o crente pode influenciar recém-convertidos a seguirem o seu exemplo. Paulo nos fala que o crente deve ter um testemunho digno para com todos. Argumentos??? Muitos procuram arranjar bons argumentos para lhes servirem de “tábua de salvação”. Entre os vários estão: “Eu não namoro para casar”, porém esquecem que estão deturpando o significado do namoro. “Eu não consigo acabar o namoro”, muitos culpam a Deus por não conseguirem terminar tal namoro, porém esquecem que ‘Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças’. O problema é evidenciado na falta de forças para enfrentar a vida sem aquele namoro.

O que estes devem fazer é: primeiro, acabá-lo; segundo, e depois serem capacitados a suportar as conseqüências. Talvez alegam que gostam mais da namorada ou namorado e não suportaria ficar longe dela, amando mais a ela do que a Cristo; ou alegam que a namorada o ama tanto e sofreria com o seu fim. Mas Cristo nos amou muito mais, sendo cuspido por amor de nós, esbofeteado no rosto, humilhado e escarnecido publicamente e ainda como se não bastasse morreu em uma cruz, tudo por amor a você. “Estou evangelizando a minha namorada”, mas esquecem que se não estão obedecendo a Deus, como esperar que ela o faça? “Muitos namoros desiguais já deram certo”, porém se esquecem que fatos isolados não nos dão condições para conclusões definidas.

Algumas vezes é a misericórdia de Deus por esse filho, apesar do namoro irregular. “Dificilmente conseguirei um crente para namorar e casar”, porém esquecem do poder e do cuidado de Deus por seus filhos e que Ele pode providenciar tudo, inclusive uma namorada. “Já sou muito fiel em outras áreas”, dizendo assim se esquecem que Cristo quer que guardemos todos os seus mandamentos. “Já fui disciplinado, agora é que eu namoro mesmo”, mas esquecem que a disciplina é para o crente sentir o peso do pecado e voltar para os passos de Cristo; reagir negativamente é acrescentar pecado sobre pecado.

Vale a Pena?

Os que namoram descrentes e acham que sinceramente não estão cometendo pecado algum, torna-se necessário fazer uma avaliação sobre este assunto da vida cristã baseado nas seguintes perguntas: Tem examinado as Escrituras? Tem orado?Os que usam os argumentos apenas como mera desculpa se encontram bem mais complicados diante de Deus, pois estão sendo hipócritas e Cristo falou claramente contra esse tipo de pessoa. Uma pergunta pode ser feita: Vale a pena correr o risco de desagradar a Deus com um namoro misto?Os riscos possíveis seriam: entristecer o Espírito Santo; sofrer disciplina diretamente de Deus; provocar sofrimento a Igreja em geral e irmãos em particular; sofrer disciplina da Igreja; mostrar-se indigno do Senhor Jesus Cristo; vir a casar-se com o descrente, comprometendo sua futura felicidade; os filhos desse casamento misto serão orientados de uma maneira confusa.

Outra pergunta seria: Vale a pena praticar algo que é, no mínimo, duvidoso?A Palavra de Deus diz que aquele que pratica o que se tem dúvida é condenado. Em suma: ele está pecando perante Deus. Não um pecado que é passageiro, sendo por um breve momento cometido, e sim um pecado consciente, contínuo, prolongado.

Fonte: Pr. Cleverson de Abreu Faria  – www.atosdois.com.br

Colaboração: Marcos Cesar

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  • JOVENS COM PROPÓSITO

 Como ser um jovem com propósito em meio a tantas pressões?

  Ei, jovem, você sabe o que é propósito?

 

 

 “Propósito” é quando se tem um objetivo, um alvo a ser atingido. E qual é o seu alvo? Espero que sua resposta seja única: Jesus. Mas como ser um jovem com propósito em meio a tantas pressões? Esta é uma pergunta que, constantemente, vem à mente dos jovens. Não há como negar que as pressões do mundo sobre a vida do jovem cristão aumentam a cada dia. Por onde passa, há uma “porta larga” esperando por ele. Manter um jovem dentro da igreja hoje não é tarefa fácil. Os pastores e líderes que o digam! A concorrência com o mundo lá fora é grande e, na maioria das vezes, desleal, pois tudo é colocado de forma a atraí-los para o mundo das drogas, da prostituição e do crime.Perseverar até o fim deve ser o propósito de cada um. O jovem precisa ser estável espiritualmente falando, precisa fazer parte de uma geração radical que não se corrompe com o mundo. Pois assim está escrito: “[…] para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros  filhos de Deus imaculados no meio de uma geração corrupta e perversa, entre a qual resplandeceis como luminares no mundo […]” (Fp 2.15). Sendo assim, é imprescindível que os jovens sigam alguns passos importantes para que caminhem em direção a uma vida com propósito diante de Deus:

1- Mente sábia – “O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução.” (Pv 1.7). Neste versículo, o sábio Salomão enfatiza que o temor, ou seja, o respeito a Deus é o princípio, a base, a fonte da sabedoria. Quando um jovem respeita a Deus, obedecendo aos seus preceitos, ele usa de sabedoria e contempla as bênçãos de Deus sobre a sua vida. Paulo, aos coríntios, fala que “temos a mente de Cristo” (1Co 2.16). Ter a mente de Cristo, é deixar que o Espírito Santo revele os pensamentos de Deus para a vida. O jovem precisa buscar quais são os pensamentos de Deus sua vida. Todo jovem cristão precisa ter uma mente sábia precisa avaliar e examinar todas as coisas. Não deve agir precipitadamente, sem pensar, sem consultar o Espírito Santo, e preciso usar de sabedoria.

2- Ouvidos que discernem e que atendem à disciplina: “Os ouvidos que atendem à repreensão da vida farão a sua morada no meio dos sábios. O que rejeita a instrução menospreza a própria alma, mas o que escuta a repreensão adquire entendimento.” (Pv 15.31-32).O jovem precisa avaliar tudo o que escuta, pois nem tudo o que chega aos seus ouvidos, é bom e edifica. É importante pedir a Deus discernimento, fugir das fofocas, com as piadinhas de mau gosto que ouve a respeito das pessoas, ouvir, analisar e se cuidar para não cair nas armadilhas do inimigo.

3- Olhar compassivo: “Jesus pois, quando a viu chorar, e também chorando os judeus que com ela vinham, moveu-se muito em espírito, e perturbou-se.” (Jo 11.33). Esta passagem de João, falando sobre a morte de Lázaro, é uma das mais belas da Bíblia. Aqui, Jesus mostra a sua sensibilidade para com o próximo. Ele se comoveu ao ver aquela situação. A Bíblia diz que Jesus “viu”, ou seja, ele olhou para aquelas pessoas e usou de compaixão. Assim como o Mestre ensinou, o jovem também deve ter um olhar compassivo a respeito das coisas. Jesus poderia ter visto aquela cena e não ter dado à mínima. Mas ao contrário, ele se comoveu. Muitas vezes, você passa pelas pessoas e simplesmente as vê com os seus problemas, porém não faz nada para ajudá-las. Jesus jamais faria isso! Passe a enxergar melhor o seu próximo e as necessidades dele. Cuidado com os pré-conceitos a respeito dos outros. Conheça primeiro para depois você tirar as suas conclusões. Lembre-se: você deve olhar como Jesus olharia.

4- Lábios que encorajam: “As palavras suaves são favos de mel, doces para a alma, e saúde para os ossos.” (Pv 16.24).As palavras, quando bem empregadas, encorajam, trazem cura, alívio e perseverança. Da sua boca deve sair bênção. Existem pessoas que quando abrem a boca, só falam besteiras, fofocam e murmuram. Fique atendo ao que você tem falado por aí. Por meio dos seus lábios, você pode abençoar ou destruir a vida de alguém.

5- Mãos que abençoam: “Abre a sua mão ao pobre, e estende as suas mãos ao necessitado.” (Pv 31.20).Por meio das nossas mãos, podemos abençoar a vida das pessoas. Muitos jovens se preocupam com tudo, menos em ajudar ao seu próximo. O escritor George Eliot (1819-1880), disse certa vez: “Para que vivemos, senão para tornar menos difícil a vida dos outros?”. Torne menos difícil a vida de alguém. Estenda as suas mãos para ajudar àqueles que precisam. Não falo somente de ajuda material. Mas um aperto de mão, um afago, um abraço carinhoso. As suas mãos foram feitas para abençoar.

6- Pés firmados na Rocha – O salmista Davi declara: “Tirou-me dum lago horrível, dum charco de lodo, pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos” (Sl 40.2).Será que você pode declarar o mesmo que o salmista Davi declarou? Os seus pés estão firmados na Rocha que é Jesus? Por onde você tem andado? Por quais caminhos tem passado? Ou será que você está a um passo de cair, assim como falou o salmista Asafe, no Salmo 73.2: “Quanto a mim, os meus pés quase que se desviaram; pouco faltou para que escorregassem os meus passos.” Aqui, o salmista ressalta que por pouco os seus pés não se desviaram do Caminho. Isso acontece com muitos jovens que se deixam levar pelas pegadas erradas. Você precisa ter passos firmes. Tomar cuidado para não pisar em terreno inimigo. Se os seus passos não estão firmados em Deus, firme-os agora mesmo, em nome de Jesus.

7- Coração fiel Deus não se agrada de um coração infiel. De um coração que desiste facilmente e que não persevera até o fim. Muitos jovens, à primeira tribulação, pulam para fora do barco. Deixam Deus de lado e vão curtir uma vida fora da presença dele. Guarde bem isto: o apóstolo Paulo diz que a tribulação produz paciência, experiência e esperança (Rm 5.3-4). Durante toda a vida, você vai passar por diversas situações difíceis. E essas dificuldades vêm justamente para lhe ensinar, para desenvolver em você virtudes e habilidades que, de outra forma, você não conseguiria desenvolvê-las. O Senhor disse: “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.” (Ap 2.10). Se você deseja ser coroado por Deus, então seja fiel. Chega de ser um jovem descompromissado com as coisas de Deus.

Jovem, esses são alguns passos que vão auxiliar você a viver uma vida com propósito em meio a esta geração aflita que vemos por aí. Não dê ouvidos àquilo que os outros falam de você. Tenha em mente que você faz parte de um povo separado e escolhido para fazer a diferença. Sua caminhada não será fácil, mas se usar de sabedoria, se não der ouvidos a conversas alheias, se olhar como Jesus olharia, se usar a sua boca para proferir palavras que encorajam, se estender as suas mãos ao necessitado, se tiver os seus pés firmados na Rocha e um coração fiel a Deus, você trilhará o caminho do sucesso e colocará o seu nome na galeria daqueles que mudaram a história do cristianismo. Pense e guarde isso.

 

 Fonte: Portal Elnet

Colaboração: Marcos Cesar. 

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  •  COMO VENCER AS TENTAÇÕES

Pr. Silas Malafaia. O estudo está dividido em oito partes, não deixe de assistir nenhuma.

Parte 01:

Parte 02:

Parte 03:

Parte 04:

Parte 05:

Parte 06:

Parte 07:

Parte 08:

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  • O SÁBADO

Pra você que sempre teve curiosidade de entender por que nós não devemos guardar o sábado, como muitos tem tentado ensinar, segue-se um otimo estudo que trata do assunto, aproveite bem e cresça em GRAÇA e CONHECIMENTO!!!! A Paz do Senhor!!

Já não bastassem os adventistas em geral, atualmente têm surgido vários movimentos judaizantes (inclusive alguns neopentecostais como os liderados pela pastora Walnice Milhomens e seu discípulo, o pastor batista Renê Terra-Nova), tentando reviver no seio da comunidade cristã o legalismo do judaísmo. Estes novos sabatistas, entre outros, alardeiam de forma direta ou indireta, a restauração da guarda do sábado para os nossos dias. Para estes, há a repreensão da Palavra de Deus: “agora que conheceis a Deus ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como estais voltando, outra vez, aos rudimentos fracos e pobres, aos quais, de novo, quereis ainda escravizar-vos? Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós tenha eu trabalhado em vão para convosco.” (Gal. 4:9-11)

Agora vejamos o que a Santa Bíblia diz a respeito do “sétimo dia da semana”, e qual o seu significado para os nossos dias, se devemos ou não guardá-lo (observá-lo como dia de guarda ).

O vocábulo SÁBADO vem do hebraico (SHABBATH), que por sua vez vem da raiz verbal SH, JB, TH, com afinidades no acádio SHABBATU ou SHAPPATU, e cujo significado é: DESCANSO, REPOUSO, PAUSA, CESSAÇÃO.

O que a Bíblia diz sobre o Sábado:

01. Deus ainda trabalhou neste dia e terminou a sua obra criadora:
“Havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou neste dia de toda a sua obra que tinha feito.” (Gn. 2:2);

02. O Senhor Jesus disse que seu Pai trabalha no dia de sábado e ele também trabalha: “E os judeus perseguiam a Jesus, porque fazia estas cousas no dia de sábado. “Mas ele lhes disse: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também.” (João 5:16,17);

03. O Sábado não era somente o 7º dia da semana, mas também:
a)A festa anual da expiação, no sétimo mês, aos dez dias do mês, que poderia cair em qualquer dia da semana (Lev. 16:29-31);
b) De sete em sete anos, um ano de repouso para a terra: um sábado ao SENHOR (Lev. 25:2-4);
c) De cinqüenta em cinqüenta anos, no sétimo mês, aos dez dias do mês, começava o Ano do Jubileu (Lev. 25:8-10);

04. Um velho concerto dado somente aos judeus, somente aos filhos de Israel:
a) “Considerai que o SENHOR vos deu o sábado; por isso ele no sexto dia vos dá pão para dois dias; cada um fique onde está, ninguém saia do seu lugar no sétimo dia. “Assim descansou o povo no sétimo dia” (Ex.16:29-30);
b) “Eu sou o SENHOR teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão… “Lembra-te do Dia de Sábado, para o santificar.” (Ex.20:2,8)
c) “Tu, pois, falarás aos filhos de Israel, e lhes dirás: Certamente guardareis os meus sábados; pois é sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibas que eu sou o SENHOR quer vos santifica.” (Ex.31:13-17);

05. Dos Dez Mandamentos, é a único cerimonial, solene:
“Disse o SENHOR a Moisés: “Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: As festas fixas do SENHOR, que proclamareis, serão santas convocações: são estas as minhas festas. Seis dias trabalhareis, mas o sétimo será o sábado do descanso solene, santa convocação; nenhuma obra fareis; é sábado do SENHOR em todas as vossas moradas.” (Lev.23:1-3);

06. Dos Dez, é o único que é memorial dos quatrocentos anos de servidão no Egito: “Guarda o dia de sábado, para o santificar, como te ordenou o SENHOR teu Deus. “…porque te lembrarás que foste servo na terra do Egito, e que o SENHOR teu Deus te tirou dali com mão poderosa, e braço estendido: pelo que o SENHOR teu Deus te ordenou que guardasses o dia de sábado.” (Deut. 5:12,15)

07. Um sinal somente entre Deus e Israel:
“Tirei-os da terra do Egito e os levei para o deserto. “Também lhes dei os meus sábados, para servirem de sinal entre mim e eles, para que soubessem que eu sou o SENHOR que os santifica. (Ezeq. 20 10, 12) Conf.: 04º item, parte c.

08. Não se devia carregar nenhuma carga:
“Assim diz o Senhor: Guardai-vos por amor da vossa alma, não carregueis carga no dia de sábado, nem as introduzirás pelas portas de Jerusalém” (Jer. 17:21; Ne. 13:19);

09. Nem acender fogo:
“Não acendereis fogo em nenhuma das vossas moradas no dia do sábado.” (Ex. 35:3);

10. Estatuto perpétuo somente para os judeus:
“Pelo que os filhos de Israel guardarão o sábado, celebrando-o por aliança perpétua por suas gerações. “Entre mim e os filhos de Israel é sinal para sempre…” (Ex. 31:16,17);

11. Sua transgressão era a pena capital:
“Trabalhareis seis dias, mas o sétimo dia vos será santo, o sábado do repouso solene ao SENHOR; quem nele trabalhar, morrerá.” (Ex. 31:15; 35:1-2);

12. Agora a guarda dos sábados é abominável ao Senhor:
“Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e também as luas novas, os sábados e a convocação das congregações; não posso suportar iniqüidade associada ao ajuntamento solene.” (Is. 1:13) Comp.: Ex.31:13;

13. Foi predito o seu fim:
“Farei cessar todo o seu gozo, as suas festas, as suas luas novas, os seus sábados e todas as suas Solenidades” (Oséias 2:11) Comp.: Ez. 20:10-13;

14. O sábado era uma sombra:
“Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, “porque tudo isso tem sido sombra das cousas que haveriam de vir; porém o corpo é de Cristo.” (Col. 2:16,17). Conf.: Lev. 23:2-4; Também: Heb. 10:1);

15. A respeito da Lei, Jesus veio:
a) Cumpri-la: “Não penseis que vim revogar a lei ou os profetas: não vim para revogar, vim para cumprir.” (Mat. 5:17);
b) Resgatar os que estavam sob ela: “Vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, “para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos.” (Gal.4:4,5) Também: Jo. 5:16-18; Rom. 15:8; Gal. 2:14-17; 2Co. 3:14;
c) Aboli-la: [Cristo] “aboliu na sua carne a lei dos mandamentos na forma de ordenança, para que dos dois criasse em si mesmo um novo homem, fazendo a paz” (Ef. 2:5); Ver também: Col. 2:14,16,17; 2Cor. 3:3-14; Heb. 7:18,19;
d) Mudá-la: “pois, quando se muda o sacerdócio, necessariamente há também mudança de lei” (Heb. 7:12,ss)
e) Ele é o fim da lei: “Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê.” (Rom. 10:4);

16. Jesus disse que nenhum “i” ou “til” da lei passaria até que tudo se cumpra. Quando diz: “ATÉ QUE tudo se cumpra”, quando se cumprir, os “is” e “tils” passariam, e, como vimos Jesus cumpriu toda a lei nos mínimos detalhes. Conf.: Mat 5:17,18; Ef. 2:5, etc.

17. Os da lei são malditos:
“Todos quantos, pois, são das obras da lei, estão debaixo de maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanece em todas as cousas escritas no livro da lei, para praticá-las.” (Gál. 3:10)

18. A lei dos 10 mandamentos em tábuas de pedra: ministério de morte:
“Estando já manifestos como carta de Cristo, produzida pelo nosso ministério, escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações.” (2Cor. 3:3);
“E se o ministério de morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não puderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecente, “como não será de maior glória o ministério do Espírito?” (versos:7 e 8);

19. A lei é antiga e caduca:
a) “Agora, porém, libertos da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra. “Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça se a lei não dissera: Não cobiçarás.” (Rom. 7:6,7);
b) “E, de fato, repreendendo-os, diz: Eis aí vêm dias diz o Senhor, e firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá… “Quando ele diz: Nova, torna antiquada a primeira. Ora aquilo que se torna antiquado e envelhecido, está prestes a desaparecer.” (Heb. 8:8, 13);

20. Cristo violou o sábado:
“Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não somente violava o sábado, mas dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus.” (João 5:18). João nos declara duas coisas pelas quais Jesus era perseguido: 1ª se dizia filho de Deus, 2ª: violava o sábado. Ver 2º ponto, pág. 01;

21. Não deve ser guardado:
“Mas agora conhecendo a Deus, ou antes sendo conhecidos por Deus, como estais voltando outra vez aos rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis ainda escravizar-vos? “Guardais dias, e meses, e tempos e anos. “Receio de vós que tenha eu trabalhado em vão para convosco.” (Gal. 4:9-11);

22. Quem guarda o Sábado, deve guardar TODA A LEI. Quando se diz: TODA, inclui a moral e cerimonial, e não somente os Dez Mandamentos:
“Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça num só ponto, torna-se culpado de todos.” (Tg. 2:10);

23. Jesus é o Senhor do sábado e não lhe está sujeito (Mat. 12:1-8):
a) “Os fariseus… disseram-lhe: Eis que os teus discípulos fazem o que não é lícito fazer em dia de sábado.” (verso 2 a,c);
b) “Mas Jesus lhes disse:… “Ou não leste na lei que, aos sábados, os sacerdotes do templo violam o sábado e ficam sem culpa?…” (verso 5a);
c) “Porque o Filho do homem é Senhor do sábado. ” (verso 8); Conf.: Num. 28:9,10 / Ex. 34:21;

24. Jesus é o nosso Sábado (descanso), pelo qual o sábado da lei era somente uma sombra:
“Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.” (Mat. 11:28) Conf.: ponto 14º, pág. 2;

25. Na lei da Nova Aliança, que não está escrita em tábuas de pedra, mas nas tábua da mente e do coração (Heb.8:8-10), não há um mandamento expresso, no sobre a guarda de um dia, pois todos os dias são iguais perante Deus (Rom. 14:1-6):
“Um faz diferença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente. “Quem distingue entre dia e dia, para o Senhor o faz…” (verso 5, 6a);

26. Deus disse que ninguém mais entraria no seu descanso:
“Porque em certo lugar assim disse, no tocante ao sétimo dia: E descansou Deus, no sétimo dia, de todas as obras que fizera.”
“E novamente, no mesmo lugar: Não entrarão no meu descanso.” (Heb. 4:4,5);

27. Josué já havia predito um outro dia do Descanso:
“Ora, se Josué lhes houvesse dado descanso, não falaria posteriormente a respeito de um outro dia.” (Heb. 4:8)

28. Ora, se em alguns idiomas como o inglês (saturday), o holandês, o alemão (sonntag), sueco (söndag), o Primeiro Dia da Semana é chamado de “DIA DO SOL”, nestes mesmos idiomas, o Sétimo dia é chamado de “DIA DE SATURNO” (ex.: Saturday, no inglês). E a própria Bíblia nos diz que o “SENHOR é SOL e escudo (Salmo 84:11) e Jesus é “o SOL nascente das alturas que nos visitou” (Lucas 1:78,79). Existem também outros idiomas em que o primeiro dia da semana é chamado de “dia da ressurreição”, como em língua grega bizantina “anastasimós”, na língua russa “vosskresenije” na basca “igandea”. Todos estes nomes significam: “ressurreição”. Já em outras, o primeiro dia da semana é chamado de “dia do Senhor” como em grego “tê kyriakê hêmera” (Kiriakos), em irlandês “Dia domhnaigh” ou “na Domhnach”, em latim “dominica die”, em italiano virou “domenica”, em francês “dimanche”, e em português e espanhol “domingo”.

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  • O HOMOSSEXUALISMO

A SEGUIR ABORDAREMOS UM TEMA BEM ATUAL, O HOSSEXUALISMO, E POR ISSO SE TORNA NECESSARIO QUE FIQUEMOS ATENTO AS CILADAS DO INIMIGO PARA O POVO DE DEUS, A PAZ DO SENHOR!!!

 

 

A verdade de Deus.

 

Texto base: “Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.” (Rom 1:25)

 

Temos vivido uma época de profundo relativismo, onde achar uma verdade é simplesmente se tornar alguém antiquado. A verdade não mais existe, mais sim uma multiplicidade de verdades, é o que a vanguarda atual denomina de pos-modernismo, infelizmente essa idéia tem extrapolado os muros das universidades e as fronteiras imundas do mundo e tem de forma camuflada adentrado em nossas Igrejas, o Senhor já nos tem advertido através de sua palavra “…Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar”(I Pe 5:8).

Neste dias de pós-modernismos temos acompanhado diversas investidas desse adversário sagaz na vida do povo de Deus, vários pontos poderiam ser abordados, porém vamos trabalhar apenas um, o homossexualismo.

 

1-Um inimigo invisível.

Como já tratamos posteriormente o pós-modernismo apresenta a verdade como algo subjetivo e relativo e tem utilizado de diversos meios para ludibriar o povo de Deus, especialmente a juventude de nossas igrejas. Isso por um motivo muito simples, os jovens são a força da Igreja, João nos afirmou “…jovens vos escrevi, porque sois forte”(I Jo 2:14). Nada mais cômodo pra um inimigo do que entrar na guerra sem ser percebido, ou mesmo negando a sua existência, pois é justamente dessa forma que o diabo tem colocado suas idéias em nosso meio, o Senhor nos adverte a “Olhai, vigiai e orai…”( Mar 13:33), três atitudes que aqueles que querem estar na batalha devem ter para não serem pegos de surpresa. O soldado desatento em seu posto pode não só perder sua vida, mas  destruir todo o seu batalhão, assim é o crente que não percebe as sutis ciladas de satanás em suas vidas.

Devemos ter plena convicção de que estamos numa guerra espiritual e o soldado que não estiver preparado com certeza irá sucumbir e o preço será alto! Todavia, aqueles que estiverem atentos poderão gozar “…o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Flp 3:14).

Negado a sua existência através de táticas intelectuais, e negado a existência de uma verdade absoluta caberá ao inimigo atacar. É sutil, e até mesmo quase imperceptível a maneira que o inimigo tem apresentado esta forma tão diabólica de relacionamento como absolutamente normal, isso porque ele tentará, de maneira obscura, investir contra os planos de Deus para a humanidade, dentre estes a base da sociedade, que é a família. Se você observar, os servos do diabo têm apresentado um novo padrão para a família não mais composto pelo “Adão” e “Eva” de Deus, mais sim pelo “Adão” e “Ivo”, ou pelas “Evas” e “Vilmas”, que distorcem totalmente o perfil familiar de Deus, e isto tem sido colocado de forma “meiga” e “engraçadinha”, mas isso não passa de mentira de satanás e tais pessoas fazem a sua vontade, veja o que diz o Senhor a esse respeito: “Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira”. (Joa 8:44). Afirmamos isso, por que a verdade de Deus para a humanidade não é essa, mas Deus criou homem e mulher para formarem uma família, veja o que diz o Senhor: “E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja ; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.” (Gen 2:18).Todo padrão fora do apresentado por Deus pode ser considerado como amaldiçoado, e você ficara com o que, a verdade de Deus ou a mentira de satanás? Abra o olho para tudo aquilo que tem sido apresentado como normal e “bonitinho”, pois poderá estar escondendo um plano terrível do inimigo contra a sua alma.

2-O que diz o Senhor sobre o homossexualismo.

Desde já quero deixar bem claro que não temos nada contra o homossexual, pois como criatura de Deus merece ser amado e respeitado, o que não aceitamos é a pratica do pecado chamado de homossexualismo. A bíblia é bem clara ao destino daqueles que mudaram a verdade em Deus em mentira de satanás:

·                    Sentiram as conseqüências em si mesmo.

       E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.(Rom 1:28).

Nas pesquisas mais recente a respeito de doenças sexualmente transmissíveis, ficou constatado que o maior numero de pessoas infectadas com o virus da AIDS são os homossexuais, segundo um site especializado em artigos de saúde, em uma de suas abordagem sobre o assunto declara:

 “O risco relativo para homens que fazem sexo com homens foi mais elevado em relação aos heterossexuais, em todos os locais. Esse resultado indica alta e persistente vulnerabilidade dessa população”(http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-89102008000300007&lng=enDirectory&nrm=iso)

 Isso para citar apenas essa enfermidade. Como vimos a palavra de Deus não mente por que o Seu autor é a própria verdade.

·                    Não poderão herdar o reino de Deus nesta situação.

“Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.” (1Co 6:10)

O que você pode observar é que não sou eu que falo, mas a palavra do Senhor que não permite que tais atitudes sejam respaldadas e aceitas em nossa sociedade como valores normais e condizentes com a disciplina cristã. Jesus sacrificou-se por toda a humanidade e todos aqueles que se arrependerem de seus pecados poderão ser salvos. A bilbia nos diz: “O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia.”(Prov.28:13).Esse texto  apresenta a vontade do Senhor para que todos sejam salvos, porem é condicional ao abandono dos pecados, semelhantemente Pedro nos falou:

Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor,”(AT 3:19).

Infelizmente o que temos visto é um endurecimento dos corações, e uma profunda conformidade com tais atitudes. Não estamos aqui pregando uma “caça às bruxas”, como muitos tem nos acusado, mas estamos pregando o que a bíblia nos ensina: “E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus”.(Rom. 12:2).

Não podemos aceitar esta nova ordem como algo natural, devemos sim proclamar ao mundo que a biblia é a verdade absoluta de Deus para a humanidade, e que seguimos a Sua santa vontade. E a vontade de Deus é esta, para o homem e a mulher: “Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.” (Gen.2:24;Mc.10:7;Ef.5:31). Esta é a familia criada por Deus, e única verdade para a humanidade. Uma coisa é certo, todos as vezes que o homem mudou essa verdade sentiu em si mesmo as conseqüências, como foi o caso de Sodoma, em que foi destruída por causa dos pecados de seus moradores(Gen..19:4-10), ou mesmo os homens da tribo de Benjamim,  que por tentarem abusar de um levita visitante provocou uma grande guerra entre todo aquele povo irmão(Jz19.22-24). Enfim, “o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida”(Rom.6:23), Deus deseja que o homem possa seguir a sua santa vontade e não venha mudar a sua verdade,cabe a você servo de Deus ser um militante dessa verdade e proclamar ao mundo QUE TEMOS ORGULHO DE SER HETEROSSEXUAL,conforme o direcionamento da Santa vontade de Deus.

 

“Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver;” (1 Pe.1:15)

Um fraterno abraço, e que Deus nos abençoe nesta caminhada.

 Autor: Jefferson Rodrigues.- Aux. Ministerial da Ass.de Deus e acadêmico em Historia pela UESPI.

 

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  • OS MALES DAS FESTAS JUNINAS.

ESSE ESTUDO É PRA VOCÊ QUE NÃO VÊ MAL EM IR À FESTAS JUNINAS, FIQUE DE OLHO E QUE DEUS NOS AJUDE, A PAZ DO SENHOR!!!

 


 

A Bíblia diz : ” …que não comam comidas oferecidos aos ídolos” Atos 15:20

” … aqueles que oferecem alimentos a estes ídolos, estão unidos no sacrifício aos demônios, e não a Deus, não quero que sejais participantes com os demônios.” I Cor. 10:20

” … não podeis beber o cálice do Senhor (Santa Ceia) e o cálice dos demônios : não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios” I Cor. 10:21

“… mas se alguém disser: esta comida foi oferecida aos ídolos, não comais, por causa daquele que vos advertiu, e por causa da consciência.” I Cor. 10:28

As FESTAS JUNINAS têm este nome por serem realizadas no mês de Junho. Cada festa tem um fim específico:

1.FOLCLORE

Folclore é o conjunto de tradições, lendas e crenças de uma região expressas em canções, provérbios e contos.

Seu objetivo é divulgar as tradições dos antepassados.

As Escolas, “em nome da cultura”, incentivam esta festa por meio de trabalhos escolares, tarefas, etc… A criança que não tem como se defender aceita esta festa, pois se sente na obrigação de respeitar a professora que lhe impõe estes trabalhos escolares (sobre festa Junina), e em alguns casos é ameaçada com notas baixas – a professora, na maioria das vezes, é devota de algum santo, simpatizante ou praticante da religião Católica, que é a maior divulgadora desta festa. Neste momento de mescla entre folclore e religião, a criança -inocente por natureza – rapidamente se envolve com as músicas, brincadeiras, comidas e doces. Aliás, não existiria esta festa não fosse a religião. Inclusive existe a competição entre clubes, famílias ou grupos para realizarem a maior ou a melhor festa junina da rua, do bairro, da fazenda, sítio, etc…


2. RELIGIOSO

A maioria destas festas é realizada para se pagarem ou fazerem promessas a algum santo ou padroeiro (protetor)
cuja data seja celebrada na referida época -Santo Antônio, São Pedro, São João e outros mais. A Igreja Católica é incentivadora -daí o teor religioso da festa Junina, pois nestas festas ocorrem rezas, canções e missas; as comidas e doces são oferecidos a estes santos -claro que os que comem não são os santos, mas os que participam desta festa. Este procedimento de “oferecer comida aos santos” é muito parecido aos despachos espíritas nos cemitérios e encruzilhadas; talvez a diferença seja o local da “festa”.


REFUTAÇÃO

1.FOLCLORE

O Brasil é o maior país agrícola do mundo. Até conhecemos aquela frase elogiando as terras brasileiras, nas quais “… em se plantando tudo dá”. No entanto (pasmem), o governo está importando (isto é, comprando) de outros países arroz, feijão, trigo, café, cacau. Era para estar exportando, vendendo, aumentando o capital, e não comprando, pois temos terras deexcelente qualidade. Um dos problemas da falta de produção agrícola é a desvalorização do “homem do campo”, que é humilhado nas festas juninas, em suas danças de quadrilhas, e tido como um coitado. Pergunto: que criança diria “quando crescer quero ser um caipira, ou homem do campo, com as roupas remendadas, na miséria”? As crianças querem ser médicos, professoras, atrizes, pois estes não são humilhados nas festas juninas. As Festas Juninas são para humilhar as pessoas do campo; o caipira, quando não é banguela, é desdentado, seu andar é torto, corcunda por causa da enxada, a botina é furada, suas roupas são rasgadas e remendadas, uma alusão ao espantalho! – pois talvez seja assim que os grandes latifundiários vêem o caipira, e essa visão é reproduzida por nossas crianças nas Escolas. Se isto é FOLCLORE, CULTURA, não quero; agradeço; se lambuzem os que gostam de humilhar os outros. A Bíblia diz que “o que escarnece (humilha) do pobre insulta ao que o criou” (Pv. 17:5). Disso decorrem problemas urbanos graves como o favelamento e os menores abandonados, pois como os “caipiras” não conseguem sobreviver no campo, pensam que na cidade encontrarão trabalho. A esse processo dá-se o nome de “Êxodo Rural”. E o nosso país agrícola é desmatado, onde só se planta pasto para boi gordo, e expulsa o homem do campo, o caipira das festas juninas.


2. RELIGIOSO

Esta escrito que “há um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo” (I Tm 2:5). Se pudermos pedir diretamente a Deus, por meio do Senhor Jesus Cristo, o único MEDIADOR, não precisamos pedir ou louvar aos santos, pois só Deus é o único digno de receber todo louvor. Não temos nada contra os santos – pelo contrário, São Paulo, São Pedro, São João e outros nos deixaram epístolas, evangelhos e doutrinas. A Bíblia é contra a veneração das pessoas dos santos, que são humanos mortais. O próprio São Paulo recusou adoração (At 14:11-15).

Quando adoramos a Deus, somos abençoados; os que adoram aos ídolos, são amaldiçoados. Aqueles que participam da Festa Junina, além de humilhar e escarnecer do homem do campo, é amaldiçoado pelos demônios que recebem as comidas, doces e danças. Pois está escrito que “… aqueles que oferecem alimentos a estes ídolos estão unidos no sacrifício aos demônios, e não a Deus, não quero que sejais participantes com os demônios”.(I Co 10:20).


Matéria escrita pelo Pr. Afonso Martins

pastorafonso@ig.com.br

  Contribuição: Jefferson Rodrigues

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Responses

  1. A paz do Senhor !!!!!

    Para reflexão daqueles que tomarem conhecimento deste artigo escrito pelo Pr. Elinaldo Renovato, respondendo a uma pergunta, que, creio eu, está na cabeça de muitos jovens da nossa Igreja.

    Namoro. Quais os limites do relacionamento físico?

    Ariane Nishimura

    Até onde podemos ir no namoro? Quais os limites do relacionamento físico? Como lidar com impulsos sexuais e não desagradar a Deus ao mesmo tempo? Quantas perguntas e interrogações para nós, jovens cristãos. Sabemos que não devemos ter relação sexual antes do casamento, mas e o resto? Até onde o beijo e as carícias são saudáveis?

    Infelizmente não temos um guia sobre o certo e o errado no relacionamento físico e a Palavra de Deus não diz claramente nada sobre isso, mas temos princípios que podem nos ajudar a levar um relacionamento no namoro que agrade a Deus. Uma coisa é certa: não é algo fácil mas vale a pena. Por trás de toda a obediência existe uma grande benção de Deus.

    Como tudo o que existe na vida, o namoro faz parte de um processo que tem um começo e um fim. Começa com uma amizade especial, passa pelo namoro e noivado e tem como fim o casamento. É como uma corrida que tem linha de partida e chegada. O perigo é quando nos desviamos do percurso.
    O relacionamento físico sempre nos leva a querer mais, e quando a intimidade se desenvolve, retroceder é quase impossível. Se você dá as mãos, vai querer abraçar, se abraça, quer beijar. Depois do beijo vem as carícias, que em pouco tempo, ficam mais íntimas. De repente, quando menos se espera, vocês se relacionam sexualmente ou quase chegam lá. Mas vocês não queriam isso, vocês queriam agradar a Deus e ter um namoro legal. O que fazer então?
    O sexo tem um lugar, uma hora especial na vida de uma mulher e um homem, o que deve acontecer só depois do casamento (Hb13:4) e faz parte do final do processo. Até chegar lá, é preciso aprender a lidar com os desejos e impulsos sexuais, que são como um vulcão adormecido. Se o cutucarmos, ele acorda antes do tempo e produz estragos.

    Uma coisa é importante: os impulsos sexuais foram criados por Deus, são parte da Sua benção, mas se utilizados fora do tempo, levam ao pecado, à culpa e à vergonha. Porque então acordar o vulcão? Deus está orientado em nosso padrão de namoro e pode nos dirigir e orientar, basta buscarmos sua direção. Ele anseia por casais de namorados que queiram acima de tudo, santidade. Creio que por trás de tudo isso existe algo profético e precioso para todos nós.
    Jesus está voltando e poderemos ter o privilégio de testemunhar sua vinda. Mas Ele vem para encontrar sua noiva (a Igreja), sem mácula. Ele vem para nos encontrar! O nosso padrão de namoro não é uma mera questão de fazer ou deixar de fazer algo, mas reflete o nosso amor pelo Senhor e nossa vontade de honrá-lo da melhor forma. Talvez tenhamos que nos sacrificar e dizer não às coisas que todo mundo faz e que podem nos dar prazer. Mas se tudo isso é para agradar ao Senhor e honrá-lo, então deve valer a pena. Porque não? Porque não tentarmos ser diferentes do mundo em vez de aceitarmos e copiarmos seus padrões?
    Que você e eu possamos erguer uma nova bandeira na área de relacionamentos. Que possamos honrar e louvar ao Senhor através de nossos namoros. “Porque esta é a vontade de Deus, a saber, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição, que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santidade e honra, não na paixão da concupiscência, como os gentios que não conhecem a Deus; ninguém iluda ou defraude nisso a seu irmão, porque o Senhor é vingador de todas estas coisas, como também antes vo-lo dissemos e testificamos. Porque Deus não nos chamou para a imundícia, mas para a santificação.” (I Tessalonicenses 4:3-7) ( Reproduzido com autorização da revista Lado a Lado) Do site eucreio.com

    REFLEXÃO

    Pr. Elinaldo Renovato de Lima

    Tem sido comum a pergunta feita pelos adolescentes e jovens: até que ponto podemos ter intimidades no namoro? A mensagem acima resume a resposta a ser dada.

    O namoro do jovem com uma jovem cristã deve ser diferente do namoro entre jovens ímpios, que não conhecem a Deus, que se baseiam numa ética materialista e hedonista (voltada para o prazer).

    É presico anotarmos que a Bíblia vê o corpo não apenas como um conjunto de órgãos humanos, biológicos. Não mostra apenas cabeça, tronco e membros. Muito mais que isso. A Palavra de Deus nos mostra que o corpo, na ótica de Deus, é o TEMPLO DO ESPÍRITO SANTO, e é PROPRIEDADE DE DEUS! E isso nos enseja enormes implicações de ordem espiritual e moral, levando-nos a fazer algumas outras perguntas com relação ao que podemos fazer com o corpo, individualmente, e no relacionamento entre namorados, noivos e mesmo entre casais.

    Com relação ao namoro entre jovens cristãos, considerando que o corpo é templo do Espírito Santo, entendemos que não podem ir além dos limites da santidade, da obediência e do respeito à visão bíblica do corpo como templo do Espírito Santo. A articulista acima diz que “O relacionamento físico sempre nos leva a querer mais, e quando a intimidade se desenvolve, retroceder é quase impossível. Se você dá as mãos, vai querer abraçar, se abraça, quer beijar. Depois do beijo vem as carícias, que em pouco tempo, ficam mais íntimas”, levando os namorados à prática de atos sexuais antes do casamento, o que é contrário ao princípio da santidade e da pureza do sexo entre jovens.
    Outro aspecto é que o corpo é PROPRIEDADE DE DEUS (ver 1 Co 6.129,20). Se assim cremos e obedecemos a Deus, não podemos simplesmente USAR O CORPO, visando o prazer ilícito, com a prática de sexo antes do casamento.

    Na verdade, o verdadeiro amor sabe esperar (1 Coríntios 13), onde lemos: “O amor…não se porta inconvenientemente, não busca os seus interesses..tudo sofre, tudo crê, tudo espera…”.

    Se, no namoro, os jovens não sabem esperar pelo casamento, não existe amor, mas a paixão inflamada do sexo, que se torna irresistível, e leva muitos ao pecado da fornicação.

    Sabemos que não é fácil viver de acordo com esses princípios bíblicos, num mundo que não se guia pela Bíblia. A juventude de hoje é guiada de modo massificante e avassalador pelos valores materialistas, relativistas e hedonistas de nosso século. Em matéria de sexo, a única orientação é que o adolescente, mesmo de 11 ou 12 anos use a camisinha. O resto é permitido e , segundo essa filosocia, nada é errado.

    Porém, se nos guiamos pela Palavra de Deus, conforme o Salmo 119.9, responderemos a pergunta: “Como purificará o jovem o seu caminho?”, em outras palavras, “Até onde ir no namoro, sem pecar?”, a resposta é direta e incisiva, sem arrodeios: “Observando-o segundo a tua palavra”.

    CONCLUINDO: O verdadeiro amor cristão anda de mãos dadas com a pureza, abraçado com a santidade, e caminhando ao lado de Cristo, em todos os momentos.

  2. A paz do Senhor !!!

    Os Dez Mandamentos do Namoro

    Fonte: Brasil Presbiteriano

    Namoro é uma fase muito bonita. É definida como o ato de galantear, cortejar, procurar inspirar amor a alguém. O namoro cristão, tenha a idade que tiver, deve ser uma convivência afetiva preliminar que amadurece e prepara o casal para o compromisso mais profundo. O contrário disso, longe dos princípios de Deus, pode resultar em uma experiência nociva e traumática. Observe alguns princípios que ajudam a manter o seu namoro dentro do ponto de vista de Deus.

    1. Não namore por lazer: namoro não é passatempo e o cristão consciente deve encarar o namoro como uma etapa importante e básica para um relacionamento duradouro e feliz. Casamentos sólidos decorrem de namoros bem ajustados.

    2. Não se prenda em um jugo desigual (II Co 6:14-18): iniciar um namoro com alguém que não tem temor a Deus e não é uma nova criatura pode resultar em um casamento equivocado. E atenção: mesmo pessoas que freqüentam igrejas evangélicas podem não ser verdadeiros convertidos ou não levarem o relacionamento com Deus a sério.

    3. Imponha limites no relacionamento: o namoro moderno, segundo o ponto de vista dos incrédulos, está deformado e nele intimidade sexual ou práticas que levam a uma intimidade cada vez maior são normais, mas o namoro do cristão não deve ser assim, o que nos leva ao próximo mandamento.

    4. Diga não ao sexo: Deus criou o sexo para ser praticado entre duas pessoas que se amam e têm entre si um compromisso permanente. É uma bênção para ser desfrutada plenamente dentro do casamento; fora dele é impureza.

    5. Promova o diálogo e a comunicação: conversar é essencial, estabeleça uma comunicação constante, franca e direta e não evite conversar sobre qualquer assunto.

    6. Cultive o romantismo: a convivência a dois deve ser marcada por gentileza, cordialidade e romantismo. Isso não é cafona, nem é coisa do passado e traz brilho ao relacionamento.

    7. Mantenha a dignidade e o respeito: o namoro equilibrado tem um tratamento recíproco de dignidade, respeito e valorização. O respeito é imprescindível para um compromisso respeitoso e duradouro. Desrespeito é falta de amor.

    8. Pratique a fidelidade: infidelidade no namoro leva à infidelidade no casamento. Fidelidade é elemento imprescindível em qualquer tipo de relacionamento coerente à vontade de Deus, que abomina a leviandade.

    9. Assuma publicamente seu relacionamento: uma pessoa madura e coerente com a vontade de Deus não precisa e nem deve lutar contra seus sentimentos ou escondê-los.

    10. Forme um triângulo amoroso: namoro realmente cristão só é bom a três: o casal e Deus. Ele deve ser o centro e o objetivo do namoro.

    Deixe Deus orientar e consolidar seu namoro. Viva integralmente as bênçãos que Deus tem para você através do namoro. E seja feliz.

    Amados, é sentimento meu, contribuir com a juventude da nossa igreja e espero que todos os leitores destes estudos, tirem o maior proveito. Deus abençoe a todos. Ir. Luiz Cavalcante !!!

  3. Muito obrigado pela colaboração irmão Luiz, esperamos que todos os irmão venham cooperar da mesma forma.

    Marcos Cesar

  4. COMO VENCER O DESÂNIMO

    (Autor desconhecido)

    Num museu norte-americano existe uma picareta corroída e velha que pertenceu a um pesquisador de ouro. Ele tinha chegado à conclusão de que em certo lugar havia um filão de ouro. Durante anos trabalhou sem descanso para localizar o tesouro escondido.

    Finalmente, desanimado, atirou a picareta que se enterrou no solo e comentou: “Este é o fim”, e abandonou o trabalho. Passados anos descobriu-se um filão de ouro a quatro metros da picareta abandonada. Entretanto, o explorador morrera e a picareta jazia quase desfeita. Tivesse combatido o desânimo, seria rico.

    O desalento não é apenas fruto da nossa época. Há muitos séculos o rei Davi sentiu-o, mas soube vencê-lo: “Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, na salvação da sua presença” ( Salmo: cap. 42, verso 05 ). Os seus inimigos diziam-lhe constantemente: Onde está o seu Deus? Quando começou a olhar para o alto, alcançou a paz de Deus para a sua alma perturbada.

    Se Davi encontrou ajuda, também nós no século XX a podemos encontrar. Deus tem um plano para você. A Bíblia nos afirma que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. Quando você atravessar águas profundas na vida espiritual, em busca da vontade de Deus, lembre-se de que as estrelas só brilham de noite. Às escuras é que se aprecia a sua beleza. Saiba como vencer o desânimo, num processo de intimidade com Cristo Jesus. .

  5. EU POSSO FAZER MAIS DO QUE ISSO

    Autor desconhecido

    A mãe, com apenas 26 anos, parou ao lado do leito de seu filhinho de 6 anos, que estava morrendo de leucemia. Embora o coração dela estivesse pleno de tristeza e angústia, ela também tinha um forte sentimento de determinação.

    Como qualquer outra mãe, ela gostaria que seu filho crescesse e realizasse seus sonhos. Agora, isso não seria mais possível, por causa da leucemia terminal. Mas, mesmo assim, ela ainda queria que o sonho de seu filho se> transformasse realidade. Ela tomou a mão de seu filho e perguntou: “Billy, você alguma vez já pensou o que você gostaria de ser quando crescer? Você já sonhou o que gostaria de fazer com sua vida?” “Mamãe, eu sempre quis ser um bombeiro quando eu crescer.”

    A mãe sorriu e disse: ” Vamos ver se podemos transformar esse sonho em realidade.” Mais tarde, naquele mesmo dia, ela foi ao corpo de bombeiros local, na cidade de Phoenix, Arizona, onde se encontrou com um bombeiro de enorme coração, chamado Bob. Ela explicou a situação de seu filho, seu último desejo e perguntou se seria possível dar ao seu filhinho de seis anos uma volta no carro dos bombeiros em torno do quarteirão.

    O bombeiro Bob disse: “Veja, NÓS PODEMOS FAZER MAIS QUE ISSO! Se você estiver com seu filho pronto às sete horas da manhã, na próxima quarta-feira, nós o faremos um bombeiro honorário por todo o dia. Ele poderá vir para o quartel,comer conosco, sair para atender as chamadas de incêndio!” “E se você nos der as medidas dele, nós conseguiremos um uniforme verdadeiro para ele, com chapeú, com o emblema de nosso batalhão, um casaco amarelo igual ao que vestimos e botas também. Eles são todos confeccionados aqui mesmo na cidade e conseguiremos eles rapidamente.”

    Três dias depois, o bombeiro Bob pegou o garoto, vestiu-o em seu uniforme de bombeiro e escoltou-o do leito do hospital até o caminhão dos bombeiros. Billy ficou sentado na parte de trás do caminhão, e foi levado até o quartel central. Ele estava no céu. Ocorreram três chamados naquele dia na cidade de Phoenix e Billy acompanhou todos os três.

    Em cada chamada ele foi em veículos diferentes: no caminhão tanque, na van dos paramédicos e até no carro especial do chefe do corpo de bombeiros. Ele também foi filmado pelo programa de televisão local. Tendo seu sonho realizado, todo o amor e atenção que foram dispensadas a ele acabaram por tocar três meses mais que todos os médicos haviam previsto. Uma noite, todas as suas funções vitais começaram a cair dramaticamente e a enfermeira-chefe, que acreditava no conceito de que ninguém deveria morrer sozinho, começou a chamar ao hospital toda a família.

    Então, ela lembrou do dia que Billy tinha passado como um bombeiro, e ligou para o chefe e perguntou se seria possível enviar algum bombeiro para o hospital naquele momento de passagem, para ficar com Billy. O chefe dos bombeiros respondeu: “NÓS PODEMOS FAZER MAIS QUE ISSO! Nós estaremos aí em cinco minutos. E faça-me um favor? Quando você ouvir as sirenes e ver as luzes de nossos carros, avise no sistema de som que não se trata de um incêndio. É apenas o corpo de bombeiros vindo visitar, mais uma vez, um de seus mais distintos integrantes. E você poderia abrir a janela do quarto dele? Obrigado!”

    Cinco minutos depois, uma van e um caminhão com escada Magirus chegaram no hospital, extenderam a escada até o andar onde estava o garoto e 16 bombeiros subiram pela escada até o quarto de Billy. Com a permissão da mãe, eles o abraçaram e seguraram e falaram para ele o quanto eles o amavam. Com um sopro final, Billy olhou para o chefe e perguntou: “Chefe, eu sou mesmo um bombeiro?” “Billy, você é um dos melhores”- disse o chefe. Com estas palavras, Billy sorriu e fechou seus olhos pela última vez.

    E você, diante do pedido de seus amigos, filhos e parentes, tem respondido “EU POSSO FAZER MAIS QUE ISSO!” ? Reflita se sua vida tem sido em serviço ao próximo, e tome > >uma > >> decisão hoje mesmo. (Está história é verídica). > >> > >> > >> EU POSSO FAZER MAIS QUE ISSO !

    REFLEXÃO

    Prezado visitante, que a história acima possa nos inspirar a fazer um pouco mais pelos outros. A Bíblia diz que somos servos inúteis, quando fazemos apenas aquilo que é nossa obrigação. Precisamos pensar melhor no que podemos fazer em favor do próximo.

    Veja o que diz a parábola do Samaritano. “E, respondendo Jesus, disse: Descia um homem de Jerusalém para Jericó, e caiu nas mãos dos salteadores, os quais o despojaram e, espancando-o, se retiraram, deixando-o meio morto. E, ocasionalmente, descia pelo mesmo caminho certo sacerdote; e, vendo-o, gpassou de largo.

    E, de igual modo, também um levita, chegando àquele lugar e vendo-o, passou de largo. Mas um hsamaritano que ia de viagem chegou ao pé dele e, vendo-o, moveu-se de íntima compaixão. E, aproximando-se, atou-lhe as feridas, aplicando-lhes azeite e vinho; e, pondo-o sobre a sua cavalgadura, levou-o para uma estalagem e cuidou dele; E, partindo ao ioutro dia, tirou dois dinheiros, e deu-os ao hospedeiro, e disse-lhe: Cuida dele, e tudo o que de mais gastares eu to pagarei, quando voltar. Qual, pois, destes três te parece que foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores? E ele disse: O que usou de misericórdia para com ele. Disse, pois, Jesus: Vai e faze da mesma maneira”.
    O homem da parábola (que representa Jesus) não fez apenas “alguma coisa”, mas fez “mais do que isso”. > > > > >

  6. Palavra Que Transforma: Deus não pode se lembrar de nossos pecados já perdoados! – Dc. Sérgio Fernandes
    Jeremias 31:34 – E não ensinará mais cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: Conhecei ao SENHOR; porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o SENHOR; porque lhes perdoarei a sua maldade, e nunca mais me lembrarei dos seus pecados.

    Talvez você não tenha pensado nisso nenhuma vez, mas, já parou para imaginar se um dia nós fôssemos apresentados diante de Deus e nesse encontro todas nossas falhas fossem expostas? Como você se sentiria?

    Eu penso nos pecados que cometi e me assusto! Não foram poucos! Pequei menos depois conversão, sim, mas pequei! Imagine a vergonha de estar diante daquEle que com amor me salvou e ser apresentado a esta lista vergonhosa?

    Graças a Deus, recorrendo a Bíblia Sagrada, descobri que não tenho que me preocupar com isso. Aprendi no texto bíblico que Deus não pode se lembrar de nossos pecados já perdoados. Em Jr 31.34, lemos que Ele nunca mais se lembraria de nossos pecados. Em Mq 7.19, Ele menciona que nossos pecados seriam sepultados no fundo do mar. E em Hb 10.17, ele novamente afirma que JAMAIS se lembrará de nossos pecados já perdoados.

    Deus já se esqueceu deles; porque você continua se lembrando? Ao invés de navegar em águas profundas em busca das lembranças dos erros do passado, que tal mergulhar nas profundezas da graça de Deus e do Seu amor?

    Siga o exemplo do Pai! Deixa os pecados já perdoados para trás e viva em novidade de vida!

    Deus te abençoe!

  7. Palavra Que Transforma: As calamidades vão passar! – Dc. Sérgio Fernandes
    Salmos 57:1 – TEM misericórdia de mim, ó Deus, tem misericórdia de mim, porque a minha alma confia em ti; e à sombra das tuas asas me abrigo, até que passem as calamidades.

    Olá queridos irmãos e amigos, saudações!

    Quero transmitir neste verso (e nos demais deste salmo, nos próximos devocionais) algumas coisas lindas que o Senhor compartilhou comigo sobre essa palavra.

    O primeiro ponto interessante desse salmo é que Davi pediu misericórdia ao Senhor por duas vezes. E, um ponto de destaque, aqui, o pedido não visava o perdão, mas o auxílio. Davi estava sendo afrontado pelos seus adversários e decidiu buscar na misericórdia de Deus força para vencer a peleja.

    O Senhor também me mostrou nesse verso que a nossa alma precisa aprender a confiar somente nEle. “A minha alma confia em ti”. Quanto sofrimento nós angariamos por confiar no dinheiro, na família, nas pessoas e inclusive em nós mesmos. Devemos erigir nossa confiança em algo sólido; que tal confiar unicamente naquele que jamais muda?

    Davi descobriu em Deus um refúgio. Como uma galinha que esconde os filhos no meio das asas, assim o Senhor abriga os que depositam sua fé nEle. O Senhor te diz: “Até que se passe essa calamidade, pode se esconder em mim, pois ninguém te ferirá”

    Não se esconda em si mesmo! Esconda-se em Deus!

    Deus te abençoe!

  8. Palavra Que Transforma: Deus se inclinou para mim – Dc. Sérgio Fernandes
    Salmos 40:1

    Clique aqui para ler outros devocionais do(a) Dc. Sérgio Fernandes

    Salmos 40:1 – ESPEREI com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor.

    Irmãos queridos, Deus sempre tem reservado bênçãos para aqueles que nEle esperam. Já ministrei tantas vezes para vocês sobre esperar no Senhor, e sei que é uma experiência angustiante ter que esperar no tempo da angústia e da vergonha.

    Enquanto selecionava a palavra para trazer aos seus corações, o Salmo 40 veio ao meu coração de um modo tão nítido que não pude recusar a vontade de Deus. Em especial, fui comovido com a afirmação do salmista que Deus se inclinou para ele.

    Ora, os ouvidos de Deus não estão agravados para não nos ouvir (Isaías 59.1). Por que se inclinar? Sem dúvida nenhuma, por sua afeição pessoal por mim e por você. Quando nos inclinamos, dedicamos atenção. Neste gesto, mostramos interesse sincero e nos colocamos no mesmo patamar daqueles que queremos ajudar.

    Deus tem ouvido você clamar por socorro. Este mês suas vendas serão melhores! Seu projeto terá crescimento! Sua vida espiritual alcançará um novo patamar! O Senhor moverá Sua mão em seu favor e você verá a bondade dEle em todas as coisas que lhe dizem respeito. Deus te abençoe!

  9. A Paz do Senhor !!!

    FELICIDADE !

    (Autor desconhecido)

    Todos anseiam ser felizes. Ser feliz é o desejo mais profundo do coração humano. Por isso, na passagem do ano desejamos um Feliz Ano Novo uns aos outros. Quando alguém casa, desejamos felicidades para o futuro do casal. Alguém que se forma nos estudos também recebe os votos de felicidades para sua vida profissional.

    Existem muitas coisas que “trazem felicidade” e que podem ter as mais diferentes formas: para o cavaleiro a felicidade deste mundo está no lombo de um cavalo. Se alguém escapou ileso de um acidente, costumamos dizer que ele “teve a felicidade de não se ferir”. Quantos buscam sua felicidade no jogo, na loteria ou no esporte? Outros tentam alcançar a felicidade por meios artificiais. Recentemente lemos em uma revista:

    A ânsia pela felicidade e por emoções fortes leva milhões de jovens a estenderem suas mãos para a droga Ecstasy. Mas depois da euforia vem a ressaca – física e emocional… A ânsia por felicidade, por sentimentos intensos e o contato com outras pessoas leva muitos jovens a consumirem a droga regularmente…

    A busca da felicidade e da alegria de viver mostra com extrema clareza que o ser humano de modo geral é infeliz. Até as pessoas que parecem ter alcançado tudo o que este mundo pode oferecer em brilho e glória, muitas vezes dão provas de sua infelicidade. O mundo da música e do cinema fala de felicidade, amor e alegria, mas a vida de muitos artistas prova que eles próprios são tudo menos felizes. Todos falam de felicidade, mas tão poucos são felizes.

    Onde reside a causa da infelicidade?

    Sem Deus, seu Criador, o homem não consegue ser realmente feliz. Enquanto tentar viver longe de Deus, enquanto se esconder de Deus e tentar viver sua vida como se Deus não existisse, ele não conseguirá ser feliz de verdade. Lemos em Judas 16a: “Esses homens são exploradores constantes, eternos insatisfeitos…” (A Bíblia Viva). A causa de toda infelicidade está no pecado! Lemos na Bíblia: “…o pecado traz vergonha e desonra para uma nação” (Pv 14.34b, A Bíblia Viva).

    Quanta infelicidade se origina em um caráter desconfiado ou infiel. Quanto sofrimento vem do egoísmo, porque cada um quer viver só para si. Mas quantos são infelizes por serem negligenciados, preteridos, desconsiderados pelos outros. E quantas pessoas vivem infelizes porque carregam uma culpa tão grande, um fardo tão pesado que os faz sucumbir. Davi reconheceu certa vez no Salmo 38: “Pois já se elevam acima da minha cabeça as minhas iniqüidades; como fardos pesados, excedem as minhas forças. Sinto-me encurvado e sobremodo abatido, ando de luto o dia todo. Estou aflito e mui quebrantado; dou gemidos por efeito do desassossego do meu coração. Bate-me excitado o coração, faltam-me as forças” (vv. 4,6,8 e 10a).

    Não viver em comunhão com Deus, não ter perdão, ter de conviver com constante sentimento de culpa significa ser infeliz. O ser humano procura preencher esse vácuo se atirando nas aventuras mais extravagantes. Tenta fazer carreira, planeja sua vida até nos mínimos detalhes e busca segurança de todas as formas. Mas em seu coração continua infeliz. O príncipe Talleyrand, cujo patrimônio foi avaliado em 30 milhões de francos, escreveu na véspera de sua morte:

    Eis que 83 anos se passaram! Quanta preocupação! Quanta inimizade! Quantas complicações! E tudo sem outro resultado a não ser uma grande inquietação quanto ao passado e uma profunda sensação de desânimo e desespero em relação ao futuro.

    O que o ser humano precisa para a verdadeira felicidade?

    Ele precisa de um relacionamento com Deus através de Jesus Cristo. Por essa razão o salmista diz: “Tu és o meu Senhor; outro bem não possuo.”(Sl 16.2) Chamar a Jesus Cristo de meu Senhor, nisso reside a felicidade permanente. Por isso o salmista continua confessando: “Tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente” (v. 11).

    O caminho para uma vida plena de felicidade e alegria se chama Jesus Cristo e consiste naquilo que Ele realizou na cruz por nós, que é o perdão dos pecados. Outra passagem da Bíblia diz: “Bem-aventurado aquele cuja iniqüidade é perdoada, cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui iniqüidade” (Sl 32.1-2a). Exatamente para isto Jesus veio a este mundo, morreu na cruz, foi sepultado e ressuscitou dos mortos, para nos colocar outra vez em comunhão com Deus pelo perdão dos pecados. Existe um hino que exprime isso de maneira muito acertada: “Vivo feliz pois sou de Jesus…”

    Um hindu muito rico buscava a paz:

    Ele se banhava no rio sagrado, fazia peregrinações estafantes – seu coração continuava sem paz. Até que um missionário lhe mostrou a cruz. Aí ele exultou: “Sorvi a mensagem como mel. Agora cheguei ao alvo de todo o meu anseio.” (W. B. em “Spuren um Kreuz”).

    Viver em comunhão com Deus significa ser feliz. Jesus Cristo diz a todos os que crêem nEle: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração” (Jo 14.27b). O que Jesus conquistou na cruz para nós vai muito além daquilo que o mundo poderia nos oferecer. Ele nos trouxe a paz de Deus, perdão dos pecados e vida eterna. Quem vem a Ele e nEle crê recebe uma paz de espírito que não se acaba quando chegam dias difíceis, e que nos dá segurança para o futuro, porque o próprio Senhor é o nosso futuro.

    A felicidade que Jesus nos dá não é um constante “andar nas nuvens”, uma contínua sensação de bem-estar, livre de todos os desconfortos, mas é a certeza de estarmos abrigados nEle. Seguindo a Jesus, um filho de Deus não é poupado de todos os sofrimentos. Mas a felicidade não consiste exatamente em sabermos que, no meio de todo sofrimento, no meio de toda angústia estamos ancorados em Jesus Cristo? Que nEle temos uma esperança viva e que o sofrimento jamais é o fim, e sim, a vida com Jesus; vê-lO um dia e estar com Ele por toda a eternidade?! A Bíblia diz: “Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor de todas o livra” (Sl 34.19). Todo aquele que se tornou propriedade de Jesus não precisa sucumbir quando vem o sofrimento. Todo filho de Deus tem uma esperança viva que o sustém. E no final, todo verdadeiro cristão estará livre do todo sofrimento e verá ao Senhor Jesus assim como Ele é.

    Por isso o Salmo 1.1 diz sobre a verdadeira felicidade: “Como é feliz o homem que não vai atrás da opinião das pessoas desligadas de Deus” (A Bíblia Viva). E o Salmo 34.9 nos anima: “Se você pertence ao Senhor, ame e obedeça a Ele; para quem faz isso nada falta” (A Bíblia Viva). (Norbert Lieth)

  10. O JOVEM CRISTÃO E AUTODISCIPLINA

    Pr. Elinaldo Renovato de Lima

    O verdadeiro cristão deve ser uma pessoa disciplinada, no jenuíno sentido do termo. No meio eclesiástico a visão do que é disciplina tem sido distorcida, a ponto de se entender que uma pessoa disciplinada é alguém que cometeu algum pecado ou erro, e que necessita de punição. Na verdade, porém, uma pessoa disciplinada é uma pessoa correta, que obedece a princípios e normas, de modo consciente. O universitário cristão precisa ser, antes de tudo, autodisciplinado, para que dê bom testemunho em qualquer lugar, ocasião ou situação, visto que a universidade é ambiente relativista, liberalista e materialista, dominado por filosofias humanas que se opõem à revelação bíblica.

    1. CONCEITOS

    1.1. DISCIPLINA

    0 termo disciplina vem do latim, disciplina, e tem o sentido de “instrução”, ‘treinamento”, “disciplina” propriamente dita. A palavra pode indicar um modus vivendi, de acordo com a observância de normas, conduta, requisitos; pode indicar tipos de vida ascética, mortificação; a vida monástica, na Idade Média, exigia um tipo de disciplina que usava açoites para disciplinar a carne, a vontade; tem o sentido de punição aos que deixam de cumprir certas normas; na vida militar, indica o preparo do indivíduo para a execução correta das atividades da caserna; no meio acadêmico, disciplina eqüivale a uma matéria a ser estudada.

    1.2. AUTODISCIPLINA

    Indica a disciplina aplicada ao indivíduo por ele próprio, de modo consciente e voluntário, com a finalidade de atender a determina padrão de conduta, aceito como válido. No presente trabalho, aceitamos o conceito de autodisciplina como a disposição pessoal do jovem universitário de viver os princípios cristãos, como “sal da terra” e “luz do mundo”, de modo consciente e voluntário, sem que haja a necessidade da interferência de terceiros. É a obediência à Palavra de Deus em qualquer lugar ou situação, principalmente no meio acadêmico.

    2. FUNDAMENTAÇÃO BÍBLICA

    2.1. NO ANTIGO TESTAMENTO

    No AT, a disciplina era vista como meio de correção ou de instrução. A palavra musar, no hebraico, em correlação com moser, significa “laços” ou “algemas”. A lei mosaica era parte integrante da “disciplina do Senhor” (Dt 11.2). O sistema de punições no AT visava o cumprimento dos mandamentos de Deus (ver Dt 4.36; Ex 20.20). O homem ímpio não valorizava a disciplina (Sl 50. 16,17); enquanto o filho fiel não rejeita a repreensão (disciplina) do Senhor (Pv 3.11). O que ama a correção (disciplina) ama o conhecimento (Pv 12.1). A disciplina tem por base o amor de Deus (Pv 3.12).

    2.2. NO NOVO TESTAMENTO

    No NT, o sentido de disciplina é mais positivo, pois está mais associado á instrução, ao ensino, mas também à punição. No grego, a palavra disciplina épaidia, que está ligada ao treinamento e instrução de crianças, e também à correção para que se imponha uma conduta correta. A palavra paideo significa educar, instruir, disciplinar ou punir de alguma maneira. Em Hb 12.6-11, vemos que Deus corrige (disciplina) aquele a quem ama, indicando que por trás da disciplina está o amor de Deus, dirigindo a pessoa para o bem, para a salvação (Ap 3.19).

    3. A AUTODISCIPLINA DO JOVEM CRISTÃO

    Com base no que vimos acima, a disciplina deve ser entendida no sentido positivo. Uma pessoa disciplinada deve ser vista como uma pessoa bem instruída, educada, treinada, tendo em vista os propósitos da vida cristã. A autodisciplina deve ser exercida dentro de uma visão positiva da vida cristã e não como um mero cumprimento de normas sem sentido e sem razão. O universitário cristão vive todo o tempo, na academia, a ter sua fé e conduta desafiados pelos conceitos materialistas. Precisa adotar por si próprio uma disciplina que fortaleça o seu testemunho no meio universitário, entre colegas e professores.

    O JUGO NA MOCIDADE

    A Bíblia diz: “Bom é para o homem suportar o jugo na sua mocidade; assentar-se solitário, e ficar em silêncio; porquanto Deus o pós sobre ele” (Lm 3.27,28). Nesse texto, podemos ver:

    1) O jugo na mocidade: suportar o jugo, no contexto, significa suportar a disciplina do Senhor, em obediência a seus mandamentos, mesmo que venha sofrer (Lm 3.30); sofrer tristeza (v. 32); e passar por outros problemas.

    2) Assentar-se solitário e ficar em silêncio: não é fácil para o jovem ficar em silêncio. Isso fala de meditação, de conscientização diante de Deus.

    3) Deus pôs o jogo sobre o homem: o jugo é sinônimo de canga , usada para restringir os movimentos dos animais, para que eles não “furem a cerca” e vão para o terreno dos estranhos; o jugo ou disciplina de Deus tem a finalidade de preservar a vida do homem, livrando-o do pecado. Jesus disse: “Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim que sou mando e humilde de coração; e encontrareis descanso para vossas almas” (Mt 11.29). Se o jovem universitário, conscientemente, adota o ‘jugo” de Deus e de Cristo, está exercendo a autodisciplina no sentido de ser fiel ao Senhor, dando o verdadeiro testemunho cristão.

    4. EXEMPLOS DE JOVENS QUE SOUBERAM EXERCER A AUTODISCIPLINA

    1) JOSÉ (Gn 39.7-9).

    Ele manteve a autodisciplina ante a sedução do pecado sexual. No meio universitário, há campo largo para o pecado nessa área; é necessário vigilância e oração (Mt 26.41); é preciso considerar o corpo templo de Deus (1 Co 6.19,20); fugir dos desejos da mocidade (2 Tm 2.22);

    2) DANIEL E SEUS 3 COMPANHEIROS (Dn 1.3-5, 8,9). Não se contaminaram com o “manjar do rei”; Dn 3.15-17). Foram lançados no fogo, mas não se encurvaram diante da estátua de Nabucodonosor. Tinham autodisciplina.

    3) TIMÓTEO

    O jovem discípulo de Paulo, foi instruído a ter autodisciplina (2 Tm 3.10-17);

    5. UMA SUGESTÃO PARA A AUTODISCIPLINA NA UNIVERSIDADE:

    – Orar antes de ir para as aulas (Mt 26.41);

    – ler a Bíblia diariamente (Si 1.2; 119.97);

    – não se ocultar como crente (Mt 5.14,16);

    – não se irritar quando for criticado;

    -ser ótimo aluno;

    -pesquisar e ler bons livros e revistas para saber responder aos críticos da fé (1 Pe 3.15).

    CONCLUSÃO

    O mundo atual tem várias características bem definidas, que o distinguem do que foi nos tempos passados. Uma delas é a indisciplina, principalmente no meio da juventude em geral. Embora não seja característica do jovem, ele assimila a indisciplina como um modo de viver, para se expressar. Exemplo disso é a música jovem, caracterizada pela falta de ordem, principalmente no Rock, na lambada, no reggae, etc.

    O jovem cristão precisa ser exemplo de autodisciplina nesse mundo escorregadio da indisciplina. Hoje, garotas e meninos de 12 anos já se prostituem, já fumam maconha , cocaína, e isso em escolas e ambientes das chamadas classes média e alta. É a indisciplina moral e falta de valores espirituais.

    O jovem cristão precisa enfrentar de pé a onda de falta de Deus, de moralidade e seriedade, como o fizeram José, Daniel, Sadraque, Mesaque, Abdênego, Ester, Débora, Eunice, Loide, Maria e tantos outros.

    Deus abençoe !!!

  11. Comentário próprio. Todo jovem cristão deseja constituir familia. Eu fui jovem, tive desejos semelhantes aos que os jovens de hoje tem, mas tive o privilégio de ser ensinado a pedir orientação de DEUS no meu desejo de constituir uma familia. Sei que atualmente, mais do que nunca, o inimigo procura pôr tropêços no caminho do jovem cristão, mas vejamos a seguir o que DEUS coloca ao nosso dispor através do Pr. Elinaldo Renovato:

    O Valor da Família

    Pr. Elinaldo Renovato de Lima

    INTRODUÇÃO

    Estudar sobre o valor da família é de muita importância para nós, pois, de uma forma ou de outra, nascemos numa família. Com exceção daqueles que são fruto da marginalidade, cada um de nós vem de uma família, seja pobre ou rica, desconhecida ou famosa, pequena ou grande, evangélica ou não. A família é a base de nossa vivência. Dela nascemos e dela dependemos na maior parte da existência. Isso é plano de Deus. Meditemos um pouco sobre o assunto.

    1. PROJETO DE DEUS

    1.1. O HOMEM NÃO TERIA CRIADO A A FAMÍLIA
    O homem, na sua origem, talvez não criasse a família. Não saberia como fazê-lo. Depois da Queda, podemos ter certeza de que o homem jamais buscaria criar uma organização que haveria de lhe impor limites e regras de convivência, contrariando seus instintos pecaminosos e egoístas. Deus só fez u’a mulher para o homem e, mesmo assim, há uma tendência à poligamia ou ao adultério masculino e feminino.

    1.2. ORIGEM DIVINA PAI – MÃE – FILHOS
    A família é uma instituição divina. Ela é tão importante, que foi criada antes da Igreja, antes do Estado, antes da nação. Deus não fez o homem para viver na solidão. Quaando acabou de criar o homem, Adão, o Senhor disse: “Não é bom que o homem esteja só. Far-lhe-ei uma adjutora, que esteja como diante dele” (Gn 2.18). Deus tinha em mente a constituição da família, mas esta não está completa só com o casal. Por isso, o Senhor previu a procriação, dizendo: “Crescei e multiplicai-vos e enchei a terra (Gn 1.27-28). Fica mais clara a origem da família, quando lemos: “Portanto, deixará o homem seu pai e e sua mãe e se unirá à sua mulher e serão ambos uma só carne” (Gn 2.24). “O homem” aí é o filho, nascido de pai e mãe. Deus fez a família para que o homem não vivesse na solidão (Sl 68.6; 113.9).

    1.3. ATAQUES À FAMÍLIA
    Por ser de origem divina, o inimigo tem atacado a família de maneira implacável. As tentações aos pais de família,principalmente na área do sexo e do mau relacionamento com os filhos tem sido constante; os ataques aos filhos, lançando-os contra os pais; dos pais contra os filhos; o problema das drogas, do sexo ilícito, da pornografia, deoutros vícios, do homossexualismo.

    2. ORIGEM DO LAR

    2.1. CONCEITO
    A palavra lar vem de lare (Latim), significando, etimologicamente, ” a parte da cozinha onde se acende o fogo”; “a família”(fig.). Certamente, isso dá idéia de lugar íntimo, aconchegante. Daí, vem a palavra “lareira”, onde a família se reunia para conversar, ao redor do fogo, principalmente nas noites e dias frios. Podemos dizer que o lar é o ambiente em que convive uma família. Hoje, a TV tem prejudicado a reunião da família. É um verdadeiro “altar”.

    2.2. CONDIÇÕES PARA QUE HAJA UM LAR
    Um lar não é apenas uma casa, uma construção. Alguém pode morar numa pensão, num hotel, num quarto isolado, sem que possa dizer que vive num lar. Para que haja um lugar que possa ser chamado lar, deve haver algumas condições, tais como:
    1) AMOR
    2) HARMONIA
    3) PAZ
    4) RELACIONAMENTO SAUDÁVEL

    2.3. O PRIMEIRO LAR
    O primeiro lar foi criado por Deus. Era maravilhoso. Nele, antes da queda, havia amor; havia paz, união, saúde, alegria, harmonia, felicidade e comunhão com Deus. A vida não era de ociosidade, pois Deus colocou o homem no Jardim “para o lavrar e guardar” (Gn 2.15). Mas o trabalho era suave. Não havia desgaste físico e emocional, como se conhece hoje.Havia trabalho mas em compensação não havia doenças, nem dor, nem tristeza nem morte.

    2.4. A PRESENÇA DE DEUS NO PRIMEIRO LAR
    Diariamente, “….Deus,… passeava no Jardim,pela viração do dia…(Gn 3.8a). Era maravilhoso ouvir a voz de Deus diretamente de sua boca, contemplando Sua face. Hoje, mais do que nunca, é necessidade vital a presença de Deus nos lares cristãos.

    2.5. INTEFERÊNCIA DO MAL – A QUEDA DA FAMÍLIA
    O homem podia comer de todas as milhares de árvores que havia no Jardim (inclusive da Árvore da Vida), exceto da “árvore da ciência do bem e do mal” (Gn 3.2-3). Tentado pelo diabo, o casal caiu, trazendo toda sorte de males para a família, inclusive a morte, que passou a todos os homens (Rm 5.12). Atualmente, a história se repete. Por ouvir a voz do “outro” , muitas famílias sofrem terrivelmente.

    2.6. A REDENÇÃO DA FAMÍLIA
    Deus, que ama tanto a família, previu sua redenção ANTES da fundaçào do mundo (1 Pe 1.19-20). A primeira pessoa a ser tentada foi a mulher. E Deus ama tanto a mulher que prometeu a redenção da raça humana através ” da semente da mulher” (Gn 3.15). Na “plenitude dos tempos, Jesus veio ao mundo, “nascido de mulher” (Gl 4.4.) para redimir a humanidade.

    3. JESUS E A FAMÍLIA

    Nosso Senhor Jesus Cristo valorizou a família. Veio ao mundo através de uma família. Além de pais, teve irmãos e irmãs (Mt 13.55-57). Teve seu crescimento físico, social, intelectual e espiritual no seio da família (Lc 2.52). No seu ministério, não costumava a hospedar-se em hotéis, mas desfrutava da hospitalidade de um lar (Mt 8.14; Lc 10.38-42). Em muitos milagres, demonstrou seu cuidado para com a família (Mt 8.14-15; Lc 7.12-16). Seu primeiro milagre foi realizado numa festa de casamento (Jo 2.12). Ensinou-nos a orar, chamando Deus de”Pai Nosso”(Mt 6.9). Enfatizou o quarto mandamento, mandando honrar pai e mãe (Mt 15.3-6; Mc 7.10-13). Teve um trato especial com as crianças, abençoando-as (Mc 10.13-16).

    4. O RELACIONAMENTO FAMILIAR NA BÍBLIA

    4.1. CONFLITOS NO LAR.
    A bíblia nos mostra que os conflitos fazem parte da vida. Jesus disse: “no mundo tereis aflições…”(Jo 16.33b). Ele previu os problemas de relacionamento: “E assim os inimigos do homem os seus familiares” (Ver Mt 10.34-37).Sabendo que a família tem origem divina e é valorizada na Bíblia, precisamos entender e praticar o relacionamento cristão, a fim de que o inimigo da família não nos leve à queda como no princípio.

    4.2. COMO CONVIVER COM OS CONFLITOS
    4.2.1.PRINCÍPIOS PARA OS PAIS
    1) Ensinar a Palavra de Deus aos filhos no lar (Dt 11.18-21);
    2) Ensinar o valor da oração aos filhos;
    3) Realizar o culto doméstico (Gn 12.5-7)
    4) Ensinar o valor da Igreja (Hb 12.23; Ap 21.9);
    5) Preparar os filhos para a vida (Lc 2.52);
    6) Ser afetivo com os filhos (1 Pe 3.8;4.8);
    7) Não provocar a ira aos filhos (Ef 6.4);
    8) Cuidar dos filhos, dando tempo para eles (l Tm 5.8).
    Praticando esses princípios ou orientações, os pais evitam ou amenizam os conflitos no lar.

    4.2.2.PRINCÍPIOS PARA OS FILHOS
    1) Os filhos são herança do Senhor (Sl 127.3);
    2) Os jovens devem guardar a Palavra de Deus para não pecarem (Sl 119.9-11);
    3) Os jovens devem obedecer e honrar pai e mãe (mesmo que não sejam crentes), PARA SEREM FELIZES NA TERRA; Ef 6.1-3;Cl 3.20; Exemplo dos filhos dos recabitas (Jr 35.1-6)
    4) Os jovens devem ser sujeitos aos mais velhos (1 Pe 1.5a);
    5) Os jovens devem ser sujeitos uns aos outros (evita briga entre irmãos) (1 Pe 5.5b);
    6) Os jovens devem ser humildes (Deus resiste aos soberbos): 1 Pe 5.b; Deus exalta (1 Pe 5.6)
    7) Os jovens devem lançar sobre o Senhor suas ansiedades (1 Pe 5.7; Sl 55.22; Sl 37.5); 8) Os jovens devem ser sóbrios (simples, modestos, não exagerados): 1 Pe 5.8a; A desobediência a esses princípios resulta em conflitos desnecessários, tornando-nos culpados diante de Deus.

    4.3. SUBMISSÃO À PALAVRA DE DEUS
    Para viverem bem em família, os seus integrantes (pais e filhos) precisam submeter-se à Palavra de Deus, como servos (Mt 20.25-28), temer a Deus e andar nos seus caminhos ( Sl 128)

    4.4. SUBMISSAO AO ESPÍRITO SANTO
    Só a submissão ao Espírito Santo faz com que o crente obedeça à Palavra de Deus. Os membros da família precisam demonstrar o Fruto do Espírito em seu relacionamento , conforme Gl 5.22-23. Pastores ou membros da igreja, filhos ou pais, esposos e esposas, todos sem exceção precisam viver dando fruto do Espírito. No texto acima, temos a Fórmula do Bom Relacionamento Cristão (BRC): BRC= f (A, G, P, L, B, B, F, M, T.) Os pais devem ser companheiros dos filhos e não seus ditadores. Uma boa regra é ter FIRMEZA com AMOR. Por outro lado, os filhos devem obedecer aos seus pais e honrá-los, “pois é mandamento com promessa”; hoje, no meio da milenar rebelião contra Deus, há filhos que não honram os pais. Isso satisfaz ao inimigo do lar. É necessário muita oração, adoração a Deus no lar, para que os conflitos sejam motivo de crescimento e maturidade e não de confrontos e contendas. O CULTO DOMÉSTICO não elimina os conflitos, mas ajuda a enfrentá-los como cristãos e a superá-los para a glória de Deus.

    5. SARANDO AS FERIDAS
    No relacionamento entre os membros da família, muitas vezes surgem atritos e problemas, que deixam verdadeiras feridas na alma, mais difíceis de sarar do que as feridas no corpo. Mas a Bíblia tem o tratamento para elas.

    5.l. É PRECISO RECONHECER OS PROBLEMAS NO RELACIONAMENTO
    Não adianta guardá-los. A Bíblia diz: “Não se ponha o sol sobre a vossa ira…”(Ef 4.26). 5.2. SE OFENDEMOS, PRECISAMOS PEDIR PERDÃO. É difícil, mas é indispensável para sarar as feridas interiores. O pai precisa pedir perdão ao filho quando errar e o filho pedir perdão ao pai, quando o ofender. É o caminho para a vitória.

    5.3. QUANDO SOMOS OFENDIDOS: PRECISAMOS PERDOAR.
    É mais difícil, ainda, mas é o único caminho para ficar livre dos aguilhões do ressentimento, da mágua, do rancor. Quem não perdoa paga um alto preço. A TENSÃO EMOCIONAL age como um um inimiho da saúde, provocando, dentre outras coisas: úlceras do estomago e intestinos; pressão alta; colite; problemas no coração; distúrbios mentais; doenças renais; dores de cabeça; diabetes; artrite e outras muitas. É preciso perdoar os familiares (e até os inimigos). Mt 5.44. Não convém dar lugar à “raiz de amargura” (Hb 12.15).
    5.4. RESULTADOS DO PERDÃO
    1) As feridas são saradas. O perdão é um bálsamo, um refrigério para a alma; dá alívio e paz ao coração.
    2) O perdão verdadeiro libera o ofendido da mágoa. O ofensor fica com Deus (Perdão não é absolvição).
    3) O perdão verdadeiro dá saúde à mente e ao corpo;
    4) Deus é glorificado e o inimigo derrotado. 6.

    CONCLUSÃO
    No relacionamento entre os membros da família cristã, é importante que todos dêem lugar à presença de Deus, vigiando para que o inimigo não encontre brecha para atuar entre eles. Oração e jejum; leitura da bíblia diária; culto doméstico; a prática do Fruto do Espírito, principalmente do amor, da longanimidade, da benignidade, da bondade e da temperança, são garantia certa contra as desavenças e conflitos no lar. Que Deus nos abençoe que possamos colocar em prática o que nos orienta a Sua Palavra para a família e o lar.

  12. Se Você é Filho de Deus, Trate de Imitá-lo (Resumo)

    Pr.Silas Malafaia

    TEXTO BÁSICO: Ef 5.1: “Sede imitadores de Deus, como filhos amados”.

    INTRODUÇÃO: Deus é nosso Pai, e como seus filhos temos de imitá-lo. Eis algumas coisas importantes que, como filhos dEle, devemos imitar:

    1-DEUS É UM DEUS DE PROJETOS (Ap 13.8). Ele nunca realizou nada de improviso. O plano da salvação já estava traçado antes mesmo de o homem nascer (Ap 13.8). Portanto, se somos filhos de Deus, devemos imitá-lo traçando projetos para nossa vida, nossa família, para o Reino de Deus.

    2-DEUS É UM DEUS DE ORGANIZAÇÃO (1Co 14.33)

    PRINCÍPIOS ORGANIZACIONAIS DE DEUS
    2.1- Deus trabalha com prioridades
    Ele demonstrou isto na seqüência da Criação, criando, em primeiro lugar, os elementos que iam ser necessários aos elementos que Ele criaria a seguir. PORTANTO, devemos estabelecer prioridades em nossa vida, realizando aquilo que é fundamental antes daquilo que é secundário.

    2.2- Deus trabalha com preparação
    Em Gênesis 3.15 já está registrada a primeira profecia anunciando o nascimento do Salvador da humanidade. Deus usou 45 capítulos de sua Palavra só para preparar o povo para a peregrinação no deserto (Ex 33 até Nm 10).
    PORTANTO, jamais devemos fazer nada de improviso, de qualquer maneira.

    2.3. Deus trabalha com ordem
    Deus é inimigo da desordem, da bagunça (1 Co 14.40).
    PORTANTO, tudo o que fizermos devemos fazer de maneira organizada, ordenada, seqüencial.

    2.4. Deus trabalha com estruturas
    Ou seja, Deus respeita hierarquias, estabelece estruturas por essas serem elementos de sustentação. PORTANTO, devemos estabelecer estruturas que possam sustentar nossos empreendimentos, nossas ações. Devemos reconhecê-las e respeitá-las.

    2.5: Deus trabalha com execução
    Tudo o que ele projetou, executou. Não deixou nada pela metade, no meio do caminho.

    PORTANTO, devemos planejar e executar o que planejarmos.

    3-DEUS É UM DEUS QUE EXIGE PADRÃO DE QUALIDADE (Mt 5.48)
    Tudo na criação de Deus reflete um alto grau de perfeição, de exigência.
    PORTANTO, tudo o que fizermos, devemos fazer da melhor maneira possível, pois se somos filhos de Deus, temos que imitá-lo.

    4-DEUS TRABALHA EM ORDEM CRESCENTE
    Ele começa com uma pequena quantidade, para alcançar uma grande quantidade. Um casal transformou-se nos bilhões de seres humanos de hoje, Abraão deu início aos milhões de judeus existentes atualmente no mundo.
    PORTANTO, também devemos começar com paciência e perseverança, nas desprezando as coisas pequenas (Zc 4.10).

    5-DEUS É ESPECIALISTA EM TRANSFORMAR CAOS EM BÊNÇÃO.
    Do caos Ele tira a ordem, a perfeição, a bênção.
    PORTANTO, como filhos de Deus, devemos transformar em bênção o caos que pode estar existindo em torno da nossa família, em nosso ambiente de trabalho, etc.

    6-DEUS, O NOSSO PAI, É UM DEUS DE CARÁTER.
    QUATRO MARCAS DO CARÁTER DE DEUS

    DEUS É:
    a- AMOR (1 Jo 4.8)
    Debaixo do guarda-chuva do amor de Deus estão mais três marcas do Seu caráter:

    b-PERDÃO (perdoar é cancelar a dívida)
    c-MISERICÓRDIA (é lançar os méritos do perdoador sobre o perdoado)
    d-COMPAIXÃO (compadecer-se é ficar no lugar do outro)

    DEUS É JUSTO.
    Ser justo é ser íntegro, honesto. Devemos seguir essa marca do caráter de Deus.
    DEUS É VERDADEIRO.
    A única paternidade que a Bíblia dá ao diabo é a da mentira (Jo 8.44).
    Portanto, se somos filhos de Deus, jamais incluiremos a filha de Satanás em nossas ações.
    DEUS É SANTO.
    Ser santo não é só deixar de pecar, mas sim fazer oposição ao pecado.

    RECEITA PARA SER SANTO
    1-Quem quer ser santo deve:

    a)Orar (1Tm 4.5)
    b) Mergulhar na leitura da Palavra (João 1.17)
    c)Segundo 3.1-10: Buscar as coisas que são de cima, pensar em Deus, mortificar a carne, despojar-se do velho homem, e revestir-se segundo a imagem daquele que nos criou.

    (Resumo da mensagem Se Você é Filho de Deus, Trate de Imitá-lo, do Pastor Silas Malafaia)

    fonte: http://www.prsilasmalafaia.com.br/

  13. Crescimento Ideal da Vida Cristã

    Pr.Silas Malafaia

    Antes, crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora como no dia da eternidade (2 Pedro 3.18).

    Ninguém nasce completo e com grande estatura no âmbito físico ou espiritual. E o crescimento que não obedece ao curso natural de leis e princípios que o regem gera anomalias e deformidades. Seguindo este raciocínio, no mundo espiritual, ou o cristão cresce, ou fica medíocre, pois os pilares da vida cristã precisam ser exercitados dia a dia até chegar a um nível de crescimento ideal. Esses pilares são eles: a fé (Romanos 1.17), o conhecimento (Oséias 6.3), a graça (2 Pedro 3.16-18), a santificação (Hebreus 12.14) e as experiências espirituais (2 Coríntios 3.18).

    Sabendo disso, atente para o fato de que é necessário crescer de maneira uniforme, tanto na graça como no conhecimento, senão o cristão será vítima da heresia e da ignorância espiritual. Assim, alguns crescem na graça, mas não no conhecimento, e permanecem meninos, pois não estudam a Palavra. Os anos passam, e eles continuam sendo novos convertidos que não sabem discernir a voz de Deus e a dos homens, nem a emoção e o poder espiritual.

    Há também os cristãos que progridem no conhecimento, mas não na graça. Eles racionalizam tudo e não têm experiências espirituais. São como os fariseus descritos em Mateus 23: estão cheios de conhecimento sobre as leis espirituais, mas não procedem com amor.

    Há dentro da Igreja um terceiro tipo de cristão: o fraco, que não progride nem na graça nem no conhecimento (1 Coríntios 7-10). Ele é facilmente influenciado pelos demais e fica escandalizado com qualquer coisa, sendo considerado enfermo na fé (Romanos 14.1). Ele tem de crescer e amadurecer proporcional e progressivamente na fé, a fim de alcançar a estatura de Cristo, ser uma testemunha poderosa do amor e do poder de Deus e dar frutos para o Reino de Deus.

    Quem deseja crescer na graça e no conhecimento de Deus, precisa ter algumas atitudes fundamentais, entre as quais destaco:

    (1) Buscar o Reino de Deus em primeiro lugar. O que apóstolo Paulo, em Colossenses 3.1,2, ensinou: Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima e não nas que são da terra.

    (2) Ter vontade de aprender e paciência. Infelizmente, existe gente que mal se converte e, dois anos depois, já é consagrado pastor. Está errado! Para que o recém-convertido possa desenvolver a fé com solidez, deve primeiro participar dos cultos, ouvir as pregações e freqüentar a Escola Dominical. Assim, entenderá a autoridade espiritual, o plano da salvação e as doutrinas básicas, conseguirá praticar os ensinamentos da Palavra de Deus até atingir certo grau de maturidade espiritual.

    (3) Estudar a Palavra de Deus. O apóstolo Paulo estudava as Escrituras meditando, refletindo, pensando e analisando a profundidade dos princípios e das profecias, a fim de conhecer melhor Deus e seu plano de salvação para a humanidade (2 Timóteo 4.13). Peça para o Espírito Santo iluminar sua mente e ajudá-lo a compreender a Palavra de Deus.

    (4) Desenvolver um relacionamento pessoal com Deus. Daniel orava três vezes ao dia, porque ele queria ter intimidade com Deus (Daniel 6.10). Se você não dobrar o joelho para adorar e clamar a Deus, lançando sobre Ele toda a ansiedade e compartilhando suas preocupações e fraquezas, não alcançará o crescimento ideal na vida cristã nem intimidade com Deus. O crente que ora, lê a Palavra e medita sobre ela, aprende a ouvir a voz de Deus, tem discernimento espiritual, direção e vive triunfantemente com Cristo viveu.

    (5) Viver em comunhão com a Igreja. É importante ter comunhão com o Corpo de Cristo, que é um conjunto de membros interdependentes (Romanos 12.4-10; Colossenses 3.13). O cristão que fica isolado do Corpo não cresce com ele e morre espiritualmente.

    (6) Ser perseverante e ativo na obra de Deus. O cristão que vive conforme os princípios que Deus estabeleceu em Sua Palavra, obedece a Deus e cresce na graça e no conhecimento do Senhor. Esse cristão ama, perdoa, foge da sua carne, evita pecado, dá dízimo e oferta, evangeliza e exerce a mordomia cristã, alcançando, assim, o amadurecimento na vida espiritual e produzindo frutos que glorificam a Deus e engrandecem Seu Reino (Mateus 7.24,25).

    fonte: http://www.prsilasmalafaia.com.br/

  14. oi irmao marcos apz, do senhor jesus cristo.! ore por mim DEUS O VAI ABENÇOA-LO MUITO VC E SUA ESPOSA ORO SEMPRE POR NÓS;;;;;;;;;;;,

  15. MEUS PARABENS PELO BLOG MUINTO BOM MESMO

    TODA MOSIDADE ESTA DE PARABENS TANBENS OS IDEALISADORES DO BLOG
    VOS SOIS A GERACAO ELEITA O SASERTOTE REAU UM POUVO ADIQUIRIDO
    UMA NACAO SANTA .
    SEPARADOS PARA BOA OBRA

    LUIZ ARAUJO
    DIACONO .

  16. eu acho que o namoro é ótimo ,mas tem que ter cuidado com certascoisas


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